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dc.contributor.advisorLimongi, Maria Isabel de Magalhães Papaterra, 1967-pt_BR
dc.contributor.authorGalindo, Rogerio Waldriguespt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Filosofiapt_BR
dc.date.accessioned2019-12-20T13:25:29Z
dc.date.available2019-12-20T13:25:29Z
dc.date.issued2015pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/40774
dc.descriptionOrientadora: Profª. Drª. Maria Isabel Limongipt_BR
dc.descriptionDissertaçao (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Filosofia. Defesa: Curitiba, 03/11/2015pt_BR
dc.descriptionInclui referências : f. 89-90pt_BR
dc.descriptionÁrea de concentração: Filosofiapt_BR
dc.description.abstractResumo: A prioridade do justo sobre o bem, defendida pelo filósofo norte-americano John Rawls em seu livro Uma Teoria da Justiça, de 1971, causou uma avalanche de críticas nos anos que se seguiram. Dois grupos de filósofos, em especial, questionaram Rawls por acreditar que sua teoria não deixava espaço suficiente para o desenvolvimento de ideias do bem: os comunitaristas (Charles Taylor, Alasdair MacIntyre, Michael Sandel, Michael Walzer) e Joseph Raz, representando o liberalismo perfeccionista. Este trabalho analisa a obra original de Rawls, as críticas feitas a ele nos vinte anos seguintes e a resposta dada por Rawls em seu livro seguinte, o Liberalismo Político, publicado em 1992, para ajudar a determinar o que exatamente a obra de Rawls exige, se há ou não espaço nela para que concepções abrangentes de bem se desenvolvam, qual o impacto do individualismo nessa teoria da sociedade e quais críticas podem ter surgido devido a mal-entendidos gerados por sua primeira obra. Palavras-chave: John Rawls, liberalismo, Uma Teoria da Justiça, comunitarismo, perfeccionismo, Liberalismo político, justiça como equidade, prioridade do justo sobre o bem.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: The priority of the just over the good, advocated by the american philosopher John Rawls in his first book, A Theory of Justice, published in 1971, was the object of a lot of criticism in the following years. Two groups of thinkers, in special, have questioned Rawls believing that his theory did not leave enough room for the development of the ideas of the good: the communitarians (Charles Taylor, Alasdair MacIntyre, Michael Sandel, Michael Walzer) e Joseph Raz, representing the perfeccionist liberalism. This work assesses the original Rawls' work, the criticism that emerged in the twenty years after its publication and the answer provided by Rawls in his next book, the Political Liberalism, published in 1992, trying to help in the task of determinating what exactly Rawls' work demands, what room is left for the development of comprehensive conceptions of the good, what is the impact of individualism in this theory and which criticisms may be emerged due to misunderstandings caused by his first book. Key-words: John Rawls, liberalism, A Theory of Justice, communitarianism, perfectionism, Political Liberalism, justice as fairness, priority of the just over the good.pt_BR
dc.format.extent90f.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectRawls, John, 1921-pt_BR
dc.subjectLiberalismopt_BR
dc.subjectJustiça (Filosofia)pt_BR
dc.subjectPerfeiçãopt_BR
dc.subjectEquidade (Direito)pt_BR
dc.titleO Bem possível : o significado da prioridade do justo na teoria de Jonh Rawls e as críticas comunitarista e perfeccionista ao projeto liberalpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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