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dc.contributor.advisorGraf, Vinaltopt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Biológicas. Programa de Pós-Graduação em Zoologiapt_BR
dc.creatorSilva, Mitzi Oliveira dapt_BR
dc.date.accessioned2022-11-24T14:57:52Z
dc.date.available2022-11-24T14:57:52Z
dc.date.issued2006pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/80248
dc.descriptionOrientador : Prof. Titular Vinalto Grafpt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Zoologia. Defesa: Curitiba, 2006pt_BR
dc.descriptionInclui bibliografiapt_BR
dc.descriptionArea de concentração: Zoologiapt_BR
dc.description.abstractA atividade reprodutiva de Trachycephalus mesophaeus foi estudada em ambiente de restinga entre os anos de 2001 e 2004, pelo acompanhamento de sete eventos reprodutivos. Neste trabalho, são apresentadas informações sobre a ocupação de microhabitats, dimorfismo sexual, atividade reprodutiva anual, comportamento e estratégias defensivas de T. mesophaeus. O dimorfismo sexual foi caracterizado através de dados morfométricos e colorido dorsal. T. mesophaeus apresenta padrão reprodutivo explosivo, ocupa poças temporárias e a reprodução pode durar de 48 a 60 horas. Fêmeas possuem maior comprimento rostro-cloacal e massa antes da oviposição e os machos, hipertrofia da musculatura do antebraço. Fêmeas sempre possuem linhas escuras marginando a moldura dorsal, e nos machos as linhas inexistem ou podem ser fracas e descontínuas. A maioria das fêmeas são marrons, enquanto os machos possuem colorido amarelo, que se relaciona ao aposematismo nesta espécie. Como estratégias defensivas, T. mesophaeus pode inflar os pulmões e sacos vocais e emitir vocalizações de agonia. Machos guardam as fêmeas por até oito horas consecutivas e ocorre sincronia no momento da oviposição. Combates de até 12 machos por uma fêmea foram comuns. Amplexos interespecíficos com fêmeas de Hypsiboas albomarginatus foram observados em cinco situações, e sua ocorrência deve ser eventual, dada a sobreposição espacial e temporal entre essas espécies. Neste capítulo são apresentadas informações sobre a biologia larval de Trachycephalus mesophaeus em dois hábitats temporários (florestal e aberto) de restinga do Estado do Paraná. As diferenças detectadas em relação a ontogenia e crescimento devem ser produto das características físicas e bióticas que os microhabitats apresentam. Diferenças significativas no incremento de massa foram observadas entre os girinos da área aberta e florestal, diferentemente do observado para o comprimento total. T. mesophaeus pode responder às condições ambientais, e em momentos desfavoráveis, pode acelerar seu período embrionário ou permanecer mais tempo no início da fase alimentar. Isto evita o efeito negativo de predadores e temperatura sobre os estágios iniciais de desenvolvimento, e proporciona maior vigor no momento da metamorfose. A duração mais curta do período larval deve ser reflexo da restrição do alimento e maior competição intraespecífica devido à drenagem natural da poça. Nessas condições, o canibalismo oportunista observado em cativeiro, pode ocorrer de maneira semelhante nos hábitats analisados garantindo que alguns indivíduos completem seu ciclo de vida no ambiente aquático. Também foi constatado que os girinos de T. mesophaeus podem formar cardumes em áreas abertas e bordas de clareiras em florestas, comportamento atribuído à proteção contra predadores e termorregulação.pt_BR
dc.format.extent76f. : il. algumas color.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.relationDisponível em formato digitalpt_BR
dc.subjectAnuro - Matinhos (PR)pt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.subjectZoologiapt_BR
dc.titleHistoria natural de Trachycephalus mesophaeus (Hensel, 1867) (Anura : Hylidae) no Parque Florestal do Rio da Onça, municipio de Matinhos, estado do Paranapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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