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dc.contributor.advisorFirkowski, Olga Lúcia Castreghini de Freitas, 1964-pt_BR
dc.contributor.otherSantos, Samuel Steiner dospt_BR
dc.contributor.otherSilva, Rosa Maria Moura dapt_BR
dc.contributor.otherPereira, Elson Manoel, 1963-pt_BR
dc.contributor.otherQueirós, Margaridapt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências da Terra. Programa de Pós-Graduação em Geografiapt_BR
dc.creatorGodoy, Juliana dept_BR
dc.date.accessioned2026-02-27T14:46:00Z
dc.date.available2026-02-27T14:46:00Z
dc.date.issued2025pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/101099
dc.descriptionOrientadora: Prof.ª Dr.ª. Olga Lúcia Castreghini de Freitaspt_BR
dc.descriptionBanca: Olga Lúcia Castreghini de Freitas (Presidente da Banca), Samuel Steiner dos Santos, Rosa Maria Moura da Silva, Elson Manoel Pereira e Margarida Maria de Araújo Abreu Vilar de Queirós do Valept_BR
dc.descriptionTese (doutorado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Terra, Programa de Pós-Graduação em Geografia. Defesa : Curitiba, 03/10/2025pt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo: Florianópolis não pode ser considerada uma "ilha" em relação às ações de planejamento social, político ou espacial, pois sua urbanização e dinâmica metropolitana envolvem tanto o território insular quanto o continental. Considerar este ou qualquer outro município como isolado reduz sua complexidade social, espacial e política, especialmente diante do processo de metropolização, que exige uma visão integrada e abrangente. A pesquisa tem como objetivo compreender a natureza do processo de metropolização de Florianópolis por meio da análise das transformações geográficas e da hierarquia que rege as práticas políticas, econômicas e urbanas. Com base na identificação de aspectos específicos do Arranjo Populacional de Florianópolis — classificado como metrópole no Regic 2018 pelo IBGE —, o estudo apresenta o processo de governança metropolitana considerando o histórico recente e as estratégias envolvidas. Para isso, foi empregada uma abordagem de métodos mistos, que envolveu a análise documental da estrutura de governança metropolitana de Florianópolis, entrevistas com autoridades públicas, especialistas, pesquisadores e funcionários de associações municipais, a análise de estudos sobre a metrópole (como os do IBGE) e sobre a rede urbana de Florianópolis, além da caracterização da metropolização. As principais conclusões revelam uma governança metropolitana enfraquecida e quase inexistente em Florianópolis ao longo do tempo. O municipalismo se reflete nas ações individualistas dos governos municipais, que agem sem um plano abrangente. Apesar de estarem organizados sob a forma de associação municipal, sua atuação é pontual e não abrange todo o território metropolitano. As elites locais, historicamente influentes nas políticas municipais de Florianópolis, estão se organizando na governança metropolitana, refletindo uma compreensão do potencial econômico da aglomeração. A pesquisa conclui que existe uma hierarquia na qual a ilha (o núcleo metropolitano) é beneficiada com a integração metropolitana. Os investimentos concentrados ao longo da costa de Santa Catarina, em detrimento do resto do estado, ao longo dos anos, ajudam a explicar a rede urbana de Florianópolis e sua classificação como metrópole. A governança metropolitana é enfraquecida por uma "armadilha local", na qual a escala local, refletida no municipalismo, é vista como mais democrática, justa, sustentável ou culturalmente diversa das demais escalas. A condição de "ilha" social se intensificou desde a década de 1940, com a classe empresarial de Florianópolis mantendo o isolamento das classes altas, facilitado pelas fronteiras geográficas. A ausência do Estado na governança metropolitana é preenchida por iniciativas privadas de organizações empresariais. Isso destaca a complexa interação entre a política local, os interesses econômicos e os fatores geográficos que moldam o desenvolvimento metropolitano de Florianópolispt_BR
dc.description.abstractAbstract: Florianópolis cannot be considered an "island" in terms of social, political, or spatial planning actions, as its urbanization and metropolitan dynamics involve both the island and mainland territories. Considering this or any other municipality as isolated reduces its social, spatial, and political complexity, especially considering the process of metropolization, which requires an integrated and comprehensive vision. The research aims to understand the nature of the metropolization process in Florianópolis by analyzing the geographical transformations and the hierarchy that governs political, economic, and urban practices. Based on the identification of specific aspects of the Population Arrangement of Florianópolis—classified as a metropolis in Regic 2018 by IBGE—the study presents the metropolitan governance process, considering its recent history and the strategies involved. To this end, a mixed-methods approach was employed, involving documentary analysis of the metropolitan governance structure of Florianópolis, interviews with public authorities, experts, researchers, and municipal association officials, analysis of studies on the metropolis (such as those by IBGE) and on the urban network of Florianópolis, as well as characterization of the metropolization. The main conclusions reveal a weakened and almost non-existent metropolitan governance in Florianópolis over time. Municipalism is reflected in the individualistic actions of municipal governments, which act without a comprehensive plan. Although they are organized as a municipal association, their actions are sporadic and do not cover the entire territory. Local elites, historically influential in Florianópolis municipal politics, are organizing themselves within metropolitan governance, reflecting an understanding of the economic potential of agglomeration. The research concludes that there is a hierarchy in which the island (the metropolitan core) benefits from metropolitan integration. Investments concentrated along the coast of Santa Catarina, to the detriment of the rest of the state, over the years help explain the urban network of Florianópolis and its classification as a metropolis. Metropolitan governance is weakened by a "local trap," in which the local scale, reflected in municipalism, is seen as more democratic, fair, sustainable, or culturally diverse than other scales. The condition of social "island" has intensified since the 1940s, with the business class of Florianópolis maintaining the isolation of the upper classes, facilitated by geographical boundaries. The absence of the state in metropolitan governance is filled by private initiatives from business organizations. This highlights the complex interaction between local politics, economic interests, and geographical factors that shape the metropolitan development of Florianópolispt_BR
dc.format.extent1 recurso online : PDF.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectRegiões metropolitanas - Florianópolis (SC)pt_BR
dc.subjectGovernança públicapt_BR
dc.subjectGeografiapt_BR
dc.titleFlorianópolis não é uma "ilha" : perspectivas desde a governança metropolitanapt_BR
dc.typeTese Digitalpt_BR


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