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dc.contributor.advisorSilveira, Jocelaine Martins dapt_BR
dc.contributor.authorCamoleze, Mônica Laíspt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Psicologiapt_BR
dc.date.accessioned2020-05-20T13:40:22Z
dc.date.available2020-05-20T13:40:22Z
dc.date.issued2017pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/47943
dc.descriptionOrientadora: Profª Drª Jocelaine Martins da Silveirapt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Educação, Programa de Pós-Graduação em Psicologia. Defesa: Curitiba, 29/03/2017pt_BR
dc.descriptionInclui referências : f. 95-97pt_BR
dc.description.abstractResumo: A presente dissertação dedica-se à quinta regra da Psicoterapia Analítica Funcional (FAP), sobre análises de contingências e estratégias de generalização. Objetivou-se identificar relações possíveis entre análises de contingências e tarefas de casa, e comportamentos clinicamente relevantes em sessão e relatos de comportamentos-alvo extra-sessão. Para a díade 1 foi realizado um experimento de sujeito único com reversão (A/A+B/A/A+B), em que A contemplou intervenções da FAP com exceção de análises de contingências e tarefas de casa, e B incluiu as técnicas da FAP com análises de contingências e tarefas de casa. Para a díade 2 foi realizado um estudo observacional, mantendo-se a integridade do tratamento em FAP. Os dados de ambas as díades foram analisados por meio da inspeção visual dos gráficos, da Análise de Correlação de Spearman, e da Análise de Probabilidade Transicional. Os resultados da díade 1 indicam que: 1) as análises de contingências e as tarefas de casa não tiveram efeito substancial sobre os comportamentos clinicamente relevantes intrassessão e extra-sessão; 2) houve correlação forte e probabilidade alta de transição entre o terapeuta evocar análises de contingências e as respostas de analisar contingências do cliente, correlação média e baixa probabilidade de transição entre análises de contingências do cliente e o reforço contingente do terapeuta; e 3) houve correlação forte e probabilidade alta de transição entre o terapeuta evocar auto-orientação e a resposta de auto-orientação do cliente, entre a resposta de auto-orientação do cliente e o reforço contingente do terapeuta, e correlação forte com probabilidade baixa de transição entre o reforço contingente de análises de contingências emitido pelo terapeuta e a resposta de auto-orientação do cliente. Os resultados da díade 2 indicam que houve: 1) correlação fraca e probabilidade alta de transição entre o terapeuta evocar análises de contingências e a resposta de analisar contingências do cliente, e correlação forte com probabilidade baixa de transição entre a resposta de analisar contingências do cliente e o reforço contingente do terapeuta; e 2) correlação forte com probabilidade alta de transição entre o terapeuta evocar auto-orientação e a resposta de auto-orientação do cliente, correlação forte com probabilidade baixa de transição entre a resposta de auto-orientação do cliente e o reforço contingente do terapeuta, e correlação forte com probabilidade baixa de transição entre o reforço contingente de análises de contingências emitido pelo terapeuta e a reposta de auto-orientação do cliente. Discute-se que a modelagem de análises de contingências e de auto-orientações pode ser útil para ensinar o cliente a analisar seu próprio comportamento e identificar comportamentos importantes de se testar e praticar no contexto extra-sessão. Conclui-se a dissertação sugerindo que a modelagem de análises de contingências ensina o cliente a analisar e descrever funcionalmente o próprio comportamento; que a modelagem de auto-orientações sobre tarefas de casa ensina o cliente a identificar comportamentos relevantes de se praticar na vida diária; e que a modelagem de análises de contingências pode facilitar as auto-orientações do cliente. Palavras-chave: análise de contingência, tarefas de casa, auto-orientação, psicoterapia analítica funcional.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: The following dissertation dedicates itself to the fifth rule in Functional Analytical Psychotherapy (FAP), about contingency analysis and generalization strategies. It was aimed to identify the possible relations between contingency analysis and home tasks, and clinically relevant behaviors in session and out-of-session target-behavior accounts. For dyad 1 it was made an experiment of a single subject with reversion (A/A+B/A/A+B), in which A contemplated interventions of FAP except for contingency analysis and home tasks, and B included FAP techniques with contingency analysis and home tasks. For dyad 2 it was made an observational study, keeping the integrity of treatment in FAP. The data of both dyads were analyzed by means of visual inspection of graphs, of Spearman Correlation Analysis, and of Transitional Probability Analysis. The results from dyad 1 indicated that: 1) contingency analysis and home tasks didn't have substantial effect on the clinically relevant behaviors in and out of session; 2) there was strong correlation and high probability of transition between the therapist evoking contingency analysis and the responses of analyzing the client's contingencies, medium correlation and low probability of transition between the client's contingency analysis and the therapist's contingent reinforcement; and 3) there was strong correlation and high probability of transition between the therapist evoking self-guidance and the client's response of self-guidance, between the client's response of self-guidance and the therapist's contingent reinforcement, and strong correlation with low probability of transition between contingent reinforcement of contingency analysis emitted by the therapist and the client's self-guidance response. The results of dyad 2 indicate that there was: 1) weak correlation and high probability of transition between the therapist evoking contingency analysis and the client's response of analyzing contingencies, and strong correlation with low probability of transition between the client's response of analyzing contingencies and the therapist's contingent reinforcement; and 2) strong correlation with high probability of transition between the therapist evoking self-guidance and the client's response of self-guidance, strong correlation with low probability of transition between the client's self-guidance response and the therapist's contingent reinforcement, and strong correlation with low probability of transition between the contingent reinforcement of contingencies analysis emitted by the therapist and the client's self-guidance response. It is discussed that the modeling of contingencies analysis and of self-guidance can be useful to teach the client to analyze their own behavior and identify important behaviors to be tested and practiced in out-of-session setting. The dissertation is concluded suggesting that the modeling of contingencies analysis teaches the client to analyze and functionally describe their own behavior; that the modeling of self-guidance about home tasks teaches the client to identify relevant behaviors to be practiced in daily life; and that the modeling of contingencies analysis can facilitate the client's self-guidance. Key-words: contingency analysis, home task, self-guidance, functional analytic psychotherapy.pt_BR
dc.format.extent97 f. : il., grafs., tabs.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.relationDisponível em formato digitalpt_BR
dc.subjectEducaçãopt_BR
dc.subjectPsicologia clinicapt_BR
dc.subjectCotidianopt_BR
dc.titleRelações entre análises de cintingências e tarefas de casa em psicoterapia analítica funcional e os comportamentos-alvo em sessão e na vida diáriapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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