| dc.contributor.advisor | Almeida, Cláudia Choma Bettega, 1969- | pt_BR |
| dc.contributor.other | Crispim, Sandra Patricia, 1979- | pt_BR |
| dc.contributor.other | Universidade Federal do Paraná. Setor de Ciências da Saúde. Programa de Pós-Graduação em Alimentação e Nutrição | pt_BR |
| dc.creator | Praxedes, Cathysia Maria Leite | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2025-09-16T19:00:20Z | |
| dc.date.available | 2025-09-16T19:00:20Z | |
| dc.date.issued | 2025 | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1884/98421 | |
| dc.description | Orientadora: Profa. Dra. Claudia Choma Bettega Almeida | pt_BR |
| dc.description | Coorientadora: Profa. Dra. Sandra Patrícia Crispim | pt_BR |
| dc.description | Dissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Alimentação e Nutrição. Defesa : Curitiba, 01/08/2025 | pt_BR |
| dc.description | Inclui referências | pt_BR |
| dc.description.abstract | Resumo: A gestação é considerada uma fase de grande vulnerabilidade nutricional, devido à alta demanda de nutrientes. Uma alimentação diversificada possibilita uma melhor nutrição à gestante e ao feto, previnindo desfechos negativos na saúde materno infantil. Desse modo, este estudo tem como objetivo analisar a prevalência e os fatores associados à diversidade alimentar mínima (DAM) em gestantes acompanhadas na Atenção Primária à Saúde (APS) em municípios distribuídos nas cinco macrorregiões brasileiras. Trata-se de um estudo transversal, realizado entre setembro de 2018 e abril de 2021, a partir dos dados de 2.234 gestantes do Estudo Multicêntrico de Deficiência de Iodo (EMDI-Brasil), de onze centros de pesquisa. Os dados de consumo alimentar foram coletados por meio do recordatório de 24h e inseridos no software GloboDiet. Os alimentos, pratos compostos e bebidas foram classificados de acordo com o indicador da Diversidade Alimentar Mínima para Mulheres (DAMM). Considerou-se DAM adequada quando houve o consumo de pelo menos cinco dos dez grupos alimentares. As análises das associações foram realizadas no software R versão 4.3. Os resultados foram apresentados na forma de razão de prevalências e respectivos intervalos de confiança (95%). A estratégia de modelagem dos dados obedeceu ao modelo hierárquico conceitual. Inicialmente realizou-se análises bivariadas, onde variáveis com p<0.20 foram selecionadas para a análise multivariada. Nas etapas seguintes, ajustou-se um modelo de regressão múltipla com as variáveis do nível 1, que produziram p<0.20 na análise bivariada. Posteriormente, adicionou-se ao modelo de regressão obtido na etapa anterior as variáveis do nível 2, e na etapa final as do nível 3, respectivamente. Removendo uma a uma do modelo aquelas não significativas (p>0.05). A prevalência das gestantes que atingiram a DAM foi de 54,1%. A média do número de grupos alimentares consumidos foi 4,69±1,47. Os grupos que indicaram maiores consumos pelas gestantes foram os dos grãos, raízes e tubérculos (98,9%), carnes, aves e peixes (92,6%) e leguminosas (71,8%). Enquanto que, entre os grupos de alimentos não saudáveis, foram as bebidas açucaradas (79,5%) e alimentos doces (52,7%). No nível hierárquico final, as variáveis escolaridade, especificamente ensino médio (RP = 1.195; IC95%: 1.057; 1.351) e ensino superior ou pós graduação (RP = 1.348; IC95%: 1.166; 1.557); renda per capita entre R$1.000,00 a R$1.999,99 (RP = 1.123; IC95%: 1.002; 1.259) e superior a R$2.000,00 (RP = 1.224; IC95%: 1.089; 1.377); gravidez planejada (RP = 1.134; IC95%: 1.046; 1.229) e consumo de lanche da noite/ceia (RP = 1.118; IC95%: 1.030; 1.213), estiveram associadas às maiores prevalências de DAM. O dado referente às gestantes que não alcançaram a DAM é preocupante, visto que, o indicador reflete adequação de micronutrientes relevantes para a saúde materna e desenvolvimento fetal. Evidenciou-se ainda, em diferentes níveis de determinação, que a maior prevalência de DAM está associada a fatores socioeconômicos, de gestação e prática alimentar | pt_BR |
| dc.description.abstract | Abstract: Pregnancy is considered a phase of great nutritional vulnerability, due to the high demand for nutrients. Providing adequate nutrition allows for better nutrition for the pregnant woman and the fetus, preventing negative outcomes in maternal and child health. Thus, this study aims to analyze the prevalence and factors associated with minimum dietary diversity (MDD) in pregnant women followed in Primary Health Care (PHC) in municipalities distributed in the five Brazilian macro-regions. This is a cross sectional study carried out between September 2018 and April 2021, based on data from 2,234 pregnant women from the Multicenter Study on Iodine Deficiency (EMDI Brazil), from eleven research centers. Food consumption data were collected through a 24-hour recall and entered into the GloboDiet software. Foods, mixed dishes, and beverages were classified according to the Minimum Dietary Diversity for Women (MDDW) indicator. MMD was considered adequate when at least five of the ten food groups were consumed. Association analyses were performed using R software version 4.3. The results were presented as prevalence ratios and respective confidence intervals (95%). The data modeling strategy followed the conceptual hierarchical model. Initially, bivariate analyses were performed, where variables with p<0.20 were selected for multivariate analysis. In the following steps, a multiple regression model was adjusted with the level 1 variables, which produced p<0.20 in the bivariate analysis. Subsequently, the level 2 variables were added to the regression model obtained in the previous step, and in the final step, the level 3 variables, respectively. Those that were not significant (p>0.05) were removed one by one from the model. The prevalence of pregnant women who reached DAM was 54.1%. The average number of food groups consumed was 4.69 ± 1.47. The groups that indicated the highest consumption by pregnant women were grains, roots and tubers (98.9%), meat, poultry and fish (92.6%) and legumes (71.8%). While, among the unhealthy food groups, there were sugary drinks (79.5%) and sweet foods (52.7%). At the final hierarchical level, the variables education, specifically high school (PR = 1.195; 95% CI: 1.057; 1.351) and higher education or postgraduate degree (PR = 1.348; 95% CI: 1.166; 1.557); per capita income between R$1,000.00 and R$1,999.99 (PR = 1.123; 95%CI: 1.002; 1.259) and higher than R$2,000.00 (PR = 1.224; 95%CI: 1.089; 1.377); planned pregnancy (PR = 1.134; 95%CI: 1.046; 1.229) and consumption of evening snacks/supper (PR = 1.118; 95%CI: 1.030; 1.213) were associated with higher prevalences of MMD. The data regarding pregnant women who did not reach the DAM is worrying, since the indicator reflects the adequacy of micronutrients relevant to maternal health and fetal development. It was also evident, at different levels of determination, that the higher prevalence of DAM is associated with socioeconomic, pregnancy and dietary practice factors | pt_BR |
| dc.format.extent | 1 recurso online : PDF. | pt_BR |
| dc.format.mimetype | application/pdf | pt_BR |
| dc.language | Português | pt_BR |
| dc.subject | Nutrição - Gravidez | pt_BR |
| dc.subject | Saúde materno-infantil | pt_BR |
| dc.subject | Nutrição | pt_BR |
| dc.title | Diversidade alimentar mínima e fatores associados em gestantes brasileiras : um estudo multicêntrico | pt_BR |
| dc.type | Dissertação Digital | pt_BR |