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dc.contributor.advisorMiranda, Fernanda Moura D'Almeida, 1979-pt_BR
dc.contributor.otherPimenta, Adriano Marçal, 1980-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências da Saúde. Programa de Pós-Graduação em Enfermagempt_BR
dc.creatorFenzke, Michele Nunespt_BR
dc.date.accessioned2024-02-19T18:37:11Z
dc.date.available2024-02-19T18:37:11Z
dc.date.issued2023pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/83170
dc.descriptionOrientadora: Profª. Drª. Fernanda Moura D’Almeida Mirandapt_BR
dc.descriptionCoorientador: Prof. Dr. Adriano Marçal Pimentapt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Enfermagem. Defesa : Curitiba, 16/02/2023pt_BR
dc.descriptionInclui referências: p. 83-98pt_BR
dc.description.abstractResumo: Essa pesquisa aborda o contexto sociopolítico durante a pandemia, os impactos na saúde mental dos profissionais da saúde, os conceitos de ansiedade geral e da ansiedade traço e estado, a ansiedade em profissionais da saúde em meio à pandemia da COVID-19, os riscos psicossociais na Unidade de Terapia Intensiva e a saúde mental relacionada ao trabalho sob a ótica de Cristophe Dejours. Teve como objetivo geral analisar os fatores associados aos níveis de ansiedade traço e estado dos profissionais da saúde atuantes em unidades de terapia intensiva de um hospital de ensino do sul do Brasil. Trata-se de uma pesquisa transversal e analítica, com abordagem quantitativa. A pesquisa foi desenvolvida em um complexo hospitalar universitário da capital paranaense. Os participantes incluídos no estudo foram 100 profissionais de saúde: médicos, residentes médicos e multiprofissionais, fisioterapeutas, enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem. A coleta de dados foi realizada de abril a julho de 2022. Para tanto, houve aplicação de três instrumentos: o questionário estruturado e autoaplicável adaptado que caracterizou o perfil sociodemográfico e laboral, o instrumento Inventário de Ansiedade Traço- Estado e, por último, foi aplicada a versão Catarinense do Copenhagen Psychossocial Questionnaire II que avaliou os riscos psicossociais no trabalho dos profissionais da saúde atuantes em unidade de terapia intensiva. A análise das características sociodemográficas e laborais dos participantes foram descritas por meio das medidas de tendência central e dispersão, frequência absoluta (n) e relativa (%), sendo as diferenças estatísticas avaliadas com a aplicação dos testes de t-Student ou ANOVA. Também foi aplicado o teste de Spearman, realizada análise multivariada hierarquizada e verificado princípio da homocedasticidade das variâncias nos modelos de regressão linear, por meio do teste de Breusch- Pagan/Cook-Weisberg e análise dos resíduos. Foi identificado, a partir dos resultados, principalmente, que a maioria dos profissionais (66%) apresentou nível médio à alto de ansiedade traço, e resultado similar foi identificado para ansiedade estado em que 62% apresentavam nível médio a alto do nível de ansiedade. Quanto aos riscos risco psicossociais, os profissionais estavam expostos, em sua maioria, a riscos classificados como intermediários para saúde, vivenciando situações de potencial risco, sendo que quanto maior o risco psicossocial maior foi o nível de ansiedade traço e estado. Identificou-se que ser do sexo masculino reduz a média da ansiedade traço e estado, assim como a carga horária semanal acima de 40 horas aumenta a média da ansiedade traço. Quanto melhor as condições dos fatores psicossociais no trabalho menor ansiedade. Destacou-se que o domínio organização do trabalho e conteúdo se associou significativamente a ambos os tipos de ansiedades. Concluiu-se que existem riscos psicossociais no ambiente laboral e estão associados ao aumento do nível de ansiedade traço e estado, portanto é relevante o desenvolvimento de intervenções em saúde do trabalhador para proteção da saúde mental dos profissionais da saúde e para melhorar a qualidade de vida deles.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: This research addresses the sociopolitical context during the pandemic, the impacts on the mental health of health professionals, the concepts of general anxiety and trait and state anxiety, anxiety in health professionals in the midst of the COVID-19 pandemic, psychosocial risks in the Intensive Care Unit and work-related mental health from the perspective of Cristophe Dejours. Its general objective was to analyze the factors associated with the levels of trait and state anxiety of health professionals working in intensive care units of a teaching hospital in southern Brazil. This is a cross-sectional and analytical research, with a quantitative approach. The research was developed in a university hospital complex in the capital of Paraná. The participants included in the study were 100 health professionals: physicians, medical and multidisciplinary residents, physiotherapists, nurses, technicians and nursing assistants. Data collection was carried out from April to July 2022. For this purpose, three instruments were applied: the adapted structured and self-administered questionnaire that characterized the sociodemographic and work profile, the State- Trait Anxiety Inventory instrument and, finally, it was The Santa Catarina version of the Copenhagen Psychosocial Questionnaire II was applied, which assessed the psychosocial risks in the work of health professionals working in an intensive care unit. The analysis of the sociodemographic and work characteristics of the participants was described using measures of central tendency and dispersion, absolute (n) and relative (%) frequency, and statistical differences were evaluated using Student's t-test or ANOVA. The Spearman test was also applied, a hierarchical multivariate analysis was performed and the principle of homoscedasticity of variances in the linear regression models was verified, using the Breusch- Pagan/Cook-Weisberg test and analysis of residuals. It was identified, mainly from the results, that most professionals (66%) had a medium to high level of trait anxiety, and a similar result was identified for state anxiety, in which 62% had a medium to high level of anxiety. As for psychosocial risks, most professionals were exposed to risks classified as intermediate to health, experiencing situations of potential risk, and the greater the psychosocial risk, the greater the level of trait and state anxiety. It was identified that being male reduces the average of trait and state anxiety, as well as the weekly workload above 40 hours increases the average of trait anxiety. The better the conditions of psychosocial factors at work, the less anxiety. It was highlighted that the work organization and content domain was significantly associated with both types of anxieties. It was concluded that there are psychosocial risks in the work environment and are associated with an increase in the level of trait and state anxiety, therefore it is relevant to develop interventions in workers' health to protect the mental health of health professionals and to improve their quality of life from them.pt_BR
dc.format.extent1 recurso online : PDF.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectUnidade de tratamento intensivopt_BR
dc.subjectPessoal de saúdept_BR
dc.subjectSaúde e trabalhopt_BR
dc.subjectSaúde mentalpt_BR
dc.subjectEnfermagempt_BR
dc.titleNível de ansiedade e fatores psicossociais em profissionais da saúde intensivistaspt_BR
dc.typeDissertação Digitalpt_BR


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