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dc.contributor.authorRossito, Flavia Donini, 1981-pt_BR
dc.contributor.otherIsaguirre, Katya, 1972-pt_BR
dc.contributor.otherSouza Filho, Carlos Frederico Marés dept_BR
dc.contributor.otherAzevedo, Natália Tavares dept_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação. Programa de Pós-Graduação em Meio Ambiente e Desenvolvimentopt_BR
dc.date.accessioned2022-02-07T14:30:06Z
dc.date.available2022-02-07T14:30:06Z
dc.date.issued2020pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/69094
dc.descriptionOrientadora: Profa. Dra. Katya Regina Isaguirre-Torrespt_BR
dc.descriptionCoorientadores: Prof. Dr. Carlos Frederico Marés de Souza Filho e Profa. Dra. Natália Tavares de Azevedopt_BR
dc.descriptionTese (doutorado) - Universidade Federal do Paraná, Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação, Programa de Pós-Graduação em Meio Ambiente e Desenvolvimento. Defesa : Curitiba, 27/03/2020pt_BR
dc.descriptionInclui referências: p. 153-164pt_BR
dc.description.abstractResumo: A presente tese apresenta o tema da cooperação agroecológica como uma criação da natureza que foi resgatada pela memória coletiva camponesa. Essa cooperação agroecológica pressupõe acesso à terra, aos meios de produção, à natureza viva, o coletivo, a existência dos direitos territoriais e a necessidade de proteção do território. Como natureza, a cooperação agroecológica também foi apropriada e copiada pelo capitalismo e então transformada em cooperação capitalista, baseada na propriedade privada e individual dos bens e meios de produção e na existência do trabalhador livre, assalariado e alienado da sua própria natureza. A partir do estudo de uma experiência concreta de resistência camponesa vivenciada pela Comunidade Agroflorestal José Lutzenberger do MST contra as várias faces da acumulação capitalista no litoral norte do Paraná, observamos que a implementação de seu Sistema Agroflorestal se mostrou como alternativa para recuperar e proteger a Mata Atlântica, ao mesmo tempo em que se produzem alimentos saudáveis. O presente estudo tem por objetivo analisar como essa cooperação agroecológica é resgatada pela memória coletiva camponesa e vem a se tornar a essência de um processo de transição agroecológica para outro modelo de sociedade viável. Por meio da pesquisa ação participativa foi possível perceber que a Comunidade Agroflorestal José Lutzenberger não é uma experiência isolada, mas planejada pela Reforma Agrária Popular do MST que, por sua vez, soma-se à trajetória de um movimento camponês internacionalista pela Via Campesina. A Reforma Agrária Popular se torna a experiência prática do processo de transição agroecológica para outro modelo de sociedade no território brasileiro. Assim, concluímos que outro modelo de sociedade também requer outro modelo viável de Direito, que para iniciar seu processo de transição terá que dialogar com os direitos socioambientais. Palavras-chave: Resistência camponesa. Cooperação agroecológica. Comunidade Agroflorestal José Lutzenberger. MST. Reforma Agrária Popular. Transição agroecológica. Direitos socioambientais.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: The present thesis introduces the theme of agroecological cooperation as a creation of nature that was rescued by the collective peasant memory. This agroecological cooperation presupposes access to land, to means of production, to live nature, the collective, the existence of territorial rights and the need to protection the territory. Like nature, agroecological cooperation was also appropriated and copied by capitalism and then transformed into capitalist cooperation, based on the private and individual ownership of goods and means of production and on the existence of the free, waged and alienated worker of his own nature. From the study of a concrete experience of peasant resistance lived by the MST Agroforestry Community José Lutzenberger against several faces of capitalist accumulation on the north coast of Paraná, we observed that the implementation of its Agroforestry System is demonstrated as an alternative to recover and protect the Forest Atlantic while producing healthy food. The present study aims to analyze how this agroecological cooperation is rescued by the collective peasant memory and becomes the essence of a process of agroecological transition to another viable model of society. Through participatory actionresearch it was possible to perceive that the José Lutzenberger Agroforestry Community is not an isolated experience, but planned by the MST Popular Agrarian Reform, which, in turn, adds the trajectory of an internationalist peasant movement along Via Campesina. Popular Agrarian Reform becomes a practical experience in the process of agroecological transition to another model of society in Brazilian territory. Thus, we conclude that another model of society also requires another viable model of Law, which in order to start its transition process will have to dialogue with socio-environmental rights. Keywords: Peasant resistance. Agroecological cooperation. Agroforestry Community José Lutzenberger. MST. Popular Agrarian Reform. Agroecological transition. Social and environmental rights.pt_BR
dc.format.extent164 p. : il. color.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectReforma agrariapt_BR
dc.subjectMovimento Sem Terrapt_BR
dc.subjectCiências Ambientaispt_BR
dc.titleCooperação agroecológica, natureza e gentept_BR
dc.typeTese Digitalpt_BR


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