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    Subjetividade e sujeito na genealogia da moral

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    R - T - MARCOS MACHADO.pdf (3.099Mb)
    Data
    2025
    Autor
    Machado, Marcos
    Metadata
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    Resumo
    Resumo: Esta tese desenvolve uma interpretação das noções de subjetividade e sujeito na obra Genealogia da moral de Friedrich Wilhelm Nietzsche. Como objetivo inicial pretendemos verificar o procedimento genealógico utilizado por outros intelectuais do século XIX, em especial por Paul Rée, que nos servirá como uma lente de aumento para realçar a singularidade do procedimento genealógico de Nietzsche, principalmente quanto à sua finalidade, ou seja, Rée influenciado pelo darwinismo propunha o melhoramento da espécie humana; Nietzsche não está convencido com as hipóteses de Darwin e de seus adeptos. Portanto, como um autêntico genealogista, está mais interessado em compreender que tipos de seres humanos um conjunto de práticas morais é capaz de constituir. A partir desses pressupostos, analisaremos em seguida a definição de sujeito elaborada por René Descartes, figura central da modernidade. Em alternativa a essa visão cartesiana, Nietzsche delineia uma concepção de sujeito plural, abrindo a possibilidade para a existência de múltiplas almas. Ao percorrer os labirínticos caminhos da Genealogia, defenderemos que a moralidade, após milênios de práticas coercitivas, moldou subjetividades e sujeitos marcados por tipologias psicológicas
     
    Abstract: This thesis develops an interpretation of the notions of subjectivity and subject in Friedrich Wilhelm Nietzsche‘s On the Genealogy of Morals. As an initial objective, we intend to verify the genealogical procedure used by other nineteenth-century intellectuals, especially Paul Rée, which will serve as a magnifying glass to highlight the uniqueness from Nietzsche's genealogical procedure, mainly as to its purpose, that is, Rée influenced by Darwinism proposed the bettering of human kind; Nietzsche is not convinced by the hypotheses of Darwin and his adepts. Therefore, as a genuine genealogist, he is more interested in understanding what types of human beings a set of moral practices is capable of constituting. Based on these assumptions, we will next analyze the definition of subject developed by René Descartes, a central figure of modernity. As an alternative to this Cartesian view, Nietzsche outlines a conception of a plural subject, opening up the possibility for the existence of multiple souls. By traversing the labyrinthine paths of Genealogy, we will argue that morality, after millennia of coercive practices, has shaped subjectivities and subjects marked by psychological typologies
     
    URI
    https://hdl.handle.net/1884/96390
    Collections
    • Teses [87]

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