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dc.contributor.advisorHolanda, Adriano Furtado, 1964-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Psicologiapt_BR
dc.creatorSchleder, Karoline Stoltzpt_BR
dc.date.accessioned2023-12-15T17:40:00Z
dc.date.available2023-12-15T17:40:00Z
dc.date.issued2018pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/85342
dc.descriptionOrientador: Prof. Dr. Adriano Furtado Holandapt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Psicologia. Defesa : Curitiba, 26/09/2018pt_BR
dc.descriptionInclui referências: p.97-107pt_BR
dc.description.abstractResumo: O presente trabalho tem como objetivo geral compreender as relações entre arte e saúde mental, considerando sua presença nas práticas de cuidado à saúde mental e a falta de clareza quanto aos contornos dessa relação. O trabalho está organizado em dois estudos. O primeiro possui o objetivo de conhecer a produção científica brasileira de artigos sobre essa área de intersecção, a partir de revisão bibliográfica. O segundo estudo visa compreender os sentidos de uma oficina de arte para membros de uma Associação de pessoas que participam da Rede de Atenção Psicossocial. Trata-se de estudo empírico qualitativo constituído pela realização de uma oficina de arte e coleta de dados a partir de observação participante, diário de campo, grupos focais e questionário. Os resultados do primeiro estudo apontam que grande parte da produção é composta de estudos empíricos superficiais e estes, por sua vez, são majoritariamente relatos de experiência ou pesquisas qualitativas. Os estudos empíricos puderam ser compreendidos em três eixos temáticos: Contexto psicopedagógico, Contexto hospitalar e da Atenção Psicossocial. E os artigos teóricos em dois eixos: Investigações históricas acerca das relações entre arte, saúde mental e seus personagens; e Estudos que discutem as possibilidades de trabalho por meio da arte em diferentes contextos. As relações entre arte e saúde mental são pensadas e praticadas prioritariamente por profissionais da saúde e voltadas às práticas de cuidado, se justificando pela atenção psicossocial. Em relação ao segundo estudo, foram identificados os seguintes núcleos de sentido: terapêutico; de aprendizagem e desenvolvimento do conhecimento, da imaginação e da criatividade; relacionamento do grupo e espaço de descoberta e de superação. Aponta que a experiência estética desenvolvida na oficina pode contribuir tanto para o caráter terapêutico quanto de aprendizagem e desenvolvimento dos participantes, além da qualificação de seu trabalho artístico. Fica evidente que a relação entre arte e saúde mental, apesar de mencionar o olhar sobre o sujeito, afasta-se deste na homogeneização de suas práticas. Ao afastar-se do sujeito, perde-se de vista o caráter terapêutico, o qual foi evidenciado pelos participantes da oficina investigada, que não tinha esse enfoque. Por fim, enfatiza-se a importância de escutar a pessoa para a qual se destina a prática no cuidado à saúde mental e sugere-se que outros estudos se debrucem sobre a descrição do processo de desenvolvimento de práticas, procurando avaliar até que ponto atendem às necessidades de seus participantes.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: The general objective of this paper is to understand the relationships between art and mental health, considering the presence of art in mental health care practices and the lack of clarity as to the form of this relationship. The paper is comprised of two studies. The purpose of the first study is to get to know Brazilian scientific production of articles on this area of intersection based on a literature review. The second study aims to gain an understanding of the meanings of a workshop for members of an association of people who take part in the Psychosocial Care Network. It is a qualitative empirical study comprised of holding an art workshop and collecting data through participative observation, a field diary, focus groups and a questionnaire. The results of the first study indicate that most of the production is comprised of superficial empirical studies, the majority of which in turn are either experience reports or qualitative studies. The empirical studies could be divided into three thematic areas: the Psychopedagogical context, the Hospital context and the Psychosocial care context. The theoretical articles could be divided into two areas: Historical investigations into the relationships between art, mental health and its characters; and Studies discussing the possibilities of working using art in different contexts. The relationships between art and mental health are devised and practiced primarily by health professionals and directed towards care practices, being justified in terms of psychosocial care. With regard to the second study, the following meaning cores were found: therapeutic; learning and development of knowledge, imagination and creativity; relationship between the group members and space of discovery and overcoming. It indicates that the aesthetic experience developed in the workshop can contribute to both its therapeutic nature and also to participant learning and development, as well as qualifying their artistic work. It is evident that the relationship between art and mental health, despite mentioning the perspective of the subject, distances itself from the subject through the homogenization of its practices. By distancing itself from the subject, its therapeutic character is lost from sight, as made evident through the participants of the workshop we investigated, which did not have this focus. Finally, we emphasize the importance of listening to the person at whom the mental health care practice is aimed and suggest that further studies should elaborate on describing the process though which practices are developed, seeking to assess the extent to which they meet the needs of their participants. space of discovery and overcoming. It indicates that the aesthetic experience developed in the workshop can contribute to both its therapeutic nature and also to participant learning and development, as well as qualifying their artistic work. It is evident that the relationship between art and mental health, despite mentioning the perspective of the subject, distances itself from the subject through the homogenization of its practices. By distancing itself from the subject, its therapeutic character is lost from sight, as made evident through the participants of the workshop we investigated, which did not have this focus. Finally, we emphasize the importance of listening to the person at whom the mental health care practice is aimed and suggest that further studies should elaborate on describing the process though which practices are developed, seeking to assess the extent to which they meet the needs of their participants.pt_BR
dc.format.extent1 recurso online : PDF.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectPsicologia educacionalpt_BR
dc.subjectCriatividadept_BR
dc.subjectPsicoterapiapt_BR
dc.subjectArteterapiapt_BR
dc.subjectPsicologiapt_BR
dc.titleOs sentidos de uma oficina de arte no contexto da atenção à saúde mentalpt_BR
dc.typeDissertação Digitalpt_BR


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