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dc.contributor.advisorBiondo, Alexander Welker, 1968-pt_BR
dc.contributor.otherCoradassi, Carlos Eduardopt_BR
dc.contributor.otherBarros Filho, Ivan Roque de, 1963-pt_BR
dc.contributor.otherGreca, Haroldopt_BR
dc.contributor.otherMoura, Raphael Rolim dept_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Biológicas. Programa de Pós-Graduação em Biologia Celular e Molecularpt_BR
dc.creatorCouto, Anahi Chechia dopt_BR
dc.date.accessioned2026-02-04T13:38:46Z
dc.date.available2026-02-04T13:38:46Z
dc.date.issued2024pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/100755
dc.descriptionOrientador: Prof Alexander Welker Biondopt_BR
dc.descriptionBanca: Alexander Welker Biondo (Presidente da Banca), Carlos Eduardo Coradassi, Ivan Roque de Barros Filho, Haroldo Greca Junior e Raphael Rolim de Mourapt_BR
dc.descriptionTese (doutorado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Biologia Celular e Molecular. Defesa : Curitiba, 27/11/2024pt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.descriptionÁrea de concentração: Biologia Celular e Molecularpt_BR
dc.description.abstractResumo: Pessoas em situação de rua estão em condição de alta vulnerabilidade social, econômica e sanitária. Sua condição de vida causa além de uma alta mortalidade, uma morbidade maior para diversas doeças e agravos, comparando com a população geral. Com isso esse trabalho levantou a preocupação e o questionamento sobre a exposição à patógenos de origem zoonótica para essa população e seus contactantes. Para avaliar prevalências e fatores de risco de zoonoses nessa população foram desenvolvidos três artigos: o artigo do Capítulo 1, denominado ":High SARS-CoV-2 seroprevalence in persons experiencing homelessness and shelter workers from a day-shelter in São Paulo, Brazil" investigou a prevalência e os fatores de risco para SARS-CoV-2 em pessoas em situação de rua que frequentam um centro comunitário e funcionários desse local. Foi realizado uma coleta de material biológico e questionário epidemiológico em um Centro comunitário em agosto de 2020 na cidade de São Paulo. Essas amostras coletadas foram enviadas para laboratório e processadas, realizando teste RT-PCR e ELISA para SARS-CoV-2. Todas as amostras de swab foram negativas por RT- qPCR. A soropositividade IgG foi de 111/203 (54,7%) em pessoas em situação de rua, 41/87 (47,1%) em funcionários, respetivamente. Os fatores de risco foram foram "idade acima de 30 anos" para pessoas em situação de rua e "auto-declaração como não-branco" e perda de olfato e paladar" para os funcionários. Já a variavel "ter cão como animal de companhia foi um fator de proteção para pessoasem situação de rua. O Capítulo 2 também usou as mesmas amostras coletadas em 2020, mas para avaliar a soroprevalência de Toxocara spp. na mesma população. Com isso o resultado da prevalência foi de 89/194 (45,9%,) em pessoas em situação de rua e 22/79 (27.8%, 95% CI: 19.2–38.6) em funcionários. Ter um grau universitário foi o único fator de proteção para a infeção por Toxocara spp.. O terceiro e último capítulo apresenta o artigo: "One health approach on serosurvey of anti-Leptospira spp.. in homeless persons and their dogs in South Brazil", que diferente dos anteriores avaliou amostras coletadas em três cidades (São Paulo, Curitiba e Foz do Iguaçu). Um total de 200 amostras humanas e 75 de cães foram testadas para anticorpo anti- Leptospira spp. Nenhuma amostra humana foi positiva, enquanto 5 (6,7%) dos cães foram positivos. Os três trabalhos também levantaram o perfil sociodemográfico da população avaliada que indicou dados semelhantes a outros trabalhos que também avaliam essa população, mostrando que a maior parte dessas pessoas são homens com idade entre 20 e 50 anos, se auto-declaram pretos ou pardos e que possuem baixa escolaridade. Portanto, o conjunto de artigos que compõe este trabalho, demonstra que as pessoas em situação de rua e os funconários do centro de acolhimento aqui avaliadas, estão mais expostas à transmissão de COVID-19 do que a população geral. Essas duas populações também tiveram contato com o Toxocara spp., indicando relação com sua vulnerabilidade socioambiental. Já o convívio com cães não foi um fator de risco para a transmissão da leptospirose e o resultado negativo em todas as amostras supostamente pode ser explicado por uma característica comportamental de constante migração, evitando assim o contato com enchentes e alagamentos. Essa tese aponta a vulnerabilidade de pessoas em situação de rua diante da exposição à patógenos de origem zoonotica, mostrando a importância e necessidade de uma maior atenção para com essa populaçãopt_BR
dc.description.abstractAbstract: Homeless people are highly vulnerable in social, economic and health terms. Their living conditions cause not only high mortality but also higher morbidity from various diseases and illnesses compared to the general population. As a result, this study has raised concerns and questions about exposure to pathogens of zoonotic origin for this population and their contacts. Three articles were developed to assess the prevalence and risk factors for zoonoses in this population: the article in Chapter 1, entitled ":High SARS-CoV-2 seroprevalence in persons experiencing homelessness and shelter workers from a day-shelter in São Paulo, Brazil" investigated the prevalence and risk factors for SARS-CoV-2 in homeless people who attend a community center and employees of this place. A collection of biological material and an epidemiological questionnaire were carried out at a community center in August 2020 in the city of São Paulo. These collected samples were sent to the laboratory and processed, performing RT-PCR and ELISA tests for SARS-CoV-2. All swab samples were negative by RT-qPCR. IgG seropositivity was 111/203 (54.7%) in homeless people, 41/87 (47.1%) in employees, respectively. The risk factors were "age over 30" for homeless people and "self-declaration as non-white" and "loss of smell and taste" for employees. The variable "having a dog as a companion animal" was a protective factor for homeless people. Chapter 2 also used the same samples collected in 2020, but to assess the seroprevalence of Toxocara spp. in the same population. This resulted in a prevalence of 89/194 (45.9%,) in homeless people and 22/79 (27.8%, 95% CI: 19.2-38.6) in employees. Having a university degree was the only protective factor for Toxocara spp. infection. The third and final chapter presents the article: "One health approach on serosurvey of anti-Leptospira spp. in homeless persons and their dogs in South Brazil", which, unlike the previous ones, evaluated samples collected in three cities (São Paulo, Curitiba and Foz do Iguaçu). A total of 200 human and 75 dog samples were tested for anti-Leptospira spp. antibodies. No human samples were positive, while 5 (6.7%) of the dogs were positive.The three studies also looked at the sociodemographic profile of the population evaluated, which showed similar data to other studies that also evaluate this population, showing that most of these people are men aged between 20 and 50, self-declare themselves black or brown and have low levels of education. Therefore, the set of articles that make up this study shows that the homeless people and shelter workers evaluated here are more exposed to COVID-19 transmission than the general population. These two populations also had contact with Toxocara spp., indicating a relationship with their socio-environmental vulnerability. Living with dogs, on the other hand, was not a risk factor for leptospirosis transmission and the negative result in all the samples can supposedly be explained by a behavioral characteristic of constantpt_BR
dc.format.extent1 recurso online : PDF.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languageMultilinguapt_BR
dc.languageTexto em português e inglêspt_BR
dc.languageporengpt_BR
dc.subjectVulnerabilidadept_BR
dc.subjectSARS-CoV-2pt_BR
dc.subjectZoonosespt_BR
dc.subjectLeptospirosept_BR
dc.subjectSaúde únicapt_BR
dc.subjectMorfologiapt_BR
dc.titleAvaliação da prevalência e dos fatores de risco da infecção por Sars-Cov2 e outros patógenos de origem zoonótica em pessoas em situação de rua e seus contactantespt_BR
dc.typeTese Digitalpt_BR


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