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dc.contributor.advisorAlbrecht, Leandro Paiola, 1981-pt_BR
dc.contributor.authorBecker, Andreos dos Santos, 1993-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor Palotina. Curso de Graduação em Agronomiapt_BR
dc.date.accessioned2022-04-28T12:48:51Z
dc.date.available2022-04-28T12:48:51Z
dc.date.issued2015pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/75294
dc.descriptionOrientador: Leandro Paiola Albrechtpt_BR
dc.descriptionMonografia (graduação) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Palotina, Curso de Graduação em Agronomia.pt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo : O uso excessivo de glyphosate na dessecação de plantas daninhas ocasionou a seleção de plantas daninhas resistentes, dentre elas, se destaca o Capim Amargoso (Digitaria insularis). Por isso é necessário à utilização de outros herbicidas com diferentes mecanismos de ação para controlar o capim amargoso, dentre eles, se destaca o clethodim, graminicida capaz de controlar esta planta. Porém seu uso na dessecação pré-semeadura do milho tem ocasionado alguns problemas no milho. Objetivou-se com o presente trabalho determinar o efeito da atividade residual e fitointoxicação do clethodim aplicado em pré-semeadura do milho. Para isso foi realizado um experimento em casa de vegetação, com delineamento inteiramente casualisado, no esquema fatorial 4x6 em que, quatro foram os híbridos avaliados, (C1 Dekalb 290 VTPRO3; C2 - Dow Agrosciences 2B810 POWER CORE; C3 - Syngenta Status VIPTERA 3; C4 - Dekalb 340 VTPRO2) e seis foram os períodos de aplicação de clethodim anteriores a semeadura do milho (01, 03, 05, 10 e 15) dias e com uma testemunha sem aplicação. As variáveis analisadas foram emergência aos 7 dias após a semeadura, altura de planta, índice de clorofila, biomassa fresca e seca. Os dados foram submetidos à análise de variância (P=0,05), e posteriormente foram realizados os desdobramentos necessários, em que as médias foram comparadas pelo teste de Tukey (P=0,05). O tratamento de 01 dia anterior a semeadura apresentou (DAS) efeito residual, na qual as plantas de milho não conseguiram emergir aos 7 dias após a semeadura. Para os tratamentos de 03 e 05 DAS observou uma pequena redução na altura de plantas aos 11 dias após a emergência (DAE) para o híbrido C3 e aos 18 DAE para o híbrido C2. Nas demais avaliações não observou diferença entre os períodos. Não houve interferência no índice de clorofila das plantas, apenas para o período de 01 DAS, na qual, as plantas de milho não se desenvolveram. Dentro dos períodos avaliados, não se observou diferença da biomassa fresca e seca, apenas entre os híbridos. Conclui-se que o clethodim possui efeito residual de 1 dia, no qual interferiu em todas as variáveis analisadas. Os períodos de 03 e 05 DAS, são críticos, pois pode ocorrer uma redução na altura das plantas, dependo da sensibilidade do híbrido.pt_BR
dc.format.extent1 recurso online : PDF.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectHerbicidaspt_BR
dc.subjectAgronomiapt_BR
dc.titleAtividade residual de Clethodim em pré-semeadura de milhopt_BR
dc.typeMonografia Graduação Digitalpt_BR


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