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dc.contributor.advisorSantos, Claudia Nunes Duarte dospt_BR
dc.contributor.authorKoishi, Andrea Cristinept_BR
dc.contributor.otherBordignon, Julianopt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Biológicas. Programa de Pós-Graduação em Biologia Celular e Molecularpt_BR
dc.date.accessioned2018-04-20T18:57:49Z
dc.date.available2018-04-20T18:57:49Z
dc.date.issued2014pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1884/35865
dc.descriptionOrientadora : Drª. Claudia Nunes Duarte dos Santospt_BR
dc.descriptionCo-orientador : Dr. Juliano Bordignonpt_BR
dc.descriptionTese (doutorado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Biológicas, Programa de Pós-Graduação em Biologia Celular e Molecular. Defesa: Curitiba, 25/02/2014pt_BR
dc.descriptionInclui referênciaspt_BR
dc.descriptionÁrea de concentraçãopt_BR
dc.description.abstractResumo: A dengue é um problema de saúde pública mundial. Apesar do importante impacto clínico e social, não existem vacinas ou terapias específicas para a prevenção ou o tratamento da infecção pelo vírus da dengue (DENV). Considerando o exposto, a pesquisa pela descoberta de drogas para dengue é de extrema importância. Além disso, extratos naturais de origem marinha podem fornecer estruturas químicas novas e diversas com atividade biológica potente que necessitam ser avaliadas, assim como substâncias químicas sintéticas. Neste estudo foi proposta uma abordagem sem alvo específico para a descoberta de drogas contra dengue, baseado em um novo, rápido e econômico ELISA em célula. O in situ ELISA foi padronizado e validado para a linhagem celular Huh7.5 infectada com os quatro sorotipos do DENV, entre eles isolados clínicos e cepas adaptadas de laboratório. Análises estatísticas mostraram um valor médio de S/B de 7,2 e fator-Z de 0,62, demonstrando a consistência e segurança do ensaio. Um painel de quinze extratos de algas foi triado com a concentração não tóxica determinada pelos ensaios de MTT e vermelho neutro. Oito extratos de algas foram capazes de reduzir a infecção pelo DENV para pelo menos um sorotipo testado. Quatro extratos (Phaeophyta: Canistrocarpus cervicornis, Padina gymnospora; Rhodophyta: Palisada perforata; Chlorophyta: Caulerpa racemosa) foram escolhidos para uma avaliação mais aprofundada, e estudos de tempo de adição apontam que eles podem atuar em estágios iniciais do ciclo de infecção, como adsorção ou internalização. Além disso, foi realizada a triagem antiviral com 49 substâncias químicas sintéticas, das quais oitos antraquinonas apresentaram atividade anti-dengue em linhagem celular Huh7.5 e foram testadas em culturas de células mononucleares do sangue periférico de doadores humanos saudáveis. Os tratamentos com TAC02, TAC12 e LSF23 foram capazes de diminuir a porcentagem de células infectadas a níveis comparados ao IFN-a 2A, usado como substância referência. Dessa forma, foi apresentado um método confiável, de baixo custo e fácil execução para a triagem de substâncias com atividade anti-DENV, com resultados promissores partindo de produtos naturais e substâncias químicas sintéticas.pt_BR
dc.description.abstractAbstract: A dengue é um problema de saúde pública mundial. Apesar do importante impacto clínico e social, não existem vacinas ou terapias específicas para a prevenção ou o tratamento da infecção pelo vírus da dengue (DENV). Considerando o exposto, a pesquisa pela descoberta de drogas para dengue é de extrema importância. Além disso, extratos naturais de origem marinha podem fornecer estruturas químicas novas e diversas com atividade biológica potente que necessitam ser avaliadas, assim como substâncias químicas sintéticas. Neste estudo foi proposta uma abordagem sem alvo específico para a descoberta de drogas contra dengue, baseado em um novo, rápido e econômico ELISA em célula. O in situ ELISA foi padronizado e validado para a linhagem celular Huh7.5 infectada com os quatro sorotipos do DENV, entre eles isolados clínicos e cepas adaptadas de laboratório. Análises estatísticas mostraram um valor médio de S/B de 7,2 e fator-Z de 0,62, demonstrando a consistência e segurança do ensaio. Um painel de quinze extratos de algas foi triado com a concentração não tóxica determinada pelos ensaios de MTT e vermelho neutro. Oito extratos de algas foram capazes de reduzir a infecção pelo DENV para pelo menos um sorotipo testado. Quatro extratos (Phaeophyta: Canistrocarpus cervicornis, Padina gymnospora; Rhodophyta: Palisada perforata; Chlorophyta: Caulerpa racemosa) foram escolhidos para uma avaliação mais aprofundada, e estudos de tempo de adição apontam que eles podem atuar em estágios iniciais do ciclo de infecção, como adsorção ou internalização. Além disso, foi realizada a triagem antiviral com 49 substâncias químicas sintéticas, das quais oitos antraquinonas apresentaram atividade anti-dengue em linhagem celular Huh7.5 e foram testadas em culturas de células mononucleares do sangue periférico de doadores humanos saudáveis. Os tratamentos com TAC02, TAC12 e LSF23 foram capazes de diminuir a porcentagem de células infectadas a níveis comparados ao IFN-a 2A, usado como substância referência. Dessa forma, foi apresentado um método confiável, de baixo custo e fácil execução para a triagem de substâncias com atividade anti-DENV, com resultados promissores partindo de produtos naturais e substâncias químicas sintéticas.pt_BR
dc.format.extent129f. : il. algumas color., tabs., maps., grafs.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.relationDisponível em formato digitalpt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.subjectDenguept_BR
dc.subjectAntroquinonaspt_BR
dc.subjectAlga marinhapt_BR
dc.subjectCitologia e biologia celularpt_BR
dc.subjectBiologia molecularpt_BR
dc.titleCaracterização do efeito de substâncias naturais extraídas de macroalgas marinhas e de um painel de substâncias sintéticas na inibição da infecção pelo virus da dengue em modelo in vitropt_BR
dc.typeTesept_BR


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