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    Análise retrospectiva dos atestados relatados em prontuário médico relacionados ao Código Internacional de Doenças (CID) de doenças osteomusculares e do tecido conjuntivo (CID M) e doenças mentais e comportamentais (CID F) nos últimos 5 anos em uma população de profissionais de saúde da Unidade de Processamento de Materiais (UPMe) de um hospital terciário do Sistema Único de Saúde de Curitiba (SUS)

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    R - E - LUDMILA DARU REY KRAEMER.pdf (396.3Kb)
    Data
    2024
    Autor
    Rey, Ludmila Darú
    Metadata
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    Resumo
    Resumo: A norma regulamentadora número 1 (NR-1) irá mudar em 2025, de acordo com a portaria do Ministério do Trabalho e Emprego do governo federal do Brasil, número 1.419 de 27 de agosto de 2024, exigindo das empresas a avaliação dos riscos psicossociais em seus processos de Gestão de Segurança e Saúde no Trabalho (SST). Com a intenção de estudar o impacto dessa medida optamos por estudar retrospectivamente os atestados com CID M e CID F, apresentados em prontuários médicos dos funcionários da Unidade de processamento de materiais (UPME) de um Hospital terciário de Curitiba, do sistema único de saúde (SUS) nos últimos 5 anos. A maior parte da amostra era composta por técnicos de enfermagem (68%), com uma maioria de mulheres (78%). Entre os dados houve dificuldade em encontrar os atestados de 52% da amostra, por estarem documentados em outro setor cujo acesso era restrito. Para a amostra analisável, O CID M (25%) foi mais prevalente que o CID F (20%). Um dos atestados referiu-se a uma mononeuropatia periférica causada por alteração no túnel do carpo (CID G56). Relevante observar que 16% da amostra incluiu acidentes com material biológico no período estudados de 5 anos, embora previamente a este período tenha sido constatado até 18% de prevalência desse tipo de acidente. Medidas de proteção, como rodízio entre setores, não foram obedecidas pelos funcionários. Os dados refletiram a literatura e chamaram a atenção pela alta prevalência dos CID M e F como responsáveis por afastamentos de profissionais de enfermagem no setor estudado. Os funcionários encontraram dificuldades num atendimento mais holístico (medicina fragmentada e de modelo biomédico) além de os próprios funcionários não terem demonstrado atenção às medidas implementadas para sua proteção. Entendemos que estes fatores de risco podem estar associados à prevalência dos CID encontrados na amostra
     
    Abstract: The regulatory standard number 1 (NR-1) will change in 2025, according to the ordinance from the Ministry of Labor and Employment of the Federal Government of Brazil, number 1,419 dated August 27, 2024, requiring companies to evaluate psychosocial risks in their Occupational Safety and Health (OSH) management processes. With the intention of studying the impact of this measure, we chose to retrospectively study sick leaves with ICD M and ICD F codes, presented in the medical records of employees at the Material Processing Unit (UPME) of a tertiary hospital in Curitiba, part of the Unified Health System (SUS), over the last 5 years. The majority of the sample consisted of nursing technicians (68%), with a majority of women (78%). Among the data, there was diUiculty in finding sick leaves for 52% of the sample, as they were documented in another department with restricted access. For the analyzable sample, ICD M (25%) was more prevalent than ICD F (20%). One of the sick leaves referred to a peripheral mononeuropathy caused by an alteration in the carpal tunnel (ICD G56). It is important to note that 16% of the sample included accidents with biological material during the studied 5-year period, although a prevalence of up to 18% of such accidents was found prior to this period. Protective measures, such as rotation among departments, were not followed by the employees. The data reflected the literature and drew attention due to the high prevalence of ICD M and F as responsible for the absenteeism of nursing professionals in the studied sector. Employees faced challenges in providing more holistic care (fragmented medicine and a biomedical model), and the employees themselves did not show attention to the measures implemented for their protection. We understand that these risk factors may be associated with the prevalence of the ICD codes found in the sample
     
    URI
    https://hdl.handle.net/1884/98217
    Collections
    • Perícias Médicas [115]

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