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    FORTALECIMENTO DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE A PARTIR DA FORMAÇÃO INTERPROFISSIONAL: RELATO DE EXPERIÊNCIA DE DISCENTES DE ENFERMAGEM

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    Data
    2020-07-31
    Autor
    GABRIEL PAVINATI
    ANNY CAROLINE RIBEIRO DEVECHI
    CAROLINE SALA
    MARJORIE FAIRUZY STOLARZ
    ELIANA VALÉRIA PATUSSI
    Metadata
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    Resumo
    INTRODUÇÃO: A Educação Interprofissional (EIP) se apresenta como estratégia principal para formação profissional voltada para o trabalho em equipe, prática imprescindível para garantir a integralidade no cuidado em saúde (BATISTA, 2012). Destaca-se como política, o PET-Saúde que tem como eixo central o tema da Educação Interprofissional em Saúde visando o desenvolvimento do SUS, a partir de elementos teóricos e metodológicos da EIP. OBJETIVOS: Relatar a experiência da participação de acadêmicos integrantes do PET-Saúde/Interprofissionalidade, vinculado a Universidade Estadual de Maringá (UEM). MÉTODOS: Trata-se de um relato de experiência de quatro acadêmicos do curso de graduação de enfermagem integrantes do referido projeto. Este é realizado em quatro Unidades Básicas Saúde (UBS) e no ambulatório do Hospital Universitário Regional de Maringá - PR. O grande grupo é composto por 10 professores/ tutores e 30 acadêmicos de seis cursos de graduação da área da saúde da UEM, sendo: Biomedicina, Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Medicina, Psicologia e mais, 20 profissionais da saúde que atuam nas UBS e/ou na gestão da secretaria municipal (preceptores). Este grande grupo foi dividido em cinco pequenos grupos, que é composto por pelo menos um aluno de cada curso da saúde, dois professores/tutores e quatro preceptores. O pequeno grupo se reúne uma vez na semana para discussões e elaboração de intervenções. Mensalmente há uma reunião geral de todos os grupos para o desenvolvimento de oficinas, atividades e discussões coletivas. RESULTADOS: A partir das experiências vividas durante pouco mais de um ano de projeto, é nítido os inúmeros benefícios para nossa formação acadêmica. As discussões que acontecem tanto no pequeno grupo, como no grande grupo, trazem a visão dos diferentes graduandos e profissionais de saúde, enriquecendo e ampliando a percepção acerca das relações de trabalho e da assistência à saúde. Além disso, as atividades práticas vivenciadas no pequeno grupo com os alunos dos outros cursos da saúde tornam o processo de aprendizagem mais rico e dinâmico, uma vez que há trocas de experiências entre os mesmos. Também nossos conhecimentos são expandidos a respeito das competências comuns e específicas de cada profissão, bem como das práticas colaborativas, que estão presentes no processo do trabalho. CONCLUSÕES: A integração ensino-serviço-comunidade pautada na lógica interprofissional, permite a aproximação de acadêmicos à realidade do serviço e possibilita a inserção no processo de trabalho. Isso enriquece e dinamiza o aprendizado visto que possibilita a aplicação dos conhecimentos teóricos adquiridos nas discussões, às diferentes realidades da prática.
    URI
    https://hdl.handle.net/1884/90427
    Collections
    • II Congresso de Saúde Coletiva da UFPR [570]

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