Estudo sobre a trealase do Dactylium dendroides
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Data
1991Autor
Figueiredo, Maria Santos Reis Bonorino
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Resumo: Três formas da trealase (Tl, T2 e T3) do Dactylium dendroides foram demonstradas por diferentes métodos de separação. 0 nível de trealase foi mais elevado em presença de melezitose 0 ,2 %, no meio de cultivo e sua biossíntese foi inibida pela cicloheximida. A enzima sofreu repressãoinativação em presença de glucose 1%. A eletroforese em gel de poliacrilamida em presença de SDS mostrou que as trealases Tl e T2 são triméricas com PM de 285 e 220 kDa. A trealase Tl apresentou uma subunidades de 65 kDa e duas de 112 kDa enquanto que a trealase T2 apresentou duas subunidades de 58 kDa e uma de 96 kDa. A trealase T3 mostrou-se como um tetrãmero com subunidades de 76 kDa, com PM total de 310 kDa. Estas isoenzimas, cujos pHs ótimos foram de 8,0, 6 , 8 e 6 , 6 (Tl, T2 e T3) mostraram-se estáveis em pHs na faixa de 5,0 a 7,0. A temperatura ótima para as atividades trealásicas das 3 enzimas foi de 50°C. As enzimas são termoestáveis em temperaturas até 40°C e possuem energias de ativação de 18,4, 13,0 e 15,2 kcal/mol, respectivamente. As formas Tl e T2 foram totalmente inativadas a 50°C, em duas horas de incubação, ao passo que a T3 mostrou apenas 10% de inativação, na mesma temperatura e período de incubação. As trealases Tl, T2 e T3 apresentaram, valores de Km de 0,25 + 0,032 mM, 0,53 + 0,085 mM e 0,32 + 0,036 mM, respectivamente. As isoenzimas foram inibidas competitivamente por Tris e não competitivamente por HgCl2 . O EDTA 2 mM atuou como inibidor da trealase T3, cuja inibição foi revertida por cálcio 10 mM mas não afetou a atividade das outras duas isoenzimas. O PCMB 2,5 mM atuou como ativador das trealase Tl e T2 não afetando a trealase T3. As três isoenzimas foram identificadas como trealase não regulatórias, uma vez que não foram ativadas por AMPc, sendo glicoproteínas de localização vacuolar
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