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dc.contributor.authorRENATO GONDIM DE OLIVEIRA
dc.contributor.authorPABLO RAMON DA SILVA CARVALHO
dc.contributor.authorANDREZA HALAX REBOUÇAS FRANÇA
dc.contributor.authorANA JÚLIA QUEIROZ SILVA
dc.contributor.authorMARIANA LARA CABRAL VIANA
dc.creatorUniversidade Potiguar
dc.date.accessioned2024-10-28T18:42:01Z
dc.date.available2024-10-28T18:42:01Z
dc.date.issued2020-07-31
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/90506
dc.description.abstractIntrodução: O aleitamento materno exclusivo nos primeiros seis meses de vida dos recém nascidos é uma prática recomendada pela OMS, tanto pelo seu alto valor nutricional, já que sozinho é capaz de suprir todas as necessidades nutricionais nessa primeira fase da vida, quanto por seu poder de aumentar o vínculo existente entre mãe e filho, trazendo benefícios para a saúde de ambas as partes. Apesar disso o desmame precoce é uma realidade no Brasil, estudos mostram que o aleitamento materno exclusivo tem prevalência em torno dos 41%, esse número é reflexo de vários fatores que formam a complexa engrenagem que cerca a manutenção do aleitamento materno exclusivo, dentre eles é possível destacar a sensação que a mãe tem sobre o seu leite ser insuficiente para o bebê. Objetivo: Compreender o papel do poder da autoconfiança das mães como ferramenta para evitar o desmame precoce. Método: Trata-se de uma revisão narrativa com abordagem qualitativa, realizada através da literatura científica de abrangência nacional, com artigos publicados no período de 2015 a 2020, indexados ao portal de dados BVS (Biblioteca Virtual da Saúde), utilizando o vocabulário DeCS (Descritores em Ciências da Saúde) para rastreio, sendo estes: Aleitamento materno; Autonomia; Promoção da saúde. Definiu-se como critérios de inclusão artigos completos que retratassem o papel da confiança e do conhecimento das mães sobre o aleitamento materno. Foram exclusos todos os trabalhos que não tratavam como assunto principal o escopo deste estudo. A coleta de dados ocorreu em junho de 2020. Ao final, obteve-se o total de 10 estudos que compuseram a amostra desta pesquisa. Resultados: Apesar da promoção do aleitamento materno ser debatido no período do pré-natal, muitas mulheres acabam se sentido despreparadas ou incapazes de realizar a amamentação durante o período recomendado pela OMS, isso acontece devido as crenças e costumes culturais que fazem parte dos seus cotidianos, esse conflito de informações acaba gerando sentimento de insegurança, que pode levar ao desmame precoce. Conclusão: Diante disso, fica claro a importante do empoderamento das mulheres sobre o assunto e sobre a capacidade que cada uma possui, esse potencial combinando com conhecimento pode se tornar eficaz na manutenção do aleitamento materno, já que as mulheres acabaram ganhando mais confiança e duvidando menos de si mesmas.
dc.format.mimetypeapplication/pdf
dc.relation.ispartofII Congresso de Saúde Coletiva da UFPR
dc.subjectAleitamento materno
dc.subjectAutonomia
dc.subjectPromoção da saúde;
dc.titleAUTOCONFIANÇA MATERNA COMO FERRAMENTA PARA EVITAR O DESMAME PRECOCE
dc.typeArtigo
dc.identifier.ocs3945


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