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dc.contributor.advisorBorges, Lucélia Justino, 1982pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Biológicas. Curso de Graduação em Educação Físicapt_BR
dc.creatorReis, Cleitonpt_BR
dc.date.accessioned2024-08-29T22:04:32Z
dc.date.available2024-08-29T22:04:32Z
dc.date.issued2024pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/89565
dc.descriptionOrientador: Prof. Dra. Lucélia Justino Borgespt_BR
dc.descriptionMonografia (Licenciatura) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Biológicas, Curso de Graduação em Educação Física.pt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo : A Educação de Jovens e Adultos (EJA) é uma modalidade da Educação Básica destinada a jovens e adultos acima de 15 anos, que se encontram com a escolarização incompleta ou que não iniciaram a escolarização. Os objetivos dessa pesquisa foram analisar o contexto de ensino da EJA na rede municipal de Curitiba/PR na percepção de professores, bem como identificar o perfil dos(as) professores(as) e dos(as) estudantes da EJA, e a percepção destes sobre a EJA e sobre as práticas corporais. A pesquisa caracterizou-se como aplicada, transversal, descritiva, com abordagens qualitativas e quantitativas. Participaram três professores e 11 estudantes por meio de entrevista semiestruturada com questões sobre o ensino da EJA, perfil dos(as) professores(as) e dos(as) estudantes, percepção sobre a EJA e sobre as práticas corporais. A amostra foi composta por estudantes homens (n=4) e mulheres (n=7); sendo pardos (n=5), brancos (n=4), preto (n=1) e indígena (n=1). A média de idade dos estudantes foi de 46,5 anos, sendo quatro considerados idosos, com idades entre 62 e 67 anos. Os entrevistados cursavam entre a primeira e a quinta etapa de ensino da EJA. Em relação às práticas corporais na infância, nove estudantes afirmam ter experiências de movimentos durante o período, como: jogos e brincadeiras populares (n=5), jogar futebol (n=4) e pular corda (n=3). Além disso, três estudantes afirmam que as vivências corporais durante a infância dividiam espaço com deveres relacionados ao trabalho. Outros dois afirmam não ter vivenciado nenhum tipo de prática devido o mesmo motivo. Em relação às práticas corporais realizadas na EJA, sete estudantes afirmaram que já realizaram práticas de movimento, enquanto quatro, nunca. Destaca-se a realização de práticas de alongamento (n=5), caminhada (n=2) e exercícios de plataforma de vídeos (n=2). As três professoras tinham idade de 38, 53 e 58 anos, brancas, formadas em Pedagogia e tempo de atuação na EJA superior a 5 anos. As professoras apresentaram percepções positivas acerca do contexto de ensino ofertado aos alunos na EJA, destacaram a vontade de aprender dos alunos e que as turmas são heterogêneas, o que possibilita a troca de aprendizagens entre os estudantes. O estudo constatou que há um contexto de ensino favorável para o processo de ensino-aprendizagem entre professores e estudantes e esse acontece em um ambiente diversificado, com alunos de diferentes idades, raças e gêneros. Quanto às práticas corporais foi evidenciado acesso limitado na EJA, sendo que os estudantes não vivenciam práticas corporais que são obrigatórias na educação básicapt_BR
dc.format.extent1 recurso online : PDF.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectEducação de jovens e adultospt_BR
dc.subjectPraticas corporaispt_BR
dc.subjectEducação básicapt_BR
dc.subjectEducação básica - Paranápt_BR
dc.titlePercepção de professores e estudantes sobre a Educação de Jovens e Adultos (EJA) e sobre as práticas corporaispt_BR
dc.typeTCC Graduação Digitalpt_BR


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