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dc.contributor.advisorBiondo, Alexander Welkerpt_BR
dc.contributor.authorRibeiro, Juliano, 1971-pt_BR
dc.contributor.otherUllmann, Leila Sabrinapt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Biológicas. Programa de Pós-Graduação em Biologia Celular e Molecularpt_BR
dc.date.accessioned2019-09-30T14:01:12Z
dc.date.available2019-09-30T14:01:12Z
dc.date.issued2019pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/62408
dc.descriptionOrientador: Prof. Dr. Alexander Welker Biondopt_BR
dc.descriptionCoorientadora: Profª. Drª Leila Sabrina Ullmannpt_BR
dc.descriptionTese (doutorado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Biologia Celular e Molecular. Defesa : Curitiba, 22/04/2019pt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo: As últimas doenças infecciosas emergentes originaram-se de espécies de animais selvagens e os morcegos têm desempenhado um papel muito importante como reservatórios virais. Além da sua habilidade de voar, os morcegos apresentam características interessantes quanto a sua dinâmica populacional, hibernação, migração, alimentação e habitat. Devido à perda de habitat e desmatamento, os morcegos, os animais domésticos e o homem compartilham do mesmo ambiente, aumentando a chance de transmissão de vírus. Esta tese está dividida em dois capítulos. O primeiro capítulo apresenta dados da vigilância em morcego e fatores de risco para o "spillover" da raiva na região urbana da cidade de Curitiba a qual não apresenta casos de raiva em humanos, neste capítulo foram avaliados dados entre os anos de 2010 a 2015. No período do estudo não foram coletados morcegos hematófagos. Entretanto, as coletas de morcegos insetívoros e frugívoros ocorreram com maior frequência na região centro-norte da cidade. Foi evidenciado que o maior risco para transmissão da raiva por morcegos pode ser mais provável em gatos devido à exposição associada destes animais pelos hábitos de caça inatos, predispondo a um contato ainda mais próximo com morcegos potencialmente infectados. Portanto, os gatos devem ser sempre incluídos nos programas de vigilância e vacinação contra a raiva. O segundo capítulo avaliou a distribuição epidemiológica e espacial de abrigos de morcegos e sua relação com a transmissão da raiva nos herbívoros no Estado do Paraná, entre os anos de 2011 a 2017. Apesar do contínuo mapeamento e do controle de abrigos de morcegos hematófagos, a raiva nos herbívoros no estado do Paraná tem estado estável, e está diretamente associada a abrigos de morcegos hematófagos. Assim, as medidas preventivas como a vacinação antirrábica deve ser mantida para aumentar a eficácia da proteção do rebanho, particularmente nas áreas que possuem predisposição geográficas para presença de inúmeros abrigos de morcegos hematófagos e, em áreas localizadas próximas a feições de enormes bacias hidrográficas. Palavras-chave: Morcego não hematófago, raiva, herbívoro, morcego hematófago, Desmodus rotundus, morcego-vampiro comum, abrigos de morcegos.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: The latest emerging infectious diseases originated from wild animal species and bats have played a very important role as viral reservoirs. In addition to their ability to fly, bats have interesting characteristics regarding their population dynamics, hibernation, migration, feeding and habitat. Due to loss of habitat and deforestation, bats, domestic animals and man share the same environment, increasing the chance of virus transmission. This thesis is divided into two chapters. The first chapter presents data on bat surveillance and risk factors for rabies spillover in the urban area of the city of Curitiba, which does not present cases of rabies in humans, in this chapter data were evaluated between the years 2010 and 2015. In the study period there was no were collected hematophagous bats. However, collections of insectivorous and frugivorous bats occurred more frequently in the north-central region of the city. It has been shown that the increased risk of transmission of rabies by bats may be more likely in cats due to the associated exposure of these animals to inbred hunting habits, predisposing to closer contact with potentially infected bats. Therefore, cats should always be included in the surveillance and vaccination programs against rabies. The second chapter evaluated the epidemiological and spatial distribution of bat shelters and their relationship with the transmission of rabies in herbivores in the Paraná State between the years 2011 to 2017. Despite the continuous mapping and control of hematophagous bat shelters, rabies in the herbivores in the Paraná State has been stable and is directly associated with hematophagous bats shelters. Thus, preventive measures such as anti-rabies vaccination should be maintained to increase the effectiveness of herd protection, particularly in geographically predisposed areas for the presence of numerous hematophagous bats shelters and features of large river basins. Keywords: non-hematophagous bat, rabies, herbivorous, hematophagous bat, Desmodus rotundus, common vampire bat, bats shelters.pt_BR
dc.format.extent68 p. : il. (algumas color.).pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectMorcego hematofagopt_BR
dc.subjectHidrofobiapt_BR
dc.subjectHerbivoropt_BR
dc.subjectQuiropteropt_BR
dc.subjectMorfologiapt_BR
dc.titlePesquisa de genomas virais em morcegos tropicais no Paranápt_BR
dc.typeTese Digitalpt_BR


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