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dc.contributor.advisorRocha, Wanderson Duarte dapt_BR
dc.contributor.authorMelo, Normanda Souza, 1985-pt_BR
dc.contributor.otherRamírez Araya, Marcel Ivánpt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Biológicas. Programa de Pós-Graduação em Ciências (Bioquímica)pt_BR
dc.date.accessioned2021-06-29T14:56:58Z
dc.date.available2021-06-29T14:56:58Z
dc.date.issued2016pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/71310
dc.descriptionOrientador: Prof. Dr. Wanderson Duarte Da Rochapt_BR
dc.descriptionCoorientador: Dr. Marcel Ivan Ramirez Arayapt_BR
dc.descriptionTese (doutorado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Ciências Biológicas - Bioquímica. Defesa : Curitiba, 06/10/2016pt_BR
dc.descriptionInclui referências: p. 136-148pt_BR
dc.description.abstractResumo: Uma melhor compreensão dos mecanismos moleculares da interação T. cruzi - célula hospedeira é crítica para o desenvolvimento de novas abordagens terapêuticas. Amastinas são proteínas de superfície codificadas por famílias multigênicas e altamente expressas nas formas amastigotas de T. cruzi. Esta grande família de proteínas transmembranares é composta por pequenas proteínas altamente hidrofóbicas contendo 4 domínios transmembrana e dois loops extracelulares, aqui denominadas tetraspaninas. Neste estudo, nós investigamos o papel das o-amastinas na biologia do parasita por diferentes abordagens. A fim de determinar a função das o-amastinas, avaliamos o perfil transcritômico, interações proteína-proteína e alterações fenotípicas causadas pela superexpressão. Inicialmente fusionamos a região codificadora da o-amastina (AF), e formas mutadas 5TmAF (cinco resíduos de Thr substituídos por Ala) e 1CmAF (C41A) a GFP (proteína verde fluorescente) resíduos altamente conservados, e superexpressamos em T. cruzi. As análises por microscopia confocal mostram uma localização na membrana plasmática semelhante para AF::GFP e 1CmAF::GFP, no entanto, os parasitas que expressam 5TmAF::GFP mostraram marcação mais distribuída (membrana plasmática, citoplasma e perinuclear). Apesar dos ensaios fenotípicos mostrarem que a expressão ectópica de ambas amastinas, selvagens e mutantes, não interferem na infectividade de amastigotas extracelulares (AEs), os parasitos expressando AF::GFP têm a diferenciação de epimastigotas (EPI) em tripomastigotas metacíclicos (TM) favorecida e apresentam taxa de amastigogênese reduzida. Além disso, parasitos que expressam 5TmAF::GFP mostraram forte redução na diferenciação de EPI em TM e aceleraram a diferenciação de TCTs (tripomastigotas derivadas de cultivo celular) em AEs. Outra diferença notável dos parasitos WT, AF::GFP e 5TmAF ::GFP é a capacidade de invasão de TCTs, o 5TmAF::GFP, mostrou uma pronunciada capacidade de invasão em comparação com WT e AF::GFP (menor taxa de invasão). Os resultados preliminares de interações proteína-proteína utilizando a técnica BioID (biotinilação dependente de proximidade) e análises transcritômicas (WT versus AF::GFP) sugerem que a o-amastina está de alguma forma associada com proteínas diferencialmente expressas durante o ciclo de vida do T. cruzi. Esses resultados devem ser refinados para termos uma melhor visão da atividade das amastinas.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: A better understanding of the molecular mechanisms of host parasite interaction is critical for development of alternative terapetical drugs. o-amastins are surface proteins encoded by multigene families and highly expressed in the intracellular amastigote stages of T. cruzi. This large family of transmembrane proteins includes highly hydrophobic small proteins containing 4 transmembrane domains and two extracellular loops, here called tetraspanin. In this study, we investigated the role of o-amastin in parasite biology. In order to determine o-amastin function, we have accomplished transcriptomic profiles, proteinprotein interaction assay, and phenotypic analysis of prasites overexpressing amastin. Initially, full-length o-amastin (AF), and mutated forms 5TMF (five Thr replaced by Ala) and 1CMF (C41A) were overexpressed fused to GFP in T.cruzi. Confocal microscopy images exhibited a similar plasma membrane location for AF::GFP and 1CMF::GFP, however, parasites expressing 5TMF::GFP showed plasma membrane, cytoplasm, and perinuclear localizations. In spite of phenotypic assays showed that ectopic expression of both wild and mutant amastins does not interfere with extracellular amastigote (EA) infectivity, AF::GFP expression favored epimastigote (EPI) to metacyclic trypomastigote (MT) differentiation and reduced the amastigogenesis rate. Additionally, parasites expressing 5TMF::GFP show stronger reduction on EPI to MT differentiation, and acceleration on TCT (tissue-derived trypomastigotes) to EA. Another remarkable difference of WT, AF::GFP, and 5TMF::GFP parasites was the TCT invasion capacity, where 5TMF::GFP showed a pronounced invasion capacity compared to WT, and AF::GFP (lowest invasion rate). Preliminary results of protein-protein interactions using BioID approach and transcriptomic analyzes (WT versus AF::GFP) suggest that o- amastins is somehow associated with differentially expressed proteins during its life cycle. These results must be refined to have a better view towards amastin function.pt_BR
dc.format.extent1 arquivo (174 p.) : il. (algumas color.).pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectProteínaspt_BR
dc.subjectTrypanosoma cruzipt_BR
dc.subjectBioquímicapt_BR
dc.titleDelta-amastinas : proteínas tetraspaninas de membrana que interferem na diferenciação celular de Trypanosoma cruzipt_BR
dc.typeTese Digitalpt_BR


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