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    Estratigrafia de sequências e propriedades de reservatório do intervalo Santoniano-Eocampaniano na Porção Central da Bacia de Santos

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    R G HUGO SEITI YAMASSAKI.pdf (17.91Mb)
    Data
    2018
    Autor
    Yamassaki, Hugo Seiti
    Metadata
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    Resumo
    Resumo: A caracterização do intervalo santoniano-eocampaniano (Neocretáceo) na porção central da Bacia de Santos com base nos conceitos da Estratigrafia de Sequências e a análise das propriedades de reservatório foi realizada utilizando dados de perfis geofísicos de onze poços. A partir da análise de log-fácies foi possível individualizar a sequência santoniana-eocampaniana e dividi-la em quatro tratos de sistemas deposicionais, da base para o topo: LST1 (lowstand systems tract inferior), LST2 (lowstand systems tract superior), TST (transgressive systems tract) e HST (highstand systems tract). Os arenitos do Membro Ilhabela estão localizados no LST1 e LST2, enquanto que os arenitos da Formação Juréia estão situados no HST. Para detalhar o arcabouço estratigráfico da sequência santoniana-eocampaniana foram feitas algumas interpretações acerca da evolução sedimentar. O ambiente deposicional para os turbiditos do Mb Ilhabela no LST1 é interpretado como rampa submarina alimentada por delta em ambiente marinho relativamente raso. Durante o LST2 se desenvolveram progradações deltaicas/costeiras – indicando que possivelmente nem todo arenito do Mb. Ilhabela seja turbidito –, seguido de uma transgressão no TST e uma tendência regressiva no HST com progradação costeira/fluvial(?), culminando na deposição dos arenitos da Fm. Juréia no topo da sequência. A feição de depocentro identificada em uma seção de correlação dos poços indica que a tectônica do sal, atuante antes do Santoniano, foi responsável pela geração do espaço de acomodação e pela formação de paleorelevo favorável para a deposição dos turbiditos do Mb. Ilhabela. Os dados de porosidade dos arenitos foram obtidos com gráficos neutrônico-densidade e a comparação dos tratos de sistemas demonstra que os arenitos do LST2 possuem os maiores valores de porosidade. Os reservatórios de ambiente marinho raso a continental do LST2 são os alvos exploratórios mais promissores da sequência santoniana-eocampaniana, porque possuem maior porosidade relativa e são recobertos por folhelhos depositados durante o TST e o HST inferior, que servem como rochas selantes
     
    Abstract: The sequence stratigraphic interpretation and reservoir analysis of the Santonian-Early Ccampanian (Upper Cretaceous) interval in the central part of the Santos Basin were based on data from eleven well logs. By using log-facies analysis, it was possible to individualize the Santonian-Early Campanian sequence and subdivided it into four systems tracts in the stratigraphic order: LST1 (lower lowstand systems tract), LST2 (upper lowstand systems tract), TST (transgressive systems tract) and HST (highstand systems tract). The Ilhabela sandstones are located in the LST1 and LST2, while the fluvial to shallow marine Juréia sandstones are located in the HST. Some interpretations on the sedimentary evolution were made to provide a more detailed sequence stratigraphic framework for the Santonian-Early Campanian sequence. The depositional environment of the Ilhabela turbidites in the LST1 is interpreted as a delta-fed submarine ramp in a relatively shallow marine environment. During the LST2 a deltaic/coastal progradation developed, encompassing the upper part of the Ilhabela sandstones – it's suggests that not every Ilhabela sandstone is turbidite –, followed by a transgression during the TST and a regressive HST phase with progradation of coastal/fluvial(?) systems and the deposition of the Juréia sandstones at the top of the sequence. A depocenter identified on the basis of well log correlation indicates that pre-Santonian halokinesis was responsible for creating accommodation space and forming a depression for the turbidites to acumulate during the LST1. Sandstone porosity was obtained by using a neutron-density crossplot and the comparison between the systems tracts showed that LST2 contains the best reservoir. The shallow marine to continental reservoirs of the LST2 are the most promising exploratory plays in the santonian-eocampanian sequence, because they have a relative higher porosity and are capped by thick mudstones deposited during the TST and early HST that act as seal
     
    URI
    https://hdl.handle.net/1884/101471
    Collections
    • Geologia [106]

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