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dc.contributor.advisorRasia, Jose Miguel, 1949-pt_BR
dc.contributor.authorDalcuche, Marise Gnattapt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Sociologiapt_BR
dc.date.accessioned2019-11-28T16:23:37Z
dc.date.available2019-11-28T16:23:37Z
dc.date.issued2006pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/4297
dc.descriptionOrientador: José Miguel Rasiapt_BR
dc.descriptionInclui apendicept_BR
dc.descriptionDissertaçao (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciencias Humanas, Letras e Artes, Programa de Pós-Graduaçao em Sociologia. Defesa: Curitiba, 2006pt_BR
dc.descriptionInclui bibliografia e anexospt_BR
dc.descriptionÁrea de concentraçao: Cultura e poderpt_BR
dc.description.abstractResumo: Esta dissertaçao é um estudo sociológico com mulheres residentes em Curitiba que receberam o resultado do exame citopatológico positivo para câncer do colo doútero. O objetivo do trabalho é estudar o que acontece com essas mulheres após receberem esse resultado; que tipo de encaminhamento, tratamento e acompanhamento recebem da Unidade de Saúde que a atendeu e que faz parte do Sistema Único de Saúde; qual é o significado que as mulheres atribuem ao câncer do colo do útero e que ralaçao fazem da doença com a morte. E, também poder identificar possíveis alteraçoes ou nao do quadro de mortalidade por câncer do colo do útero. Foram entrevistadas vinte e sete mulheres que tinham endereço confirmado pela Unidade de Saúde e que se disponibilizaram a realizar a entrevista. Essas mulheres realizaram o exame citopatológico (Papanicolaou) que é uma das açoes do Programa VIVA MULHER implantado no município de Curitiba desde 1997, cuja finalidade é o controle e prevençao do câncer de colo de útero e mama. Das mulheres entrevistas, apenas uma nao se encontrava em tratamento. As demais já tinham realizado ou estavam realizando o tratamento indicado. Observou-se que a Unidade de Saúde nao realiza acompanhamento sistemático dessas mulheres que passam a fazer o tratamento geralmente em hospitais credenciados pelo Sistema Único de Saúde. As mulheres que estavam em tratamento eram atendidas especificamente no que se refere ao tumor e o órgao afetado. Nao é oferecido pelo serviço público de saúde nenhum outro tratamento de apoio, como psicoterapia, grupo de apoio ou outro que lhe de suporte emocional para viver a experiencia da doença. Essa necessidade é evidenciada em seus relatos quando se referem ao sofrimento, r solidao e ao desconhecimento sobre o que estava acontecendo com seu corpo. Isso remetia algumas das mulheres para a expressao do medo da morte. A forma de atendimento pelo serviço público evidencia a nao existencia de uma política de saúde voltada para a atençao integral das mulheres; o atendimento é pontual e específico sobre a doença, nao considerando essas mulheres no contexto de sua vida, nem sua subjetividadept_BR
dc.format.extent209f. : tabs.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.relationDisponível em formato digitalpt_BR
dc.subjectSociologiapt_BR
dc.subjectDissertações - Sociologiapt_BR
dc.titleA experiencia de mulheres com câncer do colo do útero no Sistema Único de Saúde : uma análise sociológicapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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