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dc.contributor.authorMendonça, Eleonora Camargo de, 1994-pt_BR
dc.contributor.otherRibeiro, Regiane Regina, 1973-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Parana. Setor de Artes, Comunicação e Design. Programa de Pós-Graduação em Comunicaçãopt_BR
dc.date.accessioned2019-10-21T13:42:13Z
dc.date.available2019-10-21T13:42:13Z
dc.date.issued2019pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/63380
dc.descriptionOrientadora: Profa. Dra. Regiane Regina Ribeiropt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Artes, Comunicação e Design, Programa de Pós-Graduação em Comunicação. Defesa : Curitiba, 02/04/2019pt_BR
dc.descriptionInclui referências: p.184-188pt_BR
dc.description.abstractResumo: A presente dissertação propõe discutir o imbricamento entre dança e vídeo a partir do processo de representação que se dá no documentário seriado We Speak Dance (2018). De maneira mais específica, pretende-se analisar a forma como as diferentes culturas expressas e comunicadas por meio dos corpos dançantes são representadas na série documental. Tais propósitos são impulsionados pela seguinte indagação: O que essa apropriação faz com os corpos - e por conseguinte com as vozes e as culturas - que representa? Isto é, qual dos diversos significados presentes neles WSD parece privilegiar? A obra discute as potências unificadoras e renovadoras da dança por onde se abordam dificuldades econômicas, necessidade de expressão, relações discriminatórias de gênero, reconhecimento identitário, as lutas de legitimação dessas danças e/ou de seus dançarinos em cada uma das sociedades retratadas. Há nesse seriado uma combinação das linguagens da arte e do vídeo que culmina em uma diluição das fronteiras entre dança e audiovisual - enquanto arte, técnica e produção de sentidos. Ponderando isso, sugere-se uma estratégia metodológica indisciplinar (GREINER, 2005), com olhar investigativo voltado para a Pós-Modernidade e para os Estudos Culturais Pós-Coloniais, com Homi Bhabha (2006; 2014) e Edward Said (2007). Os capítulos escolhidos são estudados a partir de dois eixos analíticos, os quais procuram combinar as leituras do corpo e da tela. O primeiro deles, baseado no Semantic Grid proposto por Judith Lynne Hanna (1987), diz respeito à arte em si e está à procura das intencionalidades expressas por meio das danças, mesmo que sob as lentes do audiovisual. São oito dispositivos descritivos que, moldados de acordo com o corpus do trabalho, permitem a consideração de toda a mensagem dançada, levando em conta suas relações contextuais. O segundo eixo se volta para a representação no audiovisual e é aplicado a partir das etapas de transcrição e codificação, inspiradas em Diane Rose (2002). A soma dos dois eixos é considerada sob uma leitura interpretativa que resgata justamente a reflexão dos cultural studies e dessa comunicação que envolve corpo e tela. O epílogo desse texto aponta um contrato desigual entre vídeo e dança - essa como tema e recurso narrativo do primeiro - que ora fragmenta ora potencializa o movimento. Sobre a apropriação, tem-se uma representação dos corpos dançantes amiúde baseada no orientalismo - o que desfoca suas revoluções moleculares (GUATTARI, 1981). Palavras-chave: Comunicação. Série documental. Dança. Corpo. Estudos Culturais Pós- Coloniais.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: The present dissertation proposes to discuss the connection between dance and video from the process of representation that occurs in the serialized documentary We Speak Dance (2018). More specifically, it is intended to analyze how the different cultures expressed and communicated through the dancing bodies are represented in the production. Such purposes are driven by the following inquiry: What does this appropriation do with bodies - and therefore with voices and cultures - that it represents? That is, which of the various meanings present in them does WSD seem to privilege? The produce discusses the unifying and renewing powers of dance in relation to economic difficulties, need for expression, discriminatory gender relations, identity recognition, the legitimacy struggles of these dances and / or their dancers in each of the societies that are portrayed. In this series a combination of the languages of art and video culminates in a dilution of the boundaries between dance and audiovisual - as art, technique and production of meanings. In this paper, we suggest an undisciplined methodological strategy (GREINER, 2005), with an investigative approach aimed at Post Modernity and Postcolonial Cultural Studies, with Homi Bhabha (2006, 2014) and Edward Said (2007). The chosen chapters are studied from two analytical axes, which try to combine the readings of the body and the screen. The first of these, based on the Semantic Grid proposed by Judith Lynne Hanna (1987), concerns the art itself and is looking for the intentionalities expressed through dances, even if under the lens of the audiovisual. There are eight descriptive devices that, molded according to the corpus of the work, allow the consideration of all the danced message, taking into account their contextual relations. The second axis turns to the representation in the audiovisual and is applied by the stages of transcription and codification, inspired by Diane Rose (2002). The sum of the two axes is considered under an interpretative reading that rescues the reflection of the cultural studies and that communication that involves body and motion picture display. The epilogue to this text points to an unequal contract between video and dance - this as the theme and narrative resource of the first - which sometimes fragments, sometimes potentializes the movement. About appropriation, there is a representation of the dancing bodies often based on Orientalism - which blurs their molecular revolutions (GUATTARI, 1981). Key-words: Communication. Serialized documentary. Dance. Body. Postcolonial Cultural Studies.pt_BR
dc.description.abstractABSTRAIT: La présente étude propose d'examiner le lien qui existe entre la danse et la vidéo à partir du processus de représentation présenté dans le documentaire sérialisé We Speak Dance (2018). Plus spécifiquement, il est destiné à analyser la manière dont les différentes cultures exprimées et communiquées à travers les corps dansants sont représentées dans la production. Cette finalité est motivée par l'enquête suivante: que fait cette appropriation avec des corps - et donc des voix et des cultures - qu'elle représente? C'est-à-dire, laquelle des différentes significations présentes en eux WSD semble-t-il privilégier? Le produit aborde les forces unifiantes et renouvelantes de la danse en ce qui concerne les difficultés économiques, le besoin d'expression, les relations discriminatoires entre les sexes, la reconnaissance de l'identité, les luttes de légitimité de ces danses et / ou de leurs danseurs dans chacune des sociétés décrites. Dans cette série, une combinaison des langages de l'art et de la vidéo aboutit à une dilution des frontières entre danse et audiovisuel - au même titre que l'art, la technique et la production de significations. Dans cet article, nous proposons une stratégie méthodologique indisciplinée (GREINER, 2005), avec une approche d'investigation axée sur la post-modernité et les études culturelles postcoloniales, avec Homi Bhabha (2006, 2014) et Edward Said (2007). Les chapitres choisis sont étudiés selon deux axes analytiques, qui tentent de combiner les lectures du corps et de l'écran. Le premier d'entre eux, basé sur la grille sémantique proposée par Judith Lynne Hanna (1987), concerne l'art lui-même et recherche les intentionnalités exprimées par les danses, même si elles sont sous l'objectif de l'audiovisuel. Huit dispositifs descriptifs, moulés selon le corpus de l'oeuvre, permettent de prendre en compte l'ensemble du message dansé, en tenant compte de leurs relations contextuelles. Le deuxième axe se tourne vers la représentation dans l'audiovisuel et s'applique par les étapes de transcription et de codification, inspirées de Diane Rose (2002). La somme des deux axes est considérée sous une lecture interprétative qui sauve le reflet des études culturelles et de cette communication qui implique corps et panneau. L'épilogue de ce texte met en évidence un contrat inégal entre vidéo et danse - elle s'agit du thème et de la ressource narrative du premier - qui parfois se fragmente, parfois potentialise le mouvement. Au sujet de l'appropriation, il y a une représentation des corps dansants souvent basée sur l'orientalisme - qui brouille leurs révolutions moléculaires (GUATTARI, 1981). Mots clés: Communication. Documentaire sérialisé. Danse. Corps. Études Culturelles Postcoloniales.pt_BR
dc.format.extent188 p. : il. (algumas color.).pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectCorpopt_BR
dc.subjectDançapt_BR
dc.subjectComunicaçãopt_BR
dc.titleO corpo que dança na tela : um olhar pós-colonialista sobre cultura e representação em We speak dance (2018)pt_BR
dc.typeDissertação Digitalpt_BR


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