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dc.contributor.advisorIsrael, Vera Lúcia, 1963-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Biológicas. Programa de Pós-Graduação em Educação Físicapt_BR
dc.creatorChristinelli, Tainapt_BR
dc.date.accessioned2023-11-16T20:18:55Z
dc.date.available2023-11-16T20:18:55Z
dc.date.issued2023pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/84869
dc.descriptionOrientadora: Profª Drª Vera Lúcia Israelpt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Educação Física. Defesa : Curitiba, 07/07/2023pt_BR
dc.descriptionInclui referências: p. 79-96pt_BR
dc.description.abstractResumo: A doença de Parkinson (DP) é uma patologia crônica e neurodegenerativa do Sistema Nervoso Central (SNC). A acentuada diminuição de força muscular em pessoas DP é uma das principais características relacionadas às alterações motoras e, com essa redução há ainda o comprometimento da mobilidade funcional. Embora o exercício físico em alta intensidade mostre-se como uma alternativa eficaz no tratamento desses indivíduos, ainda são pouco conhecidos os efeitos dos exercícios físicos aquáticos intensos em pessoas com DP. Diante disso, surge a necessidade de compreender a efetividade de um programa de exercícios físicos aquáticos de alta intensidade na DP. Objetivo: Analisar os efeitos de um programa de exercícios físicos aquáticos intervalados de alta intensidade (PEFA-IAI) sobre a força muscular e mobilidade funcional em pessoas com DP. Métodos: Tratase de um Ensaio clínico não randomizado em que houve a composição de um Grupo Intervenção (GI), composto por pessoas com DP, de ambos os sexos, que foram avaliados imediatamente antes e após um PEFA-IAI de 12 semanas e um Grupo Controle (GC) que participaram de uma avaliação 1 e avaliação 2 com intervalo de 12 semanas. As variáveis terrestres analisadas foram: força muscular isométrica dos músculos flexores e extensores de joelho; flexores, abdutores e adutores de quadril, por meio do dinamômetro portátil; força muscular global, com dinamômetro de preensão manual; mobilidade funcional com o teste de levantar e caminhar cronometrado com e sem dupla tarefa (Timed Up and Go Test - TUG); teste de sentar e levantar cinco vezes (Five Times Sit to Stand - FTSTS); velocidade da marcha, com o teste de 10 metros de caminhada; equilíbrio postural, por meio do avaliação do equilíbrio corporal (Mini Balance Evaluation Systems Test) e aspectos motores da DP (Escala Unificada de Avaliação da Doença de Parkinson - UPDRS-III). As estatísticas descritivas para os resultados foram expressas como a média, desvio padrão e para os resultados de força muscular foram apresentados ainda o coeficiente de variação (CV). Para uma avaliação integrada do experimento, inicialmente as variáveis foram avaliadas por meio do modelo de Equação de Estimativa Generalizada (GEE), sendo selecionadas apenas àquelas com significância menor ou igual a 0.10. Esta seleção de variáveis foi estandartizadas (Score z) e analisadas em caráter exploratório por meio da análise de componentes principais (PCA). As relações lineares de tais variáveis, representadas por suas cargas fatoriais, foram avaliadas novamente pelo modelo GEE. Resultados: As análises individuais das variáveis que apresentaram diferença significativa foram: redução da força de preensão manual direita (p=0,04) e esquerda (0,057), pico de força de abdutores de quadril esquerdo (0,01), todas as outras variáveis analisadas não apresentaram alterações estatísticas significativas, pico de força de abdutores de quadril direito (0,06), pico de força de extensores de joelho direito (p=0,9), esquerdo (p=0,27); pico de força de flexores de joelho direito (p=0,44), esquerdo (p=0,18); pico de força de flexores de quadril direito (p=0,43), esquerdo (p=0,18); pico de força de adutores de quadril direito (p=0,32), esquerdo(p=0,52). As variáveis provenientes da PCA "força muscular" apresentou redução significativa (p=0,03) e "mobilidade" não apresentou diferenças (p=0,29). Conclusão: O PEFA intervalado de alta intensidade não foi capaz de promover alterações significativas na força muscular e na mobilidade funcional da amostra estudada.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: Parkinson's disease (PD) is a chronic and neurodegenerative pathology of the Central Nervous System (CNS). The marked decrease in muscle strength in PD people is one of the main characteristics related to motor changes and, with this reduction, functional mobility is also compromised. Although high-intensity physical exercise proves to be an effective alternative in the treatment of those individuals, little is known about the effects of intense aquatic physical exercise in people with PD. In view of this, there is a need to understand the transition from a highintensity aquatic physical exercise program in PD. Objective: To analyze the effects of a high-intensity interval aquatic physical exercise program (PEFA-IAI) on muscle strength and functional mobility in people with PD. Methods: This is a non-randomized clinical trial in which there was a composition of an Intervention Group (IG), composed of people with PD, of both sexes, who were evaluated immediately before and after a 12-week PEFA-IAI and a Control Group (CG) that participated in an evaluation 1 and evaluation 2 with an interval of 12 weeks. The terrestrial variables were: isometric muscle strength of the knee flexor and extensor muscles; hip flexors, abductors and adductors, using a portable dynamometer; global muscle strength, with a handgrip dynamometer; functional mobility with the Timed Up and Go Test - TUG; five times sit and stand test (Five Times Sit to Stand - FTSTS); gait speed, with the 10-meter walk test; postural balance, through the assessment of body balance (Mini Balance Evaluation Systems Test) and motor aspects of PD (Unified Parkinson's Disease Assessment Scale - UPDRS-III). The descriptive statistics for the results were expressed as the mean, standard deviation and for the results of muscular strength, the coefficient of variation (CV) was also presented. For an integrated evaluation of the experiment, initially the variables were evaluated using the Generalized Estimating Equation (GEE) model, being selected only continuous ones with significance less than or equal to 0.10. This selection of variables was standardized (z Score) and determinants on an exploratory basis through principal component analysis (PCA). The linear relationships of such variables, represented by their factor loadings, were evaluated again by the GEE model. Results: The individual analyzes of the variables that showed significant differences were: reduction in right (p=0.04) and left (0.057) handgrip strength, peak left hip abductor strength (0.01), all other behavioral changes did not alter statistical changes, peak strength of right hip abductors (0.06), peak strength of right knee extensors (p=0.9), left (p=0.27); peak strength of right (p=0.44) and left (p=0.18) knee flexors; peak strength of right hip flexors (p=0.43), left (p=0.18); peak strength of right (p=0.32) and left (p=0.52) hip adductors. The variables from the PCA "muscle strength" showed a significant reduction (p=0.03) and "mobility" showed no difference (p=0.29). Conclusion: High-intensity interval PEFA was not able to promote actions on muscle strength and functional mobility in the studied sample.pt_BR
dc.format.extent1 recurso online : PDF.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectParkinson, Doença dept_BR
dc.subjectForça muscularpt_BR
dc.subjectHidroterapiapt_BR
dc.subjectTreinamento intervaladopt_BR
dc.subjectEducação Físicapt_BR
dc.titleEfeitos de um programa de exercícios físicos aquáticos intervalados de alta intensidade sobre a força muscular e mobilidade funcional de pessoas com Doença de Parkinsonpt_BR
dc.typeDissertação Digitalpt_BR


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