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dc.contributor.authorAquino Junior, Josépt_BR
dc.contributor.otherMendonça, Francisco de Assispt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências da Terra. Programa de Pós-Graduação em Geografiapt_BR
dc.date.accessioned2015-05-15T13:03:31Z
dc.date.available2015-05-15T13:03:31Z
dc.date.issued2014pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/38008
dc.descriptionOrientador : Prof. Dr. Francisco de Assis Mendonçapt_BR
dc.descriptionTese (doutorado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências da Terra, Programa de Pós-Graduação em Geografia. Defesa: Curitiba, 29/08/2014pt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.description.abstractResumo: Atualmente a dengue se configura como a arbovirose, mais relevante do mundo. Estima-se que aproximadamente 42% da população mundial vive em territórios, onde o vírus da doença pode ser transmitido. A Tríplice Fronteira entre os municípios de Foz do Iguaçu, no Brasil, Ciudad del Este, no Paraguai e Puerto Iguazu, na Argentina, merece destaque, pois além de oferecer as condições ambientais ideais ao desenvolvimento do Aedes aegypti, vetor da dengue, faz parte de uma área vulnerável à doença, em especial, devido ao seu alto fluxo de pessoas e mercadorias, bem como formação de cenários urbanos marcados por desigualdades socioeconomicas e culturais. Estas cidades evidenciam um modelo de desenvolvimento socioambiental desequilibrado. Dentre os vários problemas gerados deste desequilíbrio, destacam-se as epidemias de dengue que acometem uma parcela significante da população. O controle da doença se afirma como uma das mais importantes campanhas de saúde pública dos municípios envolvidos. Neste contexto o presente trabalho coloca em destaque a formação de situações de risco e vulnerabilidade socioambiental à dengue em face do processo de urbanização e das condições climáticas, bem como sugere medidas de controle da doença. Para o seu desenvolvimento foram levantados dados primários e secundários, entre os anos de 2006 a 2013, realizadas entrevistas com atores sociais envolvidos com os programas de controle da doença e observação das áreas de maior concentração de focos do mosquito e casos de dengue. Dentre os resultados obtidos destacam-se: as espacializações epidemiológicas, que evidenciaram a repetição de densidades dos casos em diferentes ciclos, destacando no município áreas de difícil controle e que ainda merecem atenção dos programas de controle; as análises climático-urbanas, que apontaram para a influência dos tipos de tempo, eventos extremos e formação de microclimas na manutenção e limitação do ciclo epidemiológico da dengue; o entendimento do modo de vida urbano das populações, caracterizado pelo descarte inapropriado de resíduos e desenvolvimento de intensos processos migratórios, em especial, advindos dos movimentos pendulares entre as três cidades da Tríplice Fronteira, responsáveis por situações que intensificaram o desenvolvimento e manutenção de ambientes de risco e vulnerabilidade ambiental a doença; e a ineficiência das políticas públicas no controle da doença, em especial, derivadas da ausência de articulação entre as três nações, entre as esferas intersetoriais e entre as três cidades analisadas. Este estudo traz contribuições geográficas para a compreensão da problemática exposta e propõe a formação de um observatório especializado em Sistemas de Informações Geográficas, capaz de levantar dados padronizados para toda Tríplice Fronteira na perspectiva da interdisciplinaridade e da intersetorialidade. Um observatório dedicado a subsidiar políticas públicas e ações comunitárias de controle de doenças transmissíveis, como a dengue, dará suporte para políticas mais integradas, tanto aquelas que atendam as demandas vindas das escalas intermunicipais como internacionais da Tríplice Fronteira. Palavras chave: Condicionantes Socioambientais; Clima e Saúde; Dengue; Fronteira internacional; Foz do Iguaçu; Políticas públicas de saúde.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: Currently the dengue fever figures as the most important arboviral disease in the world. It has been estimated that roughly 42% of the world population lives in areas where such fever virus can be transmitted. The triple border between cities of Foz do Iguaçu, Brazil, Ciudad del Este, Paraguay and Puerto Iguazu, Argentina, is noteworthy because not only it provides optimal environmental conditions to Aedes aegypti, the dengue vector, but it is also part of an area vulnerable to disease, mainly, due to its large flow of people and goods as well as formation of urban shapes marked by cultural and socioeconomic inequalities. The referred cities exhibit an unbalanced environmental development model. Among the many problems caused by that, stand out the dengue fever epidemics affecting a significant portion of the population. Controlling this illness is stated as one of the most important public health campaigns of the municipalities involved. In this regard, this research emphasizes the formation of risk and environmental vulnerability to dengue fever against the background of urbanization and climate conditions, and suggests proceedings to control the disease. For its elaboration, primary and secondary data have been developed, spanning the years 2006 to 2013, through interviews conducted with actors involved in the dengue fever control programs and also by observation of the highest concentration outbreaks of mosquito-borne dengue cases areas. Among the obtained results excel: the epidemiological spatializations showed a repetition in density of cases in different cycles bringing the attention to municipalities areas that are difficult to control and that still deserve attention from controlling programs; the climate-urban analysis, which indicated the influence of weather types, extreme events and microclimates formation in the maintenance and limitation of epidemiological cycle of dengue fever; the understanding of urban populations way of life characterized by inappropriate waste disposal and up grow the of intense migration processes, notably arising from commuting between the cities in the Triple Border, both responsible for situations that have intensified the development and maintenance of risk environments and environmental vulnerability to dengue fever; and the inefficiency of public policies to disease control, specially, derived from the lack of coordination not only among the three nations, but also between the intersectoral spheres and the three cities analyzed. This study brings geographical contributions to understanding the above problem and proposes the formation of a specialized Centre for Geographic Information Systems, capable of engendering standardized information to all Tri-Border region, from the perspective of interdisciplinary and intersector al data. An observatory dedicated to fostering public policies and community actions to communicable disease control, such as dengue fever, will support more integrated policies, meeting demands coming from both intercity and international scales at the Triple Frontier. Key-Words: Socio-environmental conditionings; Climate and Health; Dengue Fever; International border; Foz do Iguaçu; Public health policies.pt_BR
dc.description.abstractResumen: Actualmente el dengue se considera como el arbovirus más relevante del mundo. Se estima que aproximadamente el 42% de la población mundial vive en territorios donde el virus de la enfermedad puede ser transmitido. La Triple Frontera entre los municipios de Foz de Iguazú, en Brasil, Ciudad del Este, en Paraguay y Puerto Iguazú, en Argentina, merecen principal destaque, pues además de ofrecer las condiciones ambientales ideales al desarrollo del Aedes aegypti, transmisor del dengue, forman parte de un área vulnerable para la enfermedad, en especial, debido al alto tránsito de personas y mercaderías, así como a la formación de escenarios urbanos marcados por desigualdades socioeconómicas y culturales. Estas ciudades evidencian un modelo de desarrollo socioambiental desequilibrado. Entre los múltiples problemas generados por este desequilibrio se destacan las epidemias de dengue que afectan una parte significativa de la población. El control de la enfermedad se afirma como una de las más importantes campañas de salud pública de los municipios involucrados. En este contexto la investigación pone en evidencia la creación de situaciones de riesgo y vulnerabilidad socioambiental para El dengue en relación al proceso de urbanización y de las variaciones climáticas, así como sugiere medidas de control de la enfermedad. Para su desarrollo, fueron utilizados datos primarios y secundarios entre los años 2006 al 2013, se realizaron entrevistas con los actores sociales involucrados en los programas de control de plagas y observación de las áreas de mayor concentración de focos de mosquito y casos de dengue. Entre los resultados obtenidos se destacan: los mapeos epidemiológicos, que a través de la confección de mapas auxiliaron en el entendimiento de los procesos de dispersión de la enfermedad, evidenciando la repetición de densidades de los casos en diferentes ciclos, destacando en el municipio las áreas de difícil control y que merecen principal atención de los programas de vigilancia del dengue; los análisis climático-urbanos, que apuntaron la influencia de los tipos de tiempo, eventos extremos y formación de microclimas en el mantenimiento de la limitación del ciclo epidemiológico del dengue; el entendimiento del modo de vida urbano de las poblaciones caracterizado por manejo inapropiado de residuos y desarrollo de intensos procesos migratorios, en especial, surgidos de los movimientos pendulares entre las tres ciudades de la triple frontera, responsables por situaciones que intensificaron el desarrollo y mantenimiento de ambientes de riesgo y vulnerabilidad ambiental de la enfermedad; y la ineficiencia de las políticas públicas en el control de la enfermedad, principalmente, derivadas de la ausencia de articulación entre las políticas entre los tres países, entre las esferas intersectoriales y entre las tres ciudades estudiadas. Considerando lo dicho este estudio trae contribuciones geográficas para la comprensión de la problemática expuesta y propone la formación de un observatorio especializado en Sistemas de Informaciones Geográficas capaz de levantar datos estandarizados para toda la Triple Frontera desde la perspectiva de la interdisciplinariedad y de la intersectorialidad que atienda los contextos de las políticas de salud de cada municipio. Un observatorio dedicado a subsidiar políticas públicas y acciones comunitarias de control de enfermedades transmisibles, como el dengue; dar soporte para políticas más integradas, tanto para aquellas que atiendan las demandas de las escalas intermunicipales como internacionales de la Triple Frontera. Palabras clave: Determinantes Sociales y Ambientales; Clima y la Salud; Dengue; Frontera internacional; Foz do Iguaçu; Las políticas de salud pública.pt_BR
dc.format.extent193f. : il. algumas color., maps.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.relationDisponível em formato digitalpt_BR
dc.subjectGeografiapt_BR
dc.titleA dengue em área de fronteira internacional : riscos e vulnerabilidades na Tríplice Fronteira de Foz do Iguaçupt_BR
dc.typeTesept_BR


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