Show simple item record

dc.contributor.advisorBorzone, Carlos Alberto, 1955-pt_BR
dc.contributor.otherTavares, Yara Aparecida Garciapt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Campus Pontal do Paraná - Centro de Estudos do Mar. Curso de Graduação em Oceanografiapt_BR
dc.creatorSantos, Henrique Ferraript_BR
dc.date.accessioned2023-12-01T17:29:50Z
dc.date.available2023-12-01T17:29:50Z
dc.date.issued2004pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/77760
dc.descriptionOrientador: Carlos Borzonept_BR
dc.descriptionCoorientadora: Yara Aparecida Garcia Tavarespt_BR
dc.descriptionMonografia (Bacharelado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciencias da Terra, Centro de Estudos do Mar, Curso de Graduaçao em Oceanografiapt_BR
dc.description.abstractO objetivo da pesquisa foi estudar a estrutura e composição da comunidade bêntica da região entremarés rochosa da Ilha da Galheta, litoral paranaense. O trabalho identificou a composição e estrutura de comunidades sésseis e semi-sésseis durante periodos de inverno e verão. Foram utilizados amostradores quadrados de 15x15cm com malha de 1,5x1,5cm, concatenados ao longo de duas transversais em um ponto protegido e outro exposto a ação de ondas. Os organismos sob os pontos de intersecção foram contados e identificados. A diversidade da comunidade, distribuição e cobertura das populações foram comparadas entre costão exposto e protegido, no inverno e verão. Foram encontrados 37 taxons com diferenças na composição da comunidade entre os pontos estudados. O ponto protegido se diferencia do ponto exposto no início do mesolitoral, a área é ocupada pelo mexilhão Perna perna no ponto exposto e por dominância de algas no ponto protegido. As principais condicionantes da composição e estrutura da comunidade são a dessecação e o batimento de ondas. O batimento de ondas mais freqüente no inverno condiciona as comunidades dos dois pontos, durante o verão é menos frequente, causando diferenças na composição da comunidade do ponto protegido onde foram encontradas as maiores diferenças. Foi identificada a presença do bivalve Isognomon bicolor, recentemente identificado como invasor em costões rochosos brasileiros. Sua distribuição e cobertura foi superior no verão e no costão protegido. Trata-se de um organismo sem registro anterior no Paraná e possivelmente introduzido por água de lastro em águas brasileiras. Palavras-chave: Costão rochoso, Comunidade bêntica, Isognomon bicolor.pt_BR
dc.format.extent52 f.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.relationDisponível em formato digitalpt_BR
dc.subjectEcologia costeira - Brasilpt_BR
dc.subjectBentospt_BR
dc.subjectEcologia marinhapt_BR
dc.subjectCostao rochosopt_BR
dc.titleComposiçao e estrutura da comunidade bentica do entremarés rochoso da Ilha da Galheta, Baía de Paranaguá, Paraná, Brasilpt_BR
dc.typeTCC Graduaçãopt_BR


Files in this item

Thumbnail

This item appears in the following Collection(s)

Show simple item record