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dc.contributor.advisorMafra Junior, Luiz Laureno, 1979-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Campus Pontal do Paraná - Centro de Estudos do Mar. Curso de Graduação em Oceanografiapt_BR
dc.creatorMarcelino, Carolina Semiramis Guimarãespt_BR
dc.date.accessioned2023-02-16T16:29:03Z
dc.date.available2023-02-16T16:29:03Z
dc.date.issued2022pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/81206
dc.descriptionOrientador: Luiz Laureno Mafra Júniorpt_BR
dc.descriptionCoorientador: Mario Roberto Castro Meira Filhopt_BR
dc.descriptionMonografia (graduação) - Universidade Federal do Paraná, Campus Pontal do Paraná, Centro de Estudos do Mar, Curso de Graduação em Oceanografia.pt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo : A toninha (Pontoporia blainvillei) é o menor cetáceo do Atlântico Sul e atualmente está considerada sob grande risco de extinção. Na costa oeste do Atlântico Sul, sua distribuição ocorre desde o estado brasileiro do Espírito Santo até a Argentina. No Paraná, estudos sobre a dieta da toninha abrangendo todo o litoral do estado só foram realizados até o ano de 2003, portanto o objetivo desta pesquisa foi analisar apenas o conteúdo estomacal de toninhas mortas encalhadas nesta região, realizando comparações entre sexo, sazonalidade, fase de desenvolvimento e ano à ano, desde agosto de 2015 até agosto de 2022, totalizando 68 espécimes. Foram identificados os itens da dieta e realizados os cálculos de frequência de ocorrência e abundância relativa para analisar a ocorrência de cada item encontrado. Os peixes teleósteos foram o principal grande grupo observado, sendo a família mais representativa a Sciaenidae, que abrange peixes de grande interesse comercial. Assim como registrado na Baía da Babitonga, a presa mais recorrente neste estudo foi Stellifer rastrifer. Foram encontradas seis espécies inéditas no estômago de Pontoporia blainvillei, sendo uma delas Stellifer stellifer que apresentou grande importância na alimentação. Foi possível observar uma predominância por algumas espécies de peixe como Pellona harroweri, Isopisthus parvipinnis e Stellifer rastrifer, entretanto ainda pode-se considerá-la uma espécie oportunista. Dentre os cefalópodes, a família com maior representatividade foi a Loliginidae, que inclui espécies comerciais de lulas. A comparação da dieta entre os sexos das toninhas avaliadas não retratou grande variação. Já no caso da sazonalidade e das fases de desenvolvimento dos indivíduos, foi possível observar mudança na composição da dieta, havendo maior diversidade de presas consumidas nas estações de inverno e de primavera, e pelos indivíduos juvenis. Entretanto as espécies principais de peixes e cefalópodes presentes no conteúdo foram as mesmas, independente dos parâmetros avaliados.pt_BR
dc.format.extent1 recurso online : PDF.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectCetáceos - Ecologiapt_BR
dc.subjectDietaspt_BR
dc.subjectPeixespt_BR
dc.titleAnálise do conteúdo estomacal de toninhas (Pontoporia blainvillei) encalhadas mortas no litoral do Paranápt_BR
dc.typeTCC Graduação Digitalpt_BR


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