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    Práticas urbanas insurgentes e a construção da noção de justiça socioambiental e climática : contribuições a partir de relatos e experiências na Vila Parolin, Curitiba/PR

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    R - D - CAMILA PINHEIRO ROCHA.pdf (17.63Mb)
    Data
    2025
    Autor
    Rocha, Camila Pinheiro
    Metadata
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    Resumo
    Resumo: A presente dissertação teve como objetivo identificar práticas urbanas insurgentes em territórios populares à luz da justiça socioambiental e climática, visando contribuir para o debate sobre o modo de produção das cidades contemporâneas nos países do Sul Global. O objeto de estudo escolhido foi a comunidade Vila Parolin, em Curitiba, uma área emblemática que, embora localizada em uma região estratégica da cidade, enfrenta precariedades relacionadas à habitação, à infraestrutura urbana e às condições de vulnerabilidade socioambiental. Partindo do reconhecimento de que o planejamento urbano formal não contempla plenamente as políticas públicas e os serviços básicos à comunidade, a pesquisa buscou responder de que forma os moradores da Vila Parolin contribuem para que as lógicas neoliberais de produção da cidade sejam repensadas. Pressupõe-se que, apesar dos riscos socioambientais e da falta de políticas públicas eficazes, os moradores desejam permanecer no bairro, apoiados em vínculos sociais e afetivos. Diante desse contexto de resistência, pressupõe-se que emergem práticas urbanas insurgentes que revelam a capacidade da comunidade de resistir, se reorganizar e ressignificar o território por meio de soluções coletivas cotidianas. A metodologia adotou um percurso investigativo em etapas, fundamentado no Arco de Maguerez e baseado na observação da realidade, incluindo entrevistas com os moradores e registro de diário de campo. Os dados foram analisados por meio de uma matriz analítica que subsidiou a construção da discussão teórico-empírica. Os resultados revelam que os moradores, por meio dessas práticas, ressignificam o território, enfrentam as limitações do urbanismo formal e demonstram que a produção da cidade pode ser mais inclusiva, sendo construída a partir dos modos de vida e saberes dos territórios populares, em consonância com a filosofia do bem-viver. Destaca-se que a promoção da justiça socioambiental só será possível mediante uma transformação paradigmática, com potencial para enfrentar as desigualdades socioambientais, assegurar equidade para grupos historicamente marginalizados e superar o modelo de desenvolvimento baseado na exploração, garantindo condições para uma vida digna e saudável, logo contribuir na construção de cidades mais justas e resilientes
     
    Abstract: This dissertation aimed to identify insurgent urban practices in popular territories through the lens of socio-environmental and climate justice, in order to contribute to the debate on the mode of production of contemporary cities in countries of the Global South. The object of study chosen was the community of Vila Parolin, in Curitiba, an emblematic area that, although located in a strategic region of the city, faces precarious conditions related to housing, urban infrastructure, and socio-environmental vulnerability.Based on the recognition that formal urban planning does not fully address public policies or provide basic services for the community, the research sought to answer how the residents of Vila Parolin contribute to rethinking the neoliberal logics of urban production. The study is grounded on the assumption that, despite socio-environmental risks and the lack of effective public policies, residents wish to remain in the neighborhood, supported by social and affective bonds.Within this context of resistance, it is argued that insurgent urban practices emerge, revealing the community’s capacity to resist, reorganize, and re-signify the territory through everyday collective solutions. The methodology followed a staged investigative approach, grounded in the Maguerez Arch and based on the observation of reality, including interviews with residents and records kept in a field diary. The data were analyzed using an analytical matrix that supported the construction of the theoretical-empirical discussion.The results reveal that residents, through these practices, re-signify the territory, confront the limitations of formal urbanism, and demonstrate that the production of the city can be more inclusive, built from the ways of life and knowledge of popular territories, in line with the philosophy of Buen Vivir. It is emphasized that the promotion of socio-environmental justice will only be possible through a paradigmatic transformation, with the potential to confront socio-environmental inequalities, ensure equity for historically marginalized groups, and overcome a development model based on exploitation, guaranteeing conditions for a dignified and healthy life and, therefore, contributing to the construction of more just and resilient cities
     
    URI
    https://hdl.handle.net/1884/101066
    Collections
    • Dissertações [87]

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