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    Associação entre a relação cérebro-placentária e desfechos neonatais em gestantes de risco habitual : estudo prospectivo em hospital universitário

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    R - D - LARISSA RASO HAMMES.pdf (4.598Mb)
    Data
    2025
    Autor
    Hammes, Larissa Raso
    Metadata
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    Resumo
    Resumo: A relação cérebro-placentária (cerebroplacental ratio - CPR) fornece informações sobre a redistribuição hemodinâmica frente à hipoxemia e é utilizada como marcador de comprometimento fetal e preditor de desfechos perinatais adversos em gestações de alto risco. No entanto, sua aplicabilidade em gestações de risco habitual ainda é controversa. A posição materna durante o exame ultrassonográfico pode influenciar sua quantificação, uma vez que a compressão do útero gravídico sobre a veia cava inferior pode alterar a hemodinâmica materno-fetal. Este estudo teve como objetivo avaliar a capacidade preditiva da CPR para desfechos neonatais adversos em gestantes de risco habitual e investigar se a realização do exame em decúbito lateral esquerdo (DLE) melhora essa predição quando comparado com o exame realizado em decúbito dorsal (DD). Trata-se de um estudo prospectivo realizado no Complexo Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná (CHC/UFPR) de agosto de 2021 a outubro de 2022 e incluiu 69 gestantes de feto único entre 32 e 38 semanas, sem comorbidades, submetidas ao exame Dopplerfluxométrico em DD e DLE, com aquisição de cinco medidas do índice de pulsatilidade (IP) da artéria umbilical (AU) e artéria cerebral média (ACM) em cada posição. A CPR foi calculada pela razão entre IP-ACM e o IP-AU. Foram analisados os prontuários dos recém-nascidos para identificação da via de parto e de uma composição de desfechos adversos. A mediana de idade das pacientes na amostra foi de 27 anos, e a idade gestacional mediana no momento do exame foi de 35 semanas. Não foram observados casos de óbito fetal ou óbito neonatal. A prevalência de prematuridade foi de 8,7% e 11,6% dos RNs necessitaram de manobras de reanimação neonatal. A análise Doppler evidenciou alterações no IP-ACM em 4,3% das pacientes tanto em DD quanto em DLE, e alterações na CPR ocorreram em 5,8% das pacientes em DD, sem alterações no DLE. Não foram observadas alterações no IP-AU. A CPR em DLE foi significativamente menor no grupo submetido a parto operatório (2,04 vs 1,95; p = 0,006), sugerindo possível comprometimento fetal e necessidade de intervenção obstétrica. A prematuridade foi mais frequente no grupo do parto operatório (p = 0,026; OR 14,3; IC 95%: 1,75–33,3). Não houve associação significativa entre o IP-AU, do IP-ACM ou da CPR— independentemente da posição materna durante o exame — com necessidade de reanimação neonatal, internação em unidade de terapia intensiva neonatal ou outros desfechos neonatais adversos em gestações de risco habitual. Apesar do potencial da CPR em gestações de alto risco, sua utilidade em gestações de risco habitual permanece incerta e a identificação precoce de fetos em risco ainda é um desafio
     
    Abstract: The cerebroplacental ratio (CPR) provides information on hemodynamic redistribution in response to hypoxemia and is used as a marker of fetal compromise and a predictor of adverse perinatal outcomes in high-risk pregnancies. However, its applicability in low-risk pregnancies remains a matter of controversy. Maternal position during the ultrasound examination may influence its measurement, as compression of the gravid uterus on the inferior vena cava can alter maternal-fetal hemodynamics. This study aimed to evaluate the predictive ability of CPR for adverse neonatal outcomes in low risk pregnancies and to investigate whether performing the Doppler exam in the left lateral decubitus position (LLD) improves this prediction compared to the supine position (SP). This prospective study was conducted at the Complexo Hospital de Clínicas of the Federal University of Paraná (CHC/UFPR) from August 2021 to October 2022. Included 69 singleton pregnant women between 32 and 38 weeks of gestation, without comorbidities, who underwent Doppler velocimetry in both SP and LLD, with five measurements each of the pulsatility index (PI) of the umbilical artery (UA) and middle cerebral artery (MCA) in each position. CPR was calculated as the ratio between MCA-PI and UA-PI. Neonatal medical records were reviewed to determine delivery mode and a composite of adverse neonatal outcomes. The median maternal age was 27 years, and the median gestational age at the time of examination was 35 weeks. No cases of intrauterine fetal demise or neonatal death were observed. The prevalence of prematurity was 8.7%, and 11.6% of newborns required neonatal resuscitation. Doppler analysis showed abnormalities in MCA-PI in 4.3% of patients in both positions and CPR abnormalities in 5.8% of patients in SP, with no abnormalities observed in LLD. No alterations were found in UA-PI. CPR values in LLD were significantly lower in the group that underwent operative delivery (2.04 vs. 1.95; p = 0.006), suggesting possible fetal compromise and the need for obstetric intervention. Prematurity was more frequent in the operative delivery group (p = 0.026; OR 14.3; 95% CI: 1.75–33.3). No significant association was found between UA-PI, MCA-PI, or CPR—regardless of maternal position—and neonatal resuscitation, neonatal intensive care unit admission, or other adverse neonatal outcomes in low-risk pregnancies. Despite the potential of CPR in high-risk pregnancies, its usefulness in low-risk pregnancies remains uncertain, and early identification of at-risk fetuses continues to be a challenge
     
    URI
    https://hdl.handle.net/1884/97700
    Collections
    • Dissertações [43]

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