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dc.contributor.advisorLana, Paulo da Cunha, 1956-pt_BR
dc.contributor.authorMendonça, Inara Regina Wengratt, 1992-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Campus Pontal do Paraná - Centro de Estudos do Mar. Curso de Graduação em Oceanografiapt_BR
dc.date.accessioned2022-05-10T15:03:51Z
dc.date.available2022-05-10T15:03:51Z
dc.date.issued2016pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/61937
dc.descriptionOrientador: Paulo da Cunha Lanapt_BR
dc.descriptionMonografia (Graduação) - Universidade Federal do Paraná, Centro de Estudos do Mar, Curso de Graduação em Oceanografia.pt_BR
dc.description.abstractResumo: As comunidades de macroalgas que se desenvolvem aderidas aos substratos duros dos manguezais recebem o nome de Bostrychietum (Post, 1936). Sua composição e biomassa variam em função da salinidade, temperatura, radiação incidente, taxas de emersão e imersão, entre outras forçantes ambientais. São importantes por aumentar a biodiversidade local, ao fornecerem refúgio, alimento e locais de reprodução para muitos animais. Este trabalho tem o objetivo de avaliar a composição, distribuição e variabilidade na biomassa do Bostrychietum ao longo do eixo leste-oeste do estuário subtropical da Baía de Paranaguá, na costa sul do Brasil, seguindo um gradiente de salinidade de 10 na região de Antonina a 30 próximo à Ilha do Mel. Para avaliar a variabilidade em distintas escalas espaciais, adotei um planejamento espacialmente hierarquizado nos níveis de setores (dezenas de quilômetros), áreas quilômetros a centenas de metros) e réplicas (dezenas de metros a metros). Foram realizadas duas campanhas amostrais, uma no verão e outra no inverno. Investigamos as escalas espaciais que mais contribuem para a variação do número de táxons, biomassa total, biomassa das espécies mais abundantes, composição das assembleias e biomassa das assembleias do Bostrychetum. Um total de dezoito espécies foram identificadas. B. radicans, B. tenella, B. binderi, B. calliptera, B. montagnei, B. pinnata, B. moritziana, C. leprieurii, C. ogasawarensis, C. caespitosa, C. cervicornis, R. riparium, R. africanum, C. membranacea, B. pusilla, C. rupestris, e um conglomerado de cianobactérias dos gêneros Microcoleus e Lyngbya. As cinco espécies mais abundantes foram B. radicans, B. binderi, B. calliptera, B. montagnei e B. pinnata. O número de táxons foi significativamente maior no setor euhalino na campanha de verão. A composição do Bostrychietum variou significativamente entre setores e teve uma variação muito significativa entre áreas. A biomassa total variou significativamente apenas entre áreas. A biomassa de B. montagnei foi mais elevada no setor de alta energia e a de B. radicans, no setor oligohalino. B. pinnata e B calliptera são espécies eurihalinas presentes ao longo de todo o gradiente estuarino. Apesar das cinco espécies mais abundantes variarem significativamente na escala de áreas, a variação na composição do Bostrychietum foi explicada primariamente na escala de setores correspondendo ao gradiente salino do estuário. B. pinnata e B calliptera são potenciais biomonitoras de qualidade ambiental em estuários subtropicais devido à sua dominância, elevada biomassa e ampla distribuição. Por outro lado, B. montagnei e B. radicans podem ser indicadores pontuais de impacto ambiental, dentro de seus setores de ocorrência e dominância. Palavras Chave: Bostrychietum, distribuição, composição, salinidade, biomassa.pt_BR
dc.format.extent1 recurso online : PDF.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectMacroalgas marinhaspt_BR
dc.titleVariação espacial da biomassa e composição do Bostrychietum em um estuário subtropicalpt_BR
dc.typeMonografia Graduação Digitalpt_BR


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