Uso de sensores passivos para avaliação do crescimento de Pinus submetidos à adubação
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Data
2025Autor
Pereira, Jordan Luis Campos Modesto
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Resumo: A possibilidade do Pinus para se desenvolver em solos ácidos favoreceu a expansão significativa de sua área cultivada, tornando-se uma das espécies mais utilizadas em programas de reflorestamento., mas estudos indicam que a adubação adequada pode proporcionar ganhos significativos em crescimento. O estudo objetivou avaliar o desenvolvimento de Pinus taeda em solo submetido a adubação fosfatada e óxido de Ca e Mg, através de índices de vegetação (VI), construídos com bandas oriundas de sensores passivos. O experimento foi conduzido em delineamento em blocos ao acaso, com três repetições, testando cinco doses de P (0, 20, 40, 80 e 160 kg P2O5 ha?¹) e cinco doses de óxido de Ca e Mg (0; 0,5; 1; 2; 4 t ha?¹ de Ca e Mg). As variáveis dendrométricas, diâmetro a altura do colo (DAC) e altura total (Ht), foram mensuradas em campo aos 6, 12, 18 e 24 meses, sendo utilizadas para o ajuste de modelos de crescimento não linear (Weibull, Gompertz e logístico), dos quais o modelo logístico apresentou o melhor desempenho estatístico para descrever o desenvolvimento das plantas. Também foram utilizados os índices NDVI, GNDVI e LCI para comparar o desenvolvimento das plantas entre os tratamentos. A adubação com P proporcionou maior crescimento em altura ao longo do estudo, com destaque para as dosagens de 20 kg/ha e 160 kg/ha. Para o diâmetro a altura do colo, as diferenças tornaram-se evidentes aos 24 meses, com a dosagem de 4 t/ha de óxido de Ca e Mg apresentando os melhores resultados. Os índices de vegetação permitiram interpretar as respostas aos tratamentos de forma visual e quantitativa, evidenciando variações espaciais e temporais no vigor vegetativo. Os resultados deste estudo demonstraram que os tratamentos de adubação influenciaram significativamente o crescimento das mudas de Pinus taeda. Observou-se que o fósforo esteve mais associado ao incremento em altura, enquanto o óxido de Ca e Mg apresentou maior efeito sobre o diâmetro do colo Abstract: The ability of Pinus to grow in acidic soils has favored a significant expansion of its cultivated area, making it one of the most widely used species in reforestation programs. However, studies indicate that proper fertilization can lead to significant gains in growth. This study aimed to evaluate the development of Pinus taeda in soil subjected to phosphorus and calcium-magnesium oxide fertilization, using vegetation indices (VIs) derived from passive sensor bands. The experiment was conducted in a randomized block design with three replicates, testing five phosphorus doses (0, 20, 40, 80, and 160 kg P2O5 ha?¹) and five doses of Ca and Mg oxide (0, 0.5, 1, 2, and 4 t ha?¹). Dendrometric variables—collar diameter (CD) and total height (Ht)—were measured in the field at 6, 12, 18, and 24 months and used to fit nonlinear growth models (Weibull, Gompertz, and logistic). Among these, the logistic model showed the best statistical performance in describing plant development. The NDVI, GNDVI, and LCI vegetation indices were also used to compare plant development across treatments. Phosphorus fertilization resulted in greater height growth throughout the study, with the 20 kg/ha and 160 kg/ha doses showing the most notable performance. For collar diameter, differences became evident at 24 months, with the 4 t/ha Ca and Mg oxide dose yielding the best results. The vegetation indices enabled both visual and quantitative interpretation of treatment responses, highlighting spatial and temporal variations in vegetative vigor. The results of this study demonstrated that fertilization treatments significantly influenced the growth of Pinus taeda seedlings. Phosphorus was more strongly associated with height increment, while Ca and Mg oxide had a greater effect on collar diameter
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