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dc.contributor.authorBonfim, Kleber Vieirapt_BR
dc.contributor.authorLombardi, Ana Teresapt_BR
dc.contributor.authorMachado, Eunice da Costapt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Campus Pontal do Paraná - Centro de Estudos do Mar. Curso de Graduação em Oceanografiapt_BR
dc.date.accessioned2022-08-03T12:34:35Z
dc.date.available2022-08-03T12:34:35Z
dc.date.issued2005pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/77518
dc.descriptionOrientadora: Ana Teresa Lombardipt_BR
dc.descriptionCo-orientadora: Eunice da Costa Machadopt_BR
dc.descriptionMonografia (graduação) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Terra, Centro de Estudos do Mar, Curso de Graduação em Oceanografia com Habilitação em Pesquisa Oceanográficapt_BR
dc.description.abstractOrganismos do fitoplancton constituem a base de cadeias alimentares em ambientes aquáticos e a entrada de nutrientes nessas células dá-se por absorção direta do meio circundante. Elementos metálicos podem ou não ser tóxicos aos organismos dependendo da forma em que estão presentes no meio. Formas complexadas a materiais orgânicos normalmente não são tóxicas às células algais, no entanto, complexos lábeis e/ou ions livres, com uma maior biodisponibilidade, apresentam efeitos deletérios. O presente estudo teve como objetivo avaliar o efeito de dois sais de cobre (CuSO4 e CuCl) na toxicidade de Cu² às células de Oocystis sp. Os organismos foram cultivados em culturas unialgais sob condições controladas de laboratório, com e sem a adição de cobre. A amplitude de concentração de cobre livre testada foi de 9.9x10 M a 1.6x10 M e o elemento metálico foi determinado em sua forma livre através de eletrodo seletivo ao íon cobre. No decorrer do experimento foi observada (independente do sal usado) uma redução do pH nos meios, o que pode ter influenciado no crescimento algal. Os resultados mostraram que o organismo utilizado apresenta grande resistência ao metal analisado, sendo o LC50 localizado próxima à maior concentração de cobre testada. O teste T mostrou que quando se considera a concentração de cobre livre, todos os valores de EC50 são iguais, exceto o valor de EC50 96h CuSO4. Diferença significativa foi observada entre a concentração de cobre adicionada à cultura antes do inoculo dos organismos e a concentração de cobre livre, ao final dos experimentos. Isto significa que parcela significativa do metal adicionado foi seqüestrado pelos componentes do meio e por excretados orgânicos liberados pela microalga.pt_BR
dc.format.extent53f. : il.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectPoluição marinhapt_BR
dc.subjectEcologia marinhapt_BR
dc.subjectOceanografia quimicapt_BR
dc.titleToxicidade de Cu 2+ em células de Oocystis sppt_BR
dc.typeMonografia Graduaçãopt_BR


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