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dc.contributor.advisorCunha, Luiz Antonio Munhoz dapt_BR
dc.contributor.otherCamargo, Alexandre Antônio dept_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências da Saúde. Curso de Especialização em Traumatologia e Ortopediapt_BR
dc.creatorBarbosa, Gabriella Maíra Rodriguespt_BR
dc.date.accessioned2024-08-30T17:30:33Z
dc.date.available2024-08-30T17:30:33Z
dc.date.issued2020pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/89569
dc.descriptionOrientador: Prof. Dr. Luiz Antonio Munhoz da Cunhapt_BR
dc.descriptionCoorientador: Prof. Dr. Alexandre Antônio de Camargopt_BR
dc.descriptionMonografia (especialização) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Saúde, Curso de Especialização em Traumatologia e Ortopediapt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo: A paralisia cerebral, pode ser caracterizada como um grupo de distúrbios de movimento e postura que causam uma limitação nas atividades, atribuível a distúrbios não progressivos que ocorrem no cérebro fetal ou neonatal ainda em desenvolvimento. Em meados dos anos 90, o uso da toxina botulínica A no projeto de reabilitação individual da paralisia cerebral adquiriu particular relevância devido a capacidade da toxina de liberar os músculos, sendo então empregue em tratamentos como os de distonia e espasticidade. O objetivo deste estudo foi compilar, avaliar e resumir estudos científicos que abordam a aplicação da Toxina Botulínica tipo A, no tratamento para espasticidade dos membros inferiores em portadores de PC e a sua eficácia e segurança no tratamento da espasticidade dos membros inferiores. Dado que a paralisia cerebral é uma das causas mais ordinárias de inépcia física, torna-se relevante um aprofundamento quanto a aplicação da toxina botulínica, uma vez que seu emprego é tido como o tratamento local de escolha mais comum para a espasticidade dos membros inferiores. O processo de pesquisa adotado para a execução do trabalho foi a revisão da literatura, sendo que, por intermédio de uma análise documental metódica é que as referências bibliográficas e clínicas relevantes, foram identificadas. Conclui-se que a TBA causa uma diminuição no tônus muscular na maioria dos ensaios clínicos e nas condições estudadas e que por essa causa, tem sido escolhido como procedimento propenso na redução da espasticidade de pacientes com paralisia. Tal redução da manifestação da espasticidade é capaz, em copiosos eventos, de coadjuvar na evolução da função dos membros inferiores, neste conjunto de indivíduos.pt_BR
dc.format.extent1 recurso online : PDF.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectToxinas botulínicas tipo Apt_BR
dc.subjectEspasticidadept_BR
dc.subjectParalisia cerebralpt_BR
dc.titleO emprego da toxina botulínica tipo a para o tratamento da espasticidade dos membros inferiores na paralisia cerebralpt_BR
dc.typeTCC Especialização Digitalpt_BR


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