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dc.contributor.advisorJordão, Fabricia Cabral de Lirapt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Artes, Comunicação e Design. Curso de Graduação em Artes Visuaispt_BR
dc.creatorKonno, João Mateus Tazopt_BR
dc.date.accessioned2026-03-03T16:56:52Z
dc.date.available2026-03-03T16:56:52Z
dc.date.issued2025pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/101147
dc.descriptionOrientadora: Profa. Dra. Fabrícia Cabral de Lira Jordãopt_BR
dc.descriptionTrabalho de conclusão de curso (bacharelado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Artes, Comunicação e Design, Curso de Graduação em Artes Visuaispt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo: Enquanto proposta poética e conceitual, "Fogo Cruzado" situa arte, imagem e mercadoria em um embate dialético, no qual dimensões históricas, econômicas e sociais emergem atravessadas na produção visual. O texto parte da compreensão do papel da imagem no capitalismo a partir do conceito de espetáculo em Guy Debord, entendendo-a como receptáculo das propriedades "mágicas" da mercadoria descritas por Karl Marx em O Capital (1867), e que serve como mediadora das relações sociais no capitalismo. Compreende-se também, mobilizando Jacques Rancière e Bruno Latour, que no capitalismo a imagem busca uma legibilidade absoluta por meio da exclusão de outras, quer tornar-se um ícone hegemônico. Por fim, a pesquisa articula as reflexões de Giorgio Agamben, Yves-Alain Bois, Boris Groys e Felipe Caldas para investigar a posição ambígua da arte diante da mercadoria: se, por um lado, desde que as mercadorias deixaram de ser vistas a partir de sua utilidade e a arte se tornou objeto de especulação financeira, tornando arte e mercadoria conceitos difíceis de se distinguir, por outro, a experiência estética da arte no capitalismo se mantém como um dos poucos lugares onde a imagem pode ser pensada a partir de sua ilegibilidade, sua ambiguidade, onde pode ser pensada enraizada na históriapt_BR
dc.description.abstractAbstract: As a poetic and conceptual proposition, "Fogo Cruzado" positions art, image, and commodity within a dialectical confrontation in which historical, economic, and social dimensions emerge as intertwined in visual work. The text begins by examining the role of the image in capitalism through Guy Debord’s concept of the spectacle, understanding it as a receptacle for the "magical" properties of the commodity described by Karl Marx in Capital (1867), which serves as a mediator of social relations in capitalism. Drawing on Jacques Rancière and Bruno Latour, it is also understood that in capitalism the image seeks absolute legibility through the exclusion of others, aiming to become a hegemonic icon. Finally, the research articulates the reflections of Giorgio Agamben, YvesAlain Bois, Boris Groys, and Felipe Caldas to investigate the ambiguous position of art in relation to the commodity: if, on the one hand, ever since commodities ceased to be viewed in terms of their utility and art became an object of financial speculation—making art and commodity increasingly difficult to distinguish—on the other hand, the aesthetic experience of art within capitalism remains one of the few spaces where the image can be approached through its illegibility, its ambiguity, where it can be thought from its rootedness in historypt_BR
dc.format.extent1 recurso online : PDF.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectArte modernapt_BR
dc.subjectMercado de obras de artept_BR
dc.subjectCapitalismopt_BR
dc.subjectMercadoriaspt_BR
dc.titleFogo cruzado : relações entre arte imagem e mercadoriapt_BR
dc.typeTCC Graduação Digitalpt_BR


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