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dc.contributor.advisorGraça, Luiz Roberto, 1948-pt_BR
dc.contributor.authorRibas, Luiz Cesarpt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias Agrárias. Programa de Pós-Graduaçao em Engenharia Florestalpt_BR
dc.date.accessioned2013-06-24T14:35:01Z
dc.date.available2013-06-24T14:35:01Z
dc.date.issued2013-06-24
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/26666
dc.description.abstractProcurou-se no presente estudo identificar-se uma estratégia de reforma com fundamentação econômica, ou seja, a decisão de se antecipar ou não uma rotação baseando-se em critérios de rentabilidade. Povoamentos florestais com produtividade e qualidade insatisfatórias da espécie Pinus sp localizada no município paranaense de Jaguariaíva foram avaliados sob o ponto de vista do momento econômico ótimo de serem reformados (substituídos) por outros povoamentos de Pinus taeda, esperando-se desta forma um comportamento produtivo e qualitativo tais que viessem a justificar a reforma de povoamentos florestais não rentáveis. Dois critérios económicos básicos foram utilizados, o primeiro procurando a maximização econômica da reforma e o outro considerando o aspecto inflacionário dentro da própria. análise. Além do objetivo principal da decisão de reformar-se ou não povoamentos florestais, buscou-se analisar diferentes situações básicas de reforma, traduzidas por espécies florestais e desenvolvimento produtivo distintos. O estudo abrangeu uma gama de alternativas de análise que incorporou aspectos tais como espécie florestal, classe de sítio, regime de manejo e situações básicas de reforma. Os resultados econômicos finais dos regimes de manejo considerados para o povoamento a ser implantado não diferiram muito em seus valores relativos a custos e receitas. Entretanto, pode-se perceber que os regimes de desbastes intermediários apresentam custos de produção inferiores ao regime de corte raso. Pelo critério de maximização econômica da reforma (CLUTTER et alii11), concluiu-se que; nas condições específicas deste estudo, o povoamento corrente deve ser reformado quando sofrer o próximo desbaste programado, ao contrário da metodologia de BAKER1,a qual contra-indicou a efetivação da reforma. A consideração de um determinado processo inflacionário dentro da análise, visando a efetivação da reforma, se deu conforme a metodologia empregada, sugerindo interpretações diferentes. Como resultado final, pode-se perceber que, a reforma de povoamentos florestais, sob o ponto de vista econômico, fica condicionada às próprias características particulares dos plantios a serem analisados. Situações específicas de custos, receitas e processo inflacionário determinarão de que forma o objetivo final poderá ser alcançado.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.publisher[s.n]pt_BR
dc.subjectEconomia florestalpt_BR
dc.subjectPinheiropt_BR
dc.subjectPovoamento florestalpt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.titleEstrategia economica da reforma de povoamentos florestais de Pinus spppt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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