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dc.contributor.advisorBorba, Carolina dos Anjos de, 1979-pt_BR
dc.contributor.otherWedig, Josiane Carinept_BR
dc.contributor.otherDuvvury, Natapt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação. Programa de Pós-Graduação em Meio Ambiente e Desenvolvimentopt_BR
dc.creatorKempf, Renata Borgespt_BR
dc.date.accessioned2023-02-14T15:23:24Z
dc.date.available2023-02-14T15:23:24Z
dc.date.issued2022pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/81173
dc.descriptionOrientadora: Prof. Dra. Carolina dos Anjos de Borbapt_BR
dc.descriptionCoorientadoras: Prof. Dra. Josiane Carine Wedig, Prof. Dra. Nata Duvvurypt_BR
dc.descriptionTese (doutorado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Agrárias, Programa de Pós-Graduação em Meio Ambiente e Desenvolvimento. Defesa : Curitiba, 18/11/2022pt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo: A presente tese analisa os saberes e fazeres de mulheres camponesas e quilombolas em distintos contextos, a saber, nos municípios de Pinhão (PR) e Barra do Turvo (SP) no Brasil e em diferentes espaços da Irlanda. As interlocutoras da pesquisa vivenciam diferentes dinâmicas de trabalho e estratégias de vida, criando espaços de autonomia enquanto agricultoras. A pesquisa foi realizada através do método etnográfico, com observação participante e entrevistas, por meio de diálogos permanentes com essas mulheres. A construção da tese teve como base analítica a teoria decolonial e interseccional, considerando as diferenças de classe, raça, gênero e outros marcadores sociais. Como resultados das análises, notamos que nas suas formas de trabalho e construção de conhecimento se encontram estratégias de resistência ao colonialismo, ao patriarcado e ao capitalismo. Em um mundo de mercados globais e competitivos, as(os) camponesas(es) e quilombolas mantêm relações de trocas e ajuda mútua. Em meio a mercados de commodities para exportação, essas mulheres produzem alimentos saudáveis para suas famílias e territórios. Frente a uma lógica na qual a natureza é vista como recurso a ser explorado para produção de capital, os quintais diversificados e as agroflorestas (re)emergem como alternativas de (re)produção de vida. Nessas formas cotidianas de resistência, as mulheres camponesas e quilombolas têm na coletividade, na produção de alimentos e nas relações harmônicas com a natureza, seus pilares principais. A análise interseccional adotada na pesquisa chama atenção para o vácuo teórico onde mulheres camponesas racializadas se encontram, destacando a urgência de estudos com um olhar interseccional sobre o meio rural. Nas semelhanças e diferenças da luta diária dessas mulheres frente à colonialidade da natureza, do saber, do poder e do ser, elas constroem uma diversidade de práticas de resistências cotidianas, um feminismo na prática.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: This thesis analyzes the knowledge and activities of peasant and quilombola women in different contexts, namely in the municipalities of Pinhão (PR) and Barra do Turvo (SP) in Brazil and in different places in Ireland. The research interlocutors experience different work dynamics and life strategies, creating spaces for autonomy as farmers. The research was conducted using the ethnographic method, with participant observation and interviews, through permanent dialogues with these women. The construction of the thesis was based on decolonial and intersectional theory, considering differences in class, race, gender, and other social markers. As a result of the analysis, we noticed that in the19ir ways of working and building knowledge there are strategies of resistance to colonialism, patriarchy, and capitalism. In a world of global and competitive markets, peasants and quilombolas maintain exchange relationships and mutual aid. In the midst of commodity export markets, these women produce healthy food for their families and territories. Faced with a logic in which nature is seen as a resource to be exploited to produce capital, diversified backyards and agroforests (re)emerge as alternatives for the (re)production of life. In these everyday forms of resistance, peasant and quilombola women have their main pillars in community, food production and harmonious relationships with nature. The intersectional analysis adopted in the research draws attention to the theoretical vacuum in which racialized peasant women find themselves, highlighting the urgency of studies with an intersectional perspective in rural areas. In the similarities and differences of these women's daily struggle against the coloniality of nature, knowledge, power and being, they build a diversity of everyday resistance practices, feminism in practice.pt_BR
dc.format.extent1 recurso online : PDF.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectAgricultura familiarpt_BR
dc.subjectQuilombolaspt_BR
dc.subjectFeminismopt_BR
dc.subjectCiências Ambientaispt_BR
dc.titleSaberes e fazeres de mulheres camponesas e quilombolas nas agriculturas : produzindo formas de resistências e existênciaspt_BR
dc.typeTese Digitalpt_BR


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