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dc.contributor.advisorNagai, Renata Hanae, 1982-pt_BR
dc.contributor.authorOliskovicz, Lais Fabiana, 1992-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Campus Pontal do Paraná - Centro de Estudos do Mar. Curso de Graduação em Oceanografiapt_BR
dc.date.accessioned2022-09-30T17:03:36Z
dc.date.available2022-09-30T17:03:36Z
dc.date.issued2016pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/79096
dc.descriptionOrientadora: Renata Hanae Nagaipt_BR
dc.descriptionMonografia (graduação) - Universidade Federal do Paraná, Campus Pontal do Paraná, Centro de Estudos do Mar, Curso de Graduação em Oceanografia.pt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo : No Holoceno Tardio a forçante solar e os modos de variabilidade interna do planeta (p.e., Circulação Meridional do Atlântico – AMOC) foram as forçantes que dominaramas oscilações no clima. As variações no clima global são influenciadas pela transferência de calor entre oceano e atmosfera, e estas variações podem ser observadas através da temperatura da superfície do mar (TSM). Assim, este projeto tem como objetivo principal avaliar as variações na TSM no Atlântico SW durante o Holoceno Tardio, com base em associações de foraminíferos planctônicos, e avaliar a relação destas variações com a forçante solar e a AMOC. Para isso, um testemunho (NAP68-2, 25,792°S, 45,022°W, 1393m) foi investigado quanto ao conteúdo de foraminíferos planctônicos. O modelo de idade foi obtido por uma regressão linear baseada em datação de AMS 14C, revelando que o testemunho abrange os últimos 3000 anos. As amostras foram quarteadas na fração de tamanho >125 µm e foram triadas em placa específica (picking tray), com um mínimo de 300 foraminíferos planctônicos. As testas foram contadas e identificadas com base em literatura específica. As estimativas de TSM foram obtidas com base nos dados microfaunísticos a partir de uma função de calibração. Um total de 29 espécies de foraminíferos planctônicos foram identificadas, das quais 7 foram consideradas como representativas (>6%) e classificadas de acordo com suas preferências ecológicas. A análise das associações de foraminíferos revela que entre 3000 e 1500 anos cal. AP havia predominância de menor TSM e alta produtividade primária, provavelmente associada à ressurgência de quebra de plataforma da ACAS no Atlântico SW. Após 1500 anos cal. AP as associações indicam aumento da TSM e baixa produtividade devido à predominância de águas provenientes da AT. Similar aos resultados encontrados nas observações da fauna, as razões Gb/Gr e F/Q, que foram utilizadas como indicadores da intensidade de ressurgência e de temperatura, respectivamente, mostraram aumento na abundância de espécies de água fria em 1600 anos cal. AP, e predominância das espécies de águas quentes no Presente. A partir da comparação da TSM reconstruída neste trabalho com outros trabalhos na margem Brasileira, foi possível observar que anomalias positivas (negativas) de TSM estão associadas à CB enfraquecida (fortalecida) e o fortalecimento (enfraquecimento) da AMOC. Portanto, confirma-se a hipótese de que as mudanças na intensidade da AMOC na margem SE brasileira atuaram como forçante fundamental nas variações da TSM no Holoceno Tardio.pt_BR
dc.format.extent1 recurso online : PDF.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectForaminiferopt_BR
dc.subjectOceano - Temperaturapt_BR
dc.titleVariações hidrográficas no Atlântico Sudoeste durante o Holoceno Tardio e a relação com as forçantes externa e internas do sistema climáticapt_BR
dc.typeMonografia Graduação Digitalpt_BR


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