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dc.contributor.advisorJasinski, Isabel Cristina, 1970-pt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Humanas. Programa de Pós-Graduação em Letraspt_BR
dc.creatorNajarro Guzmán, Christy Beatrizpt_BR
dc.date.accessioned2024-12-19T17:19:52Z
dc.date.available2024-12-19T17:19:52Z
dc.date.issued2013pt_BR
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1884/33766
dc.descriptionOrientadora: Prof. Dr. Isabel Jasinskipt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Letras e Artes, Programa de Pós-Graduação em Letras. Defesa: Curitiba, 24/05/2013pt_BR
dc.descriptionBibliografia: fls. 89-92pt_BR
dc.description.abstractResumo: Após o processo ditatorial, a falência do projeto revolucionário que gerou a guerra civil (1980-1992) e o exílio massivo ao qual a população se viu submetida, a literatura salvadorenha se apresenta como "estética do cinismo" (CORTEZ, 2009), em que fica latente o signo do desencanto e a descrença nas ideologias e nos princípios que delinearam a sociedade da primeira metade do século XX. Nesse contexto a narrativa de Jacinta Escudos se apresenta como uma problematização dos princípios burgueses que vigoram na sociedade ocidental e mais especificamente na sociedade salvadorenha a partir de experiências de morte na qual os personagens se colocam nas suas narrativas. Tendo isso em vista, este trabalho visa refletir sobre como a experiência de morte pode se configurar como um tipo de exílio em que o sujeito se torna "estrangeiro de si mesmo". A reflexão parte da análise dos contos "Muerto al lado de mi mismo" do livro El Diablo sabe mi nombre (2008), "T.V." da coletânea Crónicas para sentimentales (2010), "Pequeño incendio em la Plaza de la República" e "La muerte no viene a caballo" de Contracorriente (1993), produzidos no período em que autora permaneceu no exílio, e da reflexão teórica de filósofos como Maurice, Jacques Derrida e Emmanuel Lévinas que entendem a existência a partir da relação e da alteridade.pt_BR
dc.description.abstractRESUMEN: Después del proceso dictatorial, la falencia del proyecto revolucionario que provocó la guerra civil (1980-1992 y el exilio masivo al que la población salvadoreña fue sometida, la literatura salvadoreña se presenta como "estética del cinismo" (CORTEZ, 2009), en la que es evidente el signo del desencanto y la desconfianza en las ideologías y principios que modelaron la sociedad de la primera mitad del siglo XX. En ese contexto, la narrativa de Jacinta Escudos se presenta como problematización de los principios burgueses que vigoran en la sociedad occidental y más específicamente en la sociedad salvadoreña, a partir de las experiencias de muerte de sus personajes. Teniendo eso en cuenta, este trabajo tiene por objetivo reflexionar sobre como la experiencia de muerte puede configurarse como una forma de exilio en la cual el sujeto se vuelve "extranjero de sí mismo". La reflexión parte del análisis de los cuentos "Muerto al lado de mi mismo" del libro El Diablo sabe mi nombre (2008), "T.V." de la colección Crónicas para sentimentales (2010), "Pequeño incendio em la Plaza de la República" y "La muerte no viene a caballo" de Contracorriente (1993), producidos en el período en que autora permaneció en el exilio, e de la reflexión teórica de filósofos como Maurice, Jacques Derrida e Emmanuel Lévinas que entienden la existencia a partir de la relación e de la alteridad.pt_BR
dc.format.extent92f.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.relationDisponível em formato digitalpt_BR
dc.subjectTesespt_BR
dc.subjectLetraspt_BR
dc.titleA morte como forma de exílio na narrativa de Jacinta Escudospt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR


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