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dc.contributor.advisorMendonça, Francisco de Assis, 1960-pt_BR
dc.contributor.authorRestrepo, Cristian, 1986-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências da Terra. Programa de Pós-Graduação em Geografiapt_BR
dc.date.accessioned2019-05-21T20:02:43Z
dc.date.available2019-05-21T20:02:43Z
dc.date.issued2018pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/60351
dc.descriptionOrientador: Prof. Dr. Francisco de Assis Mendonçapt_BR
dc.descriptionTese (doutorado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Terra Programa de Pós-Graduação em Geografia. Defesa : Curitiba, 12/12/2018pt_BR
dc.descriptionInclui referências: p.360-370pt_BR
dc.description.abstractResumo: O presente trabalho tem como centro as resistências contra o extrativismo-mineiro na América Latina/Abya Yala, que nos últimos 20 anos têm marcado um novo padrão de conflitividade onde o corpo, o território y a escala de ação, cobram relevância na luta geopolítica dos povos. Com conflito estrutural e de longa duração, as "sociedades em resistências" agora olham com maior solidez as armadilhas históricas da modernidade/colonialidade-capitalista, permitindo no processo de descolonização epistêmica, da política e da Natureza visualizar territórios livres de extrativismo-mineiro, ao recuperar das memorias ancestrais, o bem viver (Sumak Kawsay) e a integração com outros povos para construir mundos possíveis apoiandose nos existentes. O No a la mina como movimento de vizinhos autoconvocados por um Esquel livre de mineração na Patagônia - Argentina, é um exemplo paradigmático nas transições contemporâneas necessárias hoje em dia e que se localizam na altura de nosso tempo, desde a qual tem sido possível um controle da montanha desde "baixo" mediante uma racialidad da vida. Este é um exemplo inspirador para pensar que o sistema-mundo se é franqueável, de que se tem saída e que a modernidade/extrativa não é um destino final à qual todos os povos latinoamericanos e nenhum outro deveram de ir e chegar. Palavras Chaves: Resistências 1. Território 2. Racionalidade da vida 3. Extrativismo-mineiro 4.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: The present work focuses on the resistance against mining-extractivism in Latin America / Abya Yala, which in the last 20 years have marked a new pattern of conflict where the body, the territory and the scale of action become relevant in the geopolitical struggle of the peoples. Thanks to the structural and long-term conflict, "societies in resistance" now see more clearly the historical trappings of modernity / capitalist-coloniality, allowing in the process of epistemic decolonization, of politics and of nature to visualize free territories of extractivismmining, recovering the memory of the ancestors, good living (Sumak Kawsay) and integration with other peoples to build possible worlds based on existing ones. The No to the mine as a movement of neighbors autoconvocados by a mining-free Esquel in Patagonia - Argentina, is a paradigmatic example in the contemporary transitions to the height of the present and the civilizatory challenges of our time, from which it has been possible advance from "below" through a rationality of life. This is an inspiring example to think that the world-system is franchiseable, that there is a way out and that the extractive-modernity is not the final destination to which all Latin American peoples and no other should go and arrive. Keywords: Resistances 1. Territory 2. Rationality of life 3. Mining extractivism 4.pt_BR
dc.format.extent370 p. : il. (algumas color.).pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languageEspanholpt_BR
dc.subjectGeopoliticapt_BR
dc.subjectGeografiapt_BR
dc.subjectTerritorio nacionalpt_BR
dc.titleDescolonización y ampliación geopolítica de las resistencias contra-extractivas-mineras en/desde América Latina/Abya Yala - el "No a la mina" / Esquel, Argentinapt_BR
dc.typeTese Digitalpt_BR


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