Vulnerability and adaptation capacity to climate change : an alternative approach to climate vulnerability indices
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Data
2021Autor
Buchir, Luís Miguel Samussone Tomás, 1977-
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Resumo: De acordo com diversos relatórios de instituições internacionais como o IPCC, PNUD e o Banco Mundial, nos próximos anos, os impactos das mudanças climáticas continuarão a afetar o planeta e principalmente os Países Menos Desenvolvidos (LDC), devido a sua condição socioeconômica e o seu arranjo institucional. Por outro lado, regista-se um aumento da frequência e a magnitude dos impactos das mudanças climáticas, como inundações, secas, ciclones e outros, o que significa que os países menos resilientes, definidos pelo Índice de Vulnerabilidade Climática, serão os mais vulneráveis. No entanto, embora todas essas questões já sejam de conhecimento comum, os LDC's ainda são incapazes de lidar com o impacto de eventos extremos. Pois, ainda agem de forma reativa. Como consequência dessas preocupações, a questão que se levanta é: Que parte da Capacidade Adaptativa precisa de mais investimento para lidar com os eventos climáticos extremos? Para abordar está questão e como contribuições no processo de avaliação do impacto das mudanças climáticas, este trabalho sugere o uso de uma ferramenta alternativa para avaliar a vulnerabilidade climática, considerando explicitamente a Governança como a quarta componente na função de vulnerabilidade climática agora definida por CVI = f(E, S, AC, G). No final, as evidências mostram que com 04 componentes a ferramenta fica mais sensível, ao invés de 03 componentes como de costume. Em conclusão, como forma de atingir o estado de resiliência climática, a Governança é aceite como uma forte componente na definição do Índice de Vulnerabilidade Climática. Abstract: According to many reports from international institutions such as IPCC, UNDP, and the World Bank, in the coming years, the impacts of climate change will continue affecting the planet, and mainly the Least Developed Countries (LDC) due to his social-economic condition and institutional arrangement. On the other hand, the frequency and magnitude of the impacts of climate change, such as floods, droughts, windstorms, and others, are still increase, meaning that the less resilient countries, defined by the climate vulnerability index, will be the most vulnerable. However, even though all these issues are already common knowledge, the LDCs are still unable to cope with the impact of extreme events. They are still reactive. As a consequence of these concerns, the main question is: Which part of Adaptive Capacity needs more effort to deal with extreme weather events? To address this issue and as a contributions into the process of climate change impact assessment, this work aims to suggest an alternative tool to assess climatic vulnerability, explicitly considering the Governance as a fourth component in the climate vulnerability function now defined by CVI = f(E, S, AC, G). In the end, the evidence shows that with 04 components, the tool becomes more sensitive, rather than 03 components as usual. In conclusion, as a way to achieve a state of climate resilience, Governance is accepted as a strong component in the Climate Vulnerability Index definition.
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