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dc.contributor.advisorFerreira, Jane Mendes, 1967-pt_BR
dc.contributor.otherViana, Dênis Wellintonpt_BR
dc.contributor.otherGimenez, Fernando Antonio Prado, 1957-pt_BR
dc.contributor.otherKruger, Silvana Dalmuttpt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Sociais Aplicadas. Programa de Pós-Graduação em Gestão de Organizações, Liderança e Decisãopt_BR
dc.creatorSouza, Caroline Pegoraro dept_BR
dc.date.accessioned2026-02-20T14:36:23Z
dc.date.available2026-02-20T14:36:23Z
dc.date.issued2025pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/101008
dc.descriptionOrientadora: Profa. Dra. Jane Mendes Ferreira Fernandespt_BR
dc.descriptionBanca: Jane Mendes Ferreira Fernandes (Presidente da Banca), Dênis Wellinton Viana, Fernando Antonio Prado Gimenez e Silvana Dalmutt Krugerpt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Sociais Aplicadas, Programa de Pós-Graduação em Gestão de Organizações, Liderança e Decisão. Defesa : Curitiba, 02/12/2025pt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo: Esta pesquisa propõe uma metodologia formativa voltada à construção de uma identidade empreendedora para mulheres em situação de violência doméstica, fundamentada no Interacionismo Simbólico e operacionalizada por meio de um artefato desenvolvido segundo a abordagem da Design Science Research (DSR). A DSR é adotada por possibilitar a concepção e validação de soluções que articulam rigor científico e relevância prática. O artefato estrutura-se a partir de categorias do Interacionismo Simbólico, compreendido como lógica organizadora da intervenção. Parte-se do pressuposto de que a identidade é um processo relacional, situado e continuamente negociado nas interações sociais, conforme Mead, Blumer, Goffman e Strauss. A categoria definição de situação orienta a compreensão de que a violência doméstica tende a monopolizar os enquadramentos simbólicos disponíveis às mulheres, restringindo suas possibilidades de ação. A metodologia promove a redefinição dessas situações ao criar contextos interacionais favoráveis à emergência de novos significados sobre si. O conceito de self reflexivo, articulado à distinção entre Eu e Me, fundamenta atividades de autorreflexão que possibilitam identificar expectativas internalizadas e ensaiar respostas alternativas. A tomada de papéis (role-taking) é operacionalizada por dinâmicas que permitem a experimentação de posições simbólicas como mulher capaz, participante ativa e empreendedora em formação. As categorias de manejo de impressões e bastidores protegidos sustentam a criação de ambiente seguro para o ensaio de performances identitárias. A noção de trajetória e trabalho de identidade orienta a progressão dos encontros. Conclui-se que a reorganização da identidade empreendedora pode ser promovida por arranjos interacionais intencionalmente desenhados, capazes de ampliar audiências de reconhecimento e redefinir significados de sipt_BR
dc.description.abstractAbstract: This study proposes a formative methodology aimed at the construction of an entrepreneurial identity for women in situations of domestic violence, grounded in Symbolic Interactionism and operationalized through an artifact developed according to the Design Science Research (DSR) approach. DSR is adopted because it enables the conception and validation of solutions that combine scientific rigor with practical relevance. The artifact is structured around categories of Symbolic Interactionism, understood as an organizing logic of the intervention. It is assumed that identity is a relational, situated, and continuously negotiated process within social interactions, as proposed by Mead, Blumer, Goffman, and Strauss. The category definition of situation supports the understanding that domestic violence tends to monopolize the symbolic frames available to women, restricting their possibilities for action. The methodology promotes the redefinition of these situations by creating interactional contexts that foster the emergence of new meanings of self. The concept of the reflexive self, articulated with the distinction between I and Me, underpins self-reflection activities that allow participants to identify internalized expectations and rehearse alternative responses. Role-taking is operationalized through dynamics that enable the experimentation of symbolic positions such as capable woman, active participant, and entrepreneur in formation. The categories of impression management and protected backstage support the creation of a safe environment for rehearsing identity performances. The notions of trajectory and identity work guide the progression of the meetings. It is concluded that the reorganization of entrepreneurial identity can be fostered through intentionally designed interactional arrangements that expand audiences of recognition and redefine meanings of selfpt_BR
dc.format.extent1 recurso online : PDF.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectProcesso decisóriopt_BR
dc.subjectIdentidade socialpt_BR
dc.subjectEmpreendendorismopt_BR
dc.subjectViolência contra as mulherespt_BR
dc.subjectAdministração de empresaspt_BR
dc.titleEspelho d’alma : metodologia formativa para a construção da identidade empreendedora em mulheres em situação de violência domésticapt_BR
dc.typeDissertação Digitalpt_BR


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