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dc.contributor.advisorBolzón de Muñiz, Graciela Inéspt_BR
dc.contributor.authorBrand, Martha Andreiapt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias Agrárias. Programa de Pós-Graduaçao em Engenharia Florestalpt_BR
dc.date.accessioned2013-06-03T17:22:47Z
dc.date.available2013-06-03T17:22:47Z
dc.date.issued2013-06-03
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/10397
dc.description.abstractA estocagem é parte integrante do pré-tratamento da biomassa para o uso na geração deenergia, tendo como objetivo melhorar as propriedades físicas e químicas da biomassaflorestal. Pode ser utilizada ainda para regular o fornecimento do material para a plantaindustrial, alocar o material que não tem utilização ou mercado em determinada épocaou região, e subsidiar unidades de geração de energia na adoção de procedimentos de manuseio e uso da biomassa. Estas práticas aumentam as vantagens competitivas da biomassa, minimizando suas desvantagens frente às outras fontes energéticas. Assim, a principal questão a ser respondida quando se tem como objeto de estudo a estocagem debiomassa florestal para a geração de energia é: Qual a possibilidade de se estabelecer procedimentos de estocagem, com base nas características físicas e químicas da biomassa florestal, de maneira a obter-se um melhor rendimento energético em menor tempo? Para responder a esta questão, o objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito da estocagem sobre a qualidade da biomassa florestal destinada à geração de energia, através da determinação da influência: a) do tempo de estocagem sobre as propriedades da biomassa; b) da época de colheita e da época de estocagem nas propriedades da biomassa; c) da espécie, tamanho e forma da biomassa nas alterações ocorridas durante a estocagem. O experimento foi realizado no município de Lages, Estado de Santa Catarina, entre outubro de 2003 a fevereiro de 2005, utilizando-se toras com casca de Pinus taeda e Eucalyptus dunnii e costaneiras de Pinus spp., que ficaram estocadas por um período de 6 meses, com coletas no material recém produzido, com dois, quatro e seis meses de armazenamento. Foram analisados quatro lotes de madeira estocados segundo as estações do ano. As propriedades analisadas foram: teor de umidade na base úmida, poder calorífico superior e líquido, composição química (extrativos) e teor de cinzas. Concluiu-se que a época de colheita e estocagem, o tempo de estocagem, a espécie e o tamanho e forma da biomassa influenciaram nas propriedades físicas e químicas da biomassa sob armazenamento, em maior ou menor intensidade. O tempo ideal de estocagem variou de dois meses em épocas mais favoráveis do ano (primavera e verão) a quatro meses em épocas menos favoráveis (outono e inverno). As melhores épocas para a colheita da biomassa foram a primavera e verão, e as piores foram o inverno e outono, respectivamente. As melhores épocas de estocagem foram entre outubro e maio e entre agosto e fevereiro. Portanto, na região de estudo, para um maior rendimento energético, a biomassa deve ser colhida na saída do inverno ou primavera e permanecer sob estocagem durante o verão. O material que teve melhor comportamento durante a estocagem foi a costaneira de Pinus, sendo também o material mais heterogêneo. As toras de Pinus tiveram o pior comportamento. De forma geral, o tamanho e forma do material tiveram maior influência sobre o comportamento da biomassa na estocagem que a espéciept_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectBiomassa vegetalpt_BR
dc.subjectEngenharia Florestal - Tesespt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.subjectPinus taedapt_BR
dc.subjectEucalyptus dunniipt_BR
dc.titleQualidade da biomassa florestal para o uso na geração de energia em função da estocagempt_BR
dc.typeTesept_BR


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