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dc.contributor.advisorBrandão, Bernardo Guadalupe dos Santos Lins, 1981-pt_BR
dc.contributor.authorCitron, Cleópatra, 1992-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Filosofiapt_BR
dc.date.accessioned2022-08-04T17:41:24Z
dc.date.available2022-08-04T17:41:24Z
dc.date.issued2022pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/77217
dc.descriptionOrientador: Profº. Dr. Bernardo Guadalupe dos Santos Lins Brandãopt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Filosofia. Defesa : Curitiba, 13/05/2022pt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo: A filosofia de Platão, enquanto a primeira, está situada numa contradição, uma tensão: ao mesmo tempo em que articula discursivamente um princípio de afastamento dos mitos e dos ritos, ainda mantém e compartilha com estas práticas traços que só elas permitiam expressar e que o discurso parece não dar conta - muito embora o exercício filosófico, por excelência, seja a dialética, o diálogo, o discurso. E, por isso, são recorrentes o uso de mitos e a apropriação da experiência dos ritos nos diálogos platônicos. Como se conciliam e se relacionam estes polos aparentemente opostos? O que é isso que só a comparação com uma prática ritual pode expressar? Este trabalho é a tentativa de interpretar um elemento que aparece nos diálogos de Platão (em seis diálogos - Fedro, Leis, Íon, Críton, Banquete, Eutidemo): a aproximação entre o exercício da filosofia e um rito coribântico. A dificuldade reside em tentar entender a aparição dos Coribantes nos diálogos ao mesmo tempo em que Platão é a principal fonte de informações sobre eles. Assim, na primeira parte, antes de entrar nos diálogos, há um retorno histórico aos ritos de mistérios de modo geral e aos ritos coribânticos de modo específico, investigando a experiência a que tais práticas conduziam. Depois, na segunda parte, a pesquisa se concentra na relação dos textos de Platão com estes cultos antigos - especialmente os coribânticos -, elencando dois pontos comuns que parecem estar situados na intersecção entre os ritos de mistérios e o exercício da filosofia: a manía e a ordem. Estes pontos são usados como norte para mergulhar nos seis diálogos em que os Coribantes aparecem e para vislumbrar qual a relação que a filosofia, em seu princípio, mantinha com os ritos de mistérios.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: Plato's philosophy, being the first, is situated in a contradiction, a tension: at the same time that it discursively articulates a principle of departure from myths and rites, it still maintains and shares with these practices traits that only then could express and that the discourse does not seem to handle - although the philosophical exercise par excellence is dialectic, dialogue, discourse. And because of that are recurrent the use of myths and the appropriation of the experience of the rites in the platonic dialogues. How to council and relate this poles apparently opposites? What is it that only a comparison with a ritual practice can express? This work is an attempt to interpret an element that appears on Plato's dialogues (in six dialogues - Phaedrus, Laws, Ion, Crito, Symposium, Euthydemus): the approach between the exercise of philosophy and a Corybantic rite. The difficulty lies in trying to understand the appearance of the Corybantes in the dialogues while Plato is the main source of information about them. Thus, in the first part, before entering into the dialogues, there is a historical return to the mystery rites in general and to the Corybantic rites in a specific away, investigating the experience to which such practices led. Then, in the second part, the research focuses on the relationship of Plato's text with these ancient cults - especially the Corybantic -, listing two common points that seems to be situated in the intersection between the mysteries rites and the exercise of philosophy: mania and order. These points are used as north to delve into the six dialogues in which the Corybants appears and to glimpse the relationship that philosophy, in its principle, maintained with the mysteries rites.pt_BR
dc.format.extent1 recurso online : PDF.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectPlatãopt_BR
dc.subjectMísticapt_BR
dc.subjectRitos e cerimoniaspt_BR
dc.subjectMisteriopt_BR
dc.subjectFilosofiapt_BR
dc.titleEntre mistérios e filosofia : os sentidos da presença dos rituais coribânticos nos diálogos de Platãopt_BR
dc.typeDissertação Digitalpt_BR


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