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dc.contributor.authorSADANA HILLARY DAL'NEGRO
dc.contributor.authorBRUNA FERNANDES
dc.contributor.authorDAGNA KAREN DE OLIVEIRA
dc.contributor.authorDYAYNE CARLA BANOVSKI
dc.contributor.authorIANCA PYETRA DE ALMEIDA
dc.contributor.authorGERUZA MARA HENDGES
dc.creatorUFPR Campus Toledo
dc.date.accessioned2024-10-28T18:41:53Z
dc.date.available2024-10-28T18:41:53Z
dc.date.issued2020-07-31
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/90452
dc.description.abstractIntrodução: Situação de emergência é caracterizada pelo agravo à saúde que implica em risco iminente de vida, necessitando de atendimento imediato. Todo ano ocorre, em média, 6.000 mortes e 140.000 registros em hospitais públicos, decorrente de acidentes em ambiente escolar. O empoderamento dos professores frente a situações de emergência é capaz de reduzir sequelas e aumentar a sobrevida dos escolares. A capacitação dos docentes, visando prestarem o primeiro atendimento frente a um acidente, pode reduzir os dados estatísticos, uma vez que mais de 90% dos casos se agravam por falta de conduta adequada. Objetivo: Avaliar o grau de instrução dos professores de educação infantil frente a situações de emergência em ambiente escolar. Material e métodos: Estudo transversal, de caráter exploratório e quantitativo. Os dados foram coletados, em 2018 e 2019, via questionários de 10 perguntas com termo de consentimento livre e esclarecido, antes da capacitação teórico-prática em emergência pediátrica dos professores de educação infantil do município de Toledo e região. O questionário e o treinamento foram desenvolvidos por acadêmicos de medicina vinculados a uma liga acadêmica de pediatria e abordou os temas de obstrução de vias aéreas por corpo estranho (OVACE), parada cardiorrespiratória (PCR), queimadura, afogamento, intoxicação, fratura, hemorragia e uma questão referente ao número do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Os dados foram tabelados utilizando o programa Microsoft Excel e avaliados separadamente. Resultados: O estudo contou com 55 participantes, totalizando 550 respostas globais, das quais foram obtidos 55,63% de acertos, com o número total de questões acertadas variando de 1 a 10 questões. A moda dos acertos foi de 6 questões e a média foi de 5,65 (desvio padrão 1,73). Dentre os assuntos abordados nos questionários, a identificação e manejo da PCR apresentou a maior porcentagem de erros, somando 55,15%, seguido por manipulação de fraturas (52,72%) e condutas frente a situações de queimaduras (50,90%). Além disso, 38,18% dos professores desconhecem o número do SAMU. O tema de maior domínio pelos participantes, conforme este estudo, envolve a percepção de um quadro de ingestão e/ou inalação de solventes tóxicos ou corrosivos (74,54%). Embora o conjunto de respostas referentes à OVACE seja a segunda maior porcentagem de acertos (69,70%), a questão sobre como diferenciar uma obstrução leve de uma grave apresentou porcentagem isolada de erro de 63,64%. Conclusão: A pesquisa revela um baixo grau de conhecimento dos professores frente a situações de emergências pediátricas e reafirma a necessidade da exploração desse tema entre os educadores por outras ligas acadêmicas, visto que a ocorrência desses acidentes é elevada no ambiente escolar e que o treinamento contribui com a prevenção de morbimortalidade nessas crianças.
dc.format.mimetypeapplication/pdf
dc.relation.ispartofII Congresso de Saúde Coletiva da UFPR
dc.subjectEducação em Saúde
dc.subjectAtendimento de Emergência
dc.subjectEducação continuada
dc.titleEMERGÊNCIAS PEDIÁTRICAS: ESTUDO EXPLORATÓRIO QUANTO AO CONHECIMENTO DOS PROFESSORES DE EDUCAÇÃO INFANTIL
dc.typeArtigo
dc.identifier.ocs3891


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