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    Relação entre frente térmica e núcleo de velocidade máxima da corrente do Brasil ao largo da costa sudeste brasileira.

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    VALERIO, Larissa Patricio.pdf (11.42Mb)
    Data
    2010
    Autor
    Valério, Larissa Patrício
    Metadata
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    Resumo
    Frentes Térmicas de Superficie (FT) na costa sudeste brasileira foram examinadas com a finalidade de validar sun utilidade na identificação do eixo de simetria do fluxo principal da Corrente do Brasil (CB). A variabilidade espacial da posição das FT foram inicialmente caracterizadas nos dados termais diários GOES-8 para 2006/2007, em mapas de livre cobertura de nuvens na região. Para correlacionar as FT com o eixo de simetria, saídas diárias de um modelo numérico implementado para o domínio da CB foram obtidos e avaliados no período de 2007. Para cada saída, o campo termal e o de velocidades totais em superficie foram digitalizados, tendo como resultado um par de curvas posicionados na FT e no eixo de simetria respectivamente. A distância normal média entre cada par de curva da simulação foi de 48.11 10.53 km, indicando que a distância média entre FT e o cixo de simetria é similar à distância conhecida entre a borda interna e o núcleo de velocidade da CB. A variabilidade sazonal foi marcada e mostrou os sitios de formação dos meandros e vortices ao longo do fluxo da CB. Uma comparação similar foi feita a fim de validar cada FT do modelo, com a respectiva FT digitalizada dos dados termais do sensor infra vermelho. Embora a distância média encontrada entre essas foi de 28 ± 10.4 km, isso mostrou que ambas FT medidas e as feições identificadas foram semelhantemente posicionadas, validando aquela do modelo.
     
    Surface Thermal Fronts (TF) in the southeastern brazilian coast, were examined in order to validate its utility in the identification of the symmetry axis of the Brazil Current's (BC) main flux. The spatial variability of the position of TF was initially characterized in the GOES-8 diary thermal data for 2006/2007, in maps which has free cloud cover for the region. To correlate them with the symmetry axis, diary outputs of a numerical model performed for the BC domain in 2007, were obtained and evaluated. For each output, the thermal field and total velocities field were digitilized in the upper layer, resulting in a curve positioned along the TF and another in the symmetry axis respectively. The normal distance average between these two curves were measured for each simulation day, and was found 48,11 10.53 km indicating that the mean distance between TF and symmetry axis modeled was similar to the distance known, between the internal edge and the velocity nucleus of BC. The seasonal variability was marked and showed the formation sites of the meanders and eddies along BC flux. A similar comparison was made, validating each modeled TF with each respective TF taken out of the orbital data. Although the mean distance found was 28 ± 10.4 km, it showed that both TF measured and the identificated features were similarly positioned, giving a value to the modeled one.
     
    URI
    https://hdl.handle.net/1884/76465
    Collections
    • Oceanografia [380]

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