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    O belo em Santo Agostinho : a reverberação do bem

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    R - T - KHAE LHUCAS FERREIRA PEREIRA.pdf (5.500Mb)
    Data
    2025
    Autor
    Pereira, Khae Lhucas Ferreira
    Metadata
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    Resumo
    Resumo: Esta tese apresenta a definição do belo em Santo Agostinho como a reverberação do bem, princípio metafísico que sustenta a beleza de todas as coisas. Com base no percurso do desenvolvimento filosófico desse autor da Antiguidade Tardia, o trabalho começa tratando acerca da descoberta do bem como elemento vital, a partir das reflexões sobre o problema do mal e o livre-arbítrio que marcaram a transição do pensamento agostiniano do maniqueísmo para o neoplatonismo, aparecendo, portanto, as referências aos textos de Platão e Plotino que ofereceram as fórmulas teóricas para o filósofo africano progredir nas especulações sobre a natureza do bem e sua ressonância no belo. A pesquisa menciona uma redação perdida, De Pulchro et Apto, e analisa uma possibilidade de compreensão sobre a relação do belo e o conveniente como reportada a questões já examinadas por autores da Antiguidade Clássica. Porém, reunindo diversas abordagens sobre a teoria do belo que aparecem dispersas na grande coleção dos livros de Agostinho, o trabalho almeja propor uma noção conceitual sobre o belo e elaborar, com as devidas referências textuais, uma Filosofia da Arte fundamentada nas considerações sobre a beleza que se manifesta na música, na arquitetura, na pintura, na escultura, na poesia e na política. Temas recorrentes em várias obras, o belo, a harmonia e a ordem, aparecem como condições imprescindíveis da habilidade artística, compreendida como técnica. Na problemática contemporânea que envolve a estética como disciplina acadêmica referente à afetação dos sentidos, a pesquisa propõe uma objetividade nos padrões de beleza ao estabelecer seu fundamento teórico no princípio inteligível da verdade, instituída como regra do juízo. Sobretudo, conforme a constatação de Agostinho, a percepção se dá na alma e não nos sentidos, o que desloca assim a reflexão sobre o belo para o âmbito da contemplação através dos "olhos da alma", acudidos pela iluminação de Deus, como um brilho lançado sobre a mente humana, que proporciona a distinção das coisas e revela a sua beleza. A alma então reconhece a beleza e detém-se diante dela, porque encontra nela refletida a sua própria imagem. Essa retenção explica o amor despertado, cujo prazer arrebatado eleva o intelecto da admiração das realidades sensíveis para as imperecíveis, abrindo assim as condições para a experiência da eternidade
     
    Abstract: This thesis presents Saint Augustine's definition of beautiful as the reverberation of the good, the metaphysical principle that sustains the beauty of all things. Based on the trajectory of the philosophical development of this Late Antiquity author, the study begins by addressing the discovery of the good as a vital element, stemming from reflections on the problem of evil and free will, which marked the transition of Augustinian thought from Manichaeism to Neoplatonism. Consequently, references to the texts of Plato and Plotinus emerge, as they provided the theoretical frameworks for the African philosopher to advance his speculations on the nature of the good and its resonance in beautiful. The research mentions a lost essay, De Pulchro et Apto, and analyzes a possible understanding of the relationship between beautiful and convenient, as related to issues already examined by Classical Antiquity authors. However, by bringing together various approaches to the theory of beautiful scattered throughout Augustine’s extensive collection of works, this study seeks to propose a conceptual notion of beauty and to develop, with appropriate textual references, a Philosophy of Art based on considerations of beauty as it manifests in music, architecture, painting, sculpture, poetry, and politics. Recurrent themes in various works – beautiful, harmony, and order – appear as essential conditions of artistic skill, understood as technique. In contemporary debates concerning aesthetics as an academic discipline related to sensory perception, this research argues for objectivity in standards of beauty by establishing its theoretical foundation in the intelligible principle of truth, instituted as a criterion of judgment. Above all, according to Augustine, perception occurs in the soul rather than in the senses, thus shifting the reflection on beauty to the realm of contemplation through the "eyes of the soul," aided by divine illumination, like a glow cast upon the human mind, which provides discernment of things and reveals their beauty. The soul then recognizes and lingers before beauty because it finds its own image reflected in it. This retention explains the love that is awakened, whose rapturous pleasure elevates the intellect from the admiration of sensible realities to imperishable ones, thereby opening the conditions for the experience of eternity
     
    URI
    https://hdl.handle.net/1884/98012
    Collections
    • Teses [90]

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