| dc.contributor.advisor | Araújo, Sabrina Borges Lino, 1982- | pt_BR |
| dc.contributor.other | Universidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Exatas. Curso de Graduação em Física | pt_BR |
| dc.creator | Fernandes, Fabio Luiz | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2026-08-14T16:15:35Z | |
| dc.date.available | 2026-08-14T16:15:35Z | |
| dc.date.issued | 2025 | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1884/106917 | |
| dc.description | Orientador: Profa. Dra. Sabrina B. L. Araujo | pt_BR |
| dc.description | Trabalho de Conclusão de Curso (graduação) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Exatas, Curso de Graduação em Fisica | pt_BR |
| dc.description | Inclui referências | pt_BR |
| dc.description.abstract | Resumo: A ideia de que todos os seres vivos descendem de um ancestral comum é amplamente aceita, embora os detalhes da divergência entre linhagens sejam complexos. Quantificar tal divergência em termos do número de espécies é um desafio atual da ciência não só por envolver um grande esforço empírico, mas também por exigir uma definição para o termo espécie. Enquanto Mayr (1963) propõe uma definição de espécie baseada na incompatibilidade genética, Templeton (1989) vê a especiação como um processo contínuo e com fronteiras difusas. No presente estudo aplicamos essas duas perspectivas teóricas do conceito de espécie em um modelo computacional de evolução em ilhas (Princepe et al., 2022). Utilizamos a teoria de grafos e denominamos como vértices os indivíduos, e como arestas a existência de compatibilidade genética. Associamos o conceito de espécie de Mayr à presença de agrupamentos isolados na rede, enquanto a definição de Templeton, como a presença de qualquer agrupamento, incluindo aqueles que possuem alguma interligação. A identificação de agrupamentos possivelmente interligados foi acessada a partir do cálculo de modularidade via algoritmo de Leiden. A análise de 500 gerações simuladas revelou que o Leiden detecta eventos de especiação emergente até 37 gerações antes do que método atualmente utilizado no modelo, identificando conjuntos (clusters, agrupamentos espécies) transitórios e resultando, em média, em um maior número de espécies. Em 20% das gerações, o Leiden identificou subdivisões não capturadas somente pela abordagem binária. Métodos como o Leiden, ao capturar gradientes de afinidade reprodutiva, modelam mais fielmente a natureza difusa da especiação proposta por Templeton ao conseguirem demonstrar não só o processo final da separação dos grupos (espécies), mas também o início e desenvolvimento deste. | pt_BR |
| dc.format.extent | 1 recurso online : PDF. | pt_BR |
| dc.format.mimetype | application/pdf | pt_BR |
| dc.language | Português | pt_BR |
| dc.subject | Teoria dos grafos | pt_BR |
| dc.subject | Cluster (Sistema de computador) | pt_BR |
| dc.subject | Modularidade | pt_BR |
| dc.subject | Evolução (Biologia) | pt_BR |
| dc.title | Avaliação comparativa de métodos de clusterização para modelos de evolução de espécies | pt_BR |
| dc.type | TCC Graduação Digital | pt_BR |