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dc.contributor.advisorZwiener, Victor Pereira, 1982-pt_BR
dc.contributor.otherScalon, Marina Corrêapt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor Palotina. Curso de Graduação em Ciências Biológicaspt_BR
dc.creatorBottke, Luiza Leticiapt_BR
dc.date.accessioned2026-05-05T18:26:32Z
dc.date.available2026-05-05T18:26:32Z
dc.date.issued2025pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/101943
dc.descriptionOrientador: Prof. Dr. Victor Pereira Zwienerpt_BR
dc.descriptionCoorientadora: Prof. Dra. Marina Corrêa Scalonpt_BR
dc.descriptionTrabalho de conclusão de curso (bacharelado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Palotina, Curso de Graduação em Ciências Biológicaspt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo: As florestas tropicais são responsáveis pelo provimento de múltiplos serviços ecossistêmicos, entretanto são ambientes constantemente degradados. Quando abandonados, áreas degradadas são capazes de regenerarem-se sozinhas e durante o processo as florestas experimentam grande variação nas condições ambientais. Ao longo da evolução, as plantas construíram a capacidade de adaptar-se a essas alterações através da mudança de seus atributos. Desta forma o presente estudo buscou avaliar a variação ontogenética de atributos funcionais e as estratégias de uso de recursos em espécies vegetais da Mata Atlântica ao longo de um gradiente sucessional. Conduzido na Reserva Natural Guaricica, Paraná, em um remanescente de Floresta Ombrófila Densa em regeneração natural, o trabalho avaliou a área foliar específica (SLA), o conteúdo de massa seca foliar (LDMC) e a densidade da madeira (WD) em indivíduos regenerantes e adultos, abrangendo quatro classes sucessionais (7-17, 20-30, 35-55 e >80 anos de abandono). Os resultados demonstram um padrão ontogenético consistente, com regenerantes exibindo majoritariamente menores valores de SLA, LDMC e WD em comparação com os adultos. Essa distinção sugere uma mudança nas estratégias de uso de recursos: enquanto os regenerantes tendem a apresentar tecidos metabolicamente mais ativos, os adultos investem em características conservativas. Análises de regressão por eixo maior padronizado (SMA) revelaram que a coordenação funcional entre os atributos varia significativamente de acordo com estrato ontogenético, indicando diferentes compromissos funcionais em fases distintas do desenvolvimento. Modelos Lineares Generalizados (GLM) confirmaram o estrato ontogenético como o principal preditor da variação dos atributos. A Análise de Componentes Principais (PCA) corroborou esses resultados, evidenciando um gradiente de estratégias funcionais e uma expansão gradual da variação de estratégias dos adultos com o avanço da sucessão. Em conjunto, essas confirmações reforçam que a ontogenia possui uma influência primordial nas estratégias funcionais das plantas e que essa dinâmica interage com o processo sucessional, moldando a funcionalidade e a composição das florestas ao longo do tempopt_BR
dc.description.abstractAbstract: Tropical forests provide multiple ecosystem services, yet these environments face constant degradation. When abandoned, degraded areas can regenerate naturally, and during this process, the forests experience significant variations in environmental conditions. Throughout evolution, plants have developed the ability to adapt to these changes by altering their traits. This study aimed to evaluate the ontogenetic variation of functional traits and resource-use strategies in plant species of the Atlantic Forest along a successional gradient. Conducted at the Guaricica Natural Reserve, Paraná, in a remnant of Dense Ombrophilous Forest undergoing natural regeneration, the study assessed specific leaf area (SLA), leaf dry matter content (LDMC), and wood density (WD) in regenerating individuals and adults, across four successional classes (7-17, 20-30, 35-55, and >80 years of abandonment). The results demonstrate a consistent ontogenetic pattern, with regenerating individuals predominantly exhibiting lower values for SLA, LDMC, and WD compared to adults. This distinction suggests a shift in resource-use strategies: while regenerants tend to have more metabolically active tissues, adults invest in conservative characteristics. Standardized Major Axis (SMA) regression analyses revealed that the functional coordination among traits varies significantly with the ontogenetic stage, indicating different functional trade-offs at distinct developmental phases. Generalized Linear Models (GLM) confirmed that the ontogenetic stratum is the primary predictor of trait variation. Principal Component Analysis (PCA) corroborated these findings, evidencing a gradient of functional strategies and a gradual expansion of the adult functional space with successional advance. Together, these discoveries reinforce that ontogeny exerts a primordial influence on plant functional strategies, and this dynamic interacts with the successional process, shaping the functionality and composition of forests over timept_BR
dc.format.extent1 recurso online : PDF.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectFlorestas - Reproduçãopt_BR
dc.subjectFlorestas tropicaispt_BR
dc.subjectSucessão florestalpt_BR
dc.titleDinâmica de estratégias funcionais : a plasticidade ontogenética de atributos na sucessão da Mata Atlânticapt_BR
dc.typeTCC Graduação Digitalpt_BR


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