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    Geologia planetária : o planeta terra como modelo análogo para estudo de corpos planetários

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    R G HELY CRISTIAN BRANCO.pdf (11.36Mb)
    Data
    2016
    Autor
    Branco, Hely Cristian
    Metadata
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    Resumo
    Resumo: Avanços tecnológicos recentes vinculados a exploração espacial permitiram a aquisição de dados anteriormente tidos como inacessíveis. Missões espaciais recentes realizadas pela Agência Espacial Norte-Americana (NASA) e Agência Espacial Européia (ESA), focadas principalmente na Lua, Marte, Júpiter, Saturno e Plutão, forneceram informações que permitiram incontáveis avanços na compreensão dos processos geológicos atuantes nos planetas e luas do Sistema Solar, bem como em corpos planetários em geral (i.e. cometas e asteróides). Interpretações dos dados obtidos embasaram-se sobretudo em modelos gerados a partir de processos análogos observados na Terra, extrapolados para os diversos contextos geológicos dos outros astros. Em todos os casos, partiu-se do pressuposto de que os modelos terráqueos podem ser aplicados, desde que sejam feitas as devidas correções para os efeitos das diferenças térmicas, de massa, composição atmosférica, crustal, mantélica etc. Em inúmeros casos, tal correlação mostrou-se possível. Porém, diversas das situações encontradas não podem ser explicadas tomando-se como base unicamente a Terra, exigindo a elaboração de novos modelos e constante adaptação por parte dos cientistas. Além disso, o atual nível de avanço tecnológico impossibilita a comprovação prática de várias das teorias e hipóteses geradas. Logo, interpretações geológicas acerca de outros astros devem ser consideradas apenas como suposições e hipóteses a respeito das escalas dos processos, fornecendo panoramas gerais a despeito dos processos atuantes e nunca quantificações exatas. Modelos gerados são, via de regra, balizados em modelos análogos desenvolvidos para a Terra, e consequentemente limitados pelo conhecimento dos processos diretamente observáveis na natureza que nos cerca. Consequentemente, feições similares são interpretadas como geradas por processos similares, fato que não necessariamente é verídico em outros ambientes. Nesse contexto, a correta avaliação dos limites interpretativos das informações obtidas faz-se essencial, não só para assegurar a correta aplicação do método científico como para evitar a supervalorização de linhas de raciocínio pouco ou não embasadas, que podem vir a resultar em afirmações infundadas e equívocos científicos diversos. Os estudos de caso analisado demonstraram perfeita compreensão dessas limitações, definindo com clareza as limitações metodológicas e de aplicação das conclusões alcançadas. Missões futuras prometem fornecer quantidades progressivamente maiores de dados, impactando ainda mais a forma como vemos o Universo
     
    Abstract: Recent technological advances in space exploration allowed acquisition of data previously thought as beyond reach. Recent space missions by Nort America Space Agency (NASA) and the European Space Agency (ESA), focused mainly on the Moon, Mars, Jupiter, Saturn and Pluto, provided information that allowed incommensurable advances in the comprehension of geological processes taking place in other planets and moons of the Solar System, as well as in planetary bodies in general (i. e. comets and asteroids). Interpretations of the obtained data was based especially on in analog models generated from analog processes observed on Earth, extrapolated to the many geological contexts of the other celestial bodies. In all cases, the start point was that Earth models can be applied if the necessary corrections are made for differences in temperature, mass, atmospherical, crustal and mantelic composition etc. In many cases, these correlation was demonstrated to be possible. However, a reasonable number of situations can not be explained using Earth as the unique comparison ground making the creating the necessity of new models and constant adaptation by the scientists. Besides this, the current technology level makes impossible practical tests of many of the theories and hypothesis elaborated. Therefore, geological interpretations regarding other celestial bodies must be considered as only general panoramas of the scale of the processes, being only a source for general comprehension of current processes and never as a quantitative evaluation. Generated models are, by rule, conditioned by Earth-based analogs developed for the comprehension of Earth, and , therefore, limited by the current comprehension about the processes currently being observed in nature. Consequently, similar landscapes in other planets are interpreted as generated by similar processes, not necessarily true in other environments. In this context, the correct evaluation of the interpretative boundaries of the information obtained is essential, not only to reassure the correct application of the scientific method, but to avoid over-appraisal of though lines little or not well stablished that can result in untrue statements and scientific presumptions. The analysed case studies demonstrated perfect comprehension of such limitations, clearly defining the methodological and practical limitations of the conclusions reached. Future missions promise supply progressively higher quantities of data, influencing more the way we perceive the Universe
     
    URI
    https://hdl.handle.net/1884/101451
    Collections
    • Geologia [106]

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