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    Concepção histórica da dominante : uma revisão crítica de Rameau a Schoenberg

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    R - D - FILIPE HENTGES NADOLNY.pdf (12.71Mb)
    Data
    2025
    Autor
    Nadolny, Filipe Hentges
    Metadata
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    Resumo
    Resumo: Nesta dissertação busca-se compreender como a dominante é concebida dentro de obras de teoria entre Jean-Philippe Rameau a Arnold Schoenberg, passando pelas obras destinadas ao ensino de harmonia destes e de outros autores, especialmente, Simon Sechter, Hugo Riemann e Heinrich Schenker. O trabalho foi baseado na pesquisa bibliográfica das obras sobre harmonia dos autores citados, e em obras de outros teóricos que circundam estes autores. Foram utilizadas as pesquisas descritiva, explicativa e exploratória dos textos. A análise foi feita levando em consideração o cuidado com os aspectos presentistas, historicistas e hermenêuticos do pensamento teórico, a relação de tempo e espaço, práticas e representações e interesses relativo ao campo quando tais assuntos se mostravam relevantes. O fenômeno musical estudado, chamado assim de dominante, foi analisado nas perspectivas especulativas, fisicalistas, e culturalistas, ou artísticas na concepção de cada autor dentro de uma linearidade histórica. Observou-se que a concepção do sistema harmônico apresentado pelos autores nem sempre se relacionava com a concepção da dominante. Algumas concepções sofreram alterações no decorrer da vida e da obra de alguns dos autores estudados. Nenhum dos autores deixou de tratar artisticamente a dominante, demonstrando como utilizar a dominante, encadear com outros acordes, resolver suas dissonâncias etc. A dominante também sofreu uma acumulação de significados que por vezes se alteraram ou ficaram restritos a nichos específicos. Como premissa de sua existência percebemos argumentos especulativos ligados à teoria canônica grega; à teoria também especulativa de ordem fisicalista, baseada na acústica; organizada sob uma sintaxe; e relacionada à natureza ou a arte humana e sua cultura e até mesmo a negação de qualquer fator extramusical. Todavia e sumarizando, as formas de entendimento da dominante que são mais abrangentes é a de um acorde sobre o 5° grau da escala e sua função, mesmo que, por vezes sem fundamental
     
    Abstract: In this dissertation, the aim is to understand how the dominant is conceived in works of theory ranging from Jean-Philippe Rameau to Arnold Schoenberg, including works intended for the teaching of harmony by these and other authors, especially Simon Sechter, Hugo Riemann, and Heinrich Schenker. The study was based on bibliographic research of the harmony works by the aforementioned authors, as well as works by other theorists associated with them. Descriptive, explanatory, and exploratory approaches to the texts were used. The analysis took into account the careful consideration of presentist, historicist, and hermeneutic aspects of theoretical thought, the relationship between time and space, practices and representations, and field-related interests whenever such topics proved relevant. The musical phenomenon studied, referred to here as the dominant, was analyzed from speculative, physicalist, culturalist, or artistic perspectives, according to each author’s conception within a historical linearity. It was observed that the conception of the harmonic system presented by the authors did not always correspond to their conception of the dominant. Some conceptions underwent changes over the course of the lives and works of certain authors studied. None of the authors ceased to address the dominant artistically, demonstrating how to use it, connect it with other chords, resolve its dissonances, etc. The dominant also experienced an accumulation of meanings that at times shifted or became restricted to specific niches. As a premise for its existence, we perceive speculative arguments linked to Greek canonical theory; to the also speculative theory of a physicalist order, based on acoustics; organized under a syntax; and related to nature or to human art and its culture and even to the denial of any extramusical factor. However, and in summary, the forms of understanding the dominant that are more comprehensive are that of a chord on the 5th scale degree and its function, even if, at times, without a root
     
    URI
    https://hdl.handle.net/1884/100493
    Collections
    • Dissertações [208]

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