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dc.contributorCosta, Maria Regina Ferreira dapt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Biológicas. Curso de Graduação em Educação Físicapt_BR
dc.creatorMachado, Andréa de Larapt_BR
dc.date.accessioned2023-10-03T18:03:54Z
dc.date.available2023-10-03T18:03:54Z
dc.date.issued2002pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/78984
dc.descriptionOrientadora: Maria Regina Ferreira da Costapt_BR
dc.descriptionMonografia (Licenciatura) – Universidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Biológicas. Curso de Educação Física.pt_BR
dc.description.abstractResumo: Este estudo analisou como o professor de Educação Física interveio frente aos conflitos de gênero, aos estereótipos sexuais e atitudes sexistas no cotidiano das aulas da 7a série "A" da Escola Estadual Amâncio Moro na cidade de Curitiba - PR. Enfatizo que este estudo teve como base as teorias feministas focadas na perspectiva da diferença, pois não pretendeu colocar em oposição homens e mulheres, mas aprofundar a necessidade de desconstrução da supremacia do gênero masculino sobre o feminino, em busca de igualdade política e social. Foram abordadas as seguintes questões: Como as meninas e os meninos se relacionaram e atuaram no grupo misto diante da intervenção do professor?; O que as meninas e os meninos aprenderam implícita e explicitamente no cotidiano das aulas através da intervenção do professor?; Quais atividades físicas foram desenvolvidas pelo professor com as meninas e os meninos?. Realizei a coleta das informações de março a dezembro de 2001 através do estudo de caso qualitativo, com a utilização de observação participante, entrevista semi-estruturada e diário de investigação. Pude constatar que o professor polarizava as atividades em suas aulas, as aulas de Educação Física correspondiam ao modelo masculino de atividades e relações, os conteúdos ministrados demonstravam uma educação dirigida ao desempenho dos que sabiam e as meninas sentiam-se inferiorizadas e julgavam-se incapazes de realizar as atividades propostas porque não possuíam o mesmo nível de experiência que os meninos. Alguns meninos tiveram resistências ao modelo apresentado pelo professor e, neste contexto, foram vítimas tanto quanto as meninas, pois ambos não tiveram liberdade de escolha.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.relationTambém disponível em formato digitalpt_BR
dc.subjectGêneropt_BR
dc.subjectEducaçao - Aspectos sociaispt_BR
dc.titleDocência e estereótipos de gênero nas aulas de educação físicapt_BR
dc.typeTCC Graduaçãopt_BR


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